Fazem precisamente hoje 27 anos que morreu José Afonso, vítima de esclerose lateral amiotrófica.
Não faria qualquer sentido comemorar os 40 anos do golpe de 25 de Abril de 1974
sem falar de José Afonso (2 de Agosto de 1929 – 23 de Fevereiro de 1987)
e assinalar este aniversário da sua morte.
Juntámos aqui quase todas as capas dos discos que gravou (faltam as de alguns EPs anteriores a 1964) como homenagem à sua obra, algumas fotos e dois momentos musicais marcantes do seu percurso: Os Vampiros (1963) e A Morte Saíu à Rua (1972) como homenagem a José Dias Coelho (Pinhel, 19 de Junho de 1923 — 19 de Dezembro de 1961, morto pela PIDE) que foi um artista plástico e militante político anti-fascista.
A melhor biografia de José Afonso que encontrámos na internet, pode ser lida AQUI.
ALGUNS DADOS
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, conhecido mais simplesmente por Zeca Afonso (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987). Oriundo do fado de Coimbra, foi figura central do movimento de renovação da música portuguesa que se desenvolveu na década de 1960 e se prolongou pela de 1970, sendo dele as mais conhecidas canções de intervenção contra o Regime politico derrubado a 25 de Abril de 1974. José Afonso ficou, pela sua música e pelas perseguições da PIDE de que foi alvo, indelevelmente associado ao derrube do Estado Novo, o regime ditatorial de Salazar e Marcello Caetano vigente em Portugal entre 1933 e 1974, até porque uma das suas composições, "Grândola, Vila Morena", foi utilizada pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), comandado pelos "Capitães de Abril", como senha (radiofónica) para o início das operações militares na madrugada de 25 de Abril de 1974.
Muitas das suas canções continuam ainda hoje a ser gravadas por numerosos intérpretes portugueses e estrangeiros. Calcula-se que existam actualmente mais de 300 versões de canções suas gravadas por mais de uma centena de intérpretes, o que faz de Zeca Afonso um dos compositores portugueses mais divulgados a nível mundial. O seu trabalho é reconhecido e apreciado pelo país inteiro e Zeca Afonso, com a incidência política que as suas canções ganharam, indiscutivelmente representa uma parte muito importante da cultura poética portuguesa ligada à luta contra o regime do Estado Novo.
Fausto, Adriano Correia de Oliveira e José Afonso, Luanda, Abril 1975
Coliseu de Lisboa, em 1983, José Afonso no meio de todos os seus amigos.
Faltou Adriano Correia de Oliveira, falecido no ano anterior.
Entre muitos, podemos ver, da esquerda para a direita: José Fanha, Sérgio Mestre, Vasco Lourenço, Júlio Pereira, Janita Salomé, Otelo Saraiva de Carvalho, José Afonso, Rosa Coutinho, Luís Cília, Vitorino, Fausto, Francisco Fanhais, Sérgio Godinho, Octávio Sérgio, Sérgio Azevedo, Rui Pato, Durval Moreirinhas e Lopes de Almeida.
ALGUNS EPs
1962 - 1964
1964
1964
TODOS OS LPs
1968 - 1969
1970 - 1971
1972 - 1973
1974 - 1976
1978 - 1979
1981 -1982
1983
1985
A Morte Saiu à Rua.
Para ver e ouvir, clicar em cima da imagem.
OS VAMPIROS Zeca Afonso em 29 de Janeiro de 1983, no Coliseu
Inicio a publicação dos posts no Kuentro dedicados aos 40 anos do 25 de Abril, sob o tema “pré-25 de Abril – 40 anos”, que é o que mais me interessa recordar, atrevendo-me a republicar aqui um texto de João Paulo Cotrim, “A Banda Desenhada nos anos 70”, publicado no volume nº 28 (1972- Conversa Acabada), da colecção “Os anos de Salazar” editada entre 2004 e 2008 pela Planeta DeAgostinni para o Grupo Cofina. Conversa Acabada fica também a ser o subtítulo destes posts, glosando as célebres Conversas em Família, de Marcelo Caetano na RTP.
No final, José Mário Branco canta Natália Correia – bem a propósito.
RELÂMPAGOS: A BD DOS ANOS 70
A BD TORNOU-SE, SEGUINDO O AR DOS TEMPOS, MAIS ADULTA, MAIS EXPERIMENTAL
João Paulo Cotrim
Lenta, mas inexoravelmente a banda desenhada foi deixando de ser o grande alimento do imaginário de gerações de jovens.Tornou-se mais adulta, mais experimental, mais reflexiva e fragmentária, afinal como o ar dos tempos: inconstante com tendência para altas temperaturas. No boletim meteorológico do início da década [de 1970], além das nuvens, as trovadas haveriam ainda de trazer uma revista, um álbum, um autor e respectivas personagens, um fenómeno duradoiro e um gosto que demorará a esvair-se.
A revista
Dirigida com mestria por Jaime Mas e Dinis Machado, cruzando o melhor da homónima francesa e da Pilote («le Journal qui s’amuse a reflechir»), levará da década passada até à próxima o nome de Tintim, um dos ícones visuais do século XX. Semana após semana, cada dupla página findava com o suspense do (continua) oferecendo ininterruptamente ao longo de 14 anos alguns autores portugueses, na fase final, um ou outro clássico norte-americano, mas acima de todos os consagrados e populares (uns esquecidos ou a esquecer, outros nem por isso): Tintim e Milou, Astérix, Alix, Lucky Luke, Blake e Mortimer, Blueberry, Clorofila e Minimum, Corentin, Bernard Prince, Coronel Clinton, Michel Vaillant, Bruno Brazil, Modesto e Pompom e tantos, tantos outros. A aventura, histórica e vagabunda ou localizada no faroeste norte-americano, tinha doravante sotaque francófono. Mas também o humor, por exemplo aquele seminal de René Goscinny, mentor da Pilote, pai de uma galeria de personagens,e verdadeiro revolucionário que, curiosamente, somou às suas características a atenção aos delírios da mui americana Mad. Assim.a revista Tintim ofereceu, além do puro entretenimento aventuroso, leituras da actualidade mais ou menos (des)focadas pelas lentes da ficção científica pós-nuclear, cómicas reflexões ecologistas ou fábulas animais de cariz anti-autoritárío. De igual modo, os autores e os estilos se mantiveram diversos. Tanto que o preto-e-branco (espontâneo e expressivo) de Corto Maltese, de Hugo Pratt, quando chegou à revista na sua fase final, foi bastante mal recebido... Por esta altura, o leque de colaborações portuguesas, tinha-se alargado de José Ruy (1930) a Augusto Trigo (1938) e José Garcês (1928), bem como a novatos como Pedro Morais (1962) ou Relvas (1954), que desenhará aí o melhor dessa época, em ficção científica, nas adaptações literárias ou nos seus thrillers urbanos.
Uma visão mais completa da década passa por um conjunto de outros títulos breves, mas marcantes, ainda assim, seja na continuada importação de outras tendências, seja na tentativa sempre titubeante de riscar um traço nacional.
Mundo de Aventuras, em formato reduzido desde 1973, continuará a trazer estilos e autores de distintas paragens, mas sem voltar a conseguir, apesar das mexidas, renovações e séries, retomar sucessos antigos. Roussado Pinto (1926-1985) em frenética actividade de editor, fez da Portugal Press o último reduto do saudosismo, no sem número de publicações paralelas, mas sobretudo no Jornal do Cuto (1971), através do requentado sucesso das coboiadas de Emílio Freixas e Jesus Blasco, cujo herói baptiza a publicação, e do regresso de velhas glórias, sejam Fantasma, de Sy Barry, Tarzan, de Russ Manning, ou os clássicos Flash Gordon, de Alex Raymond, e o Príncipe Valente, de Hal Foster. A ele se deve, ainda, a edição (algo descuidada, mas ainda assim assinalável) do Spirit, de Will Eisner, e da esmagadora vertigem de soft porno que, essa sim, e com títulos como Zakarella ou Karzan, auxiliará a sexualidade de uma geração.
Os fanzines são publicações aut-editadas com formato, periodicidade, distribuição e conteúdos variados e voláteis que se tornarão também espaços de liberdade criativa publicando inéditos.
Lobo Mau (1979) acolherá por instantes (13 números) em papel de jornal a esperança de aceder a obras radicais, mais adultas, contemporâneas: os desvarios de Crumb, os policiais de Muñoz e Sampaio, a ficção científica politizada da Oesterheld e Breccia, o erotismo de Crépax.
A experiência em português tomba no pós 25-Abril e divide-se entre a infantil do Fungagá da Bicharada (1976), versão em revista de programa de televisão, e aquela adulta e marcante da Visão (1975). Se a primeira pode ser considerada, ao mesmo tempo, o estertor de um modelo e tentativa de novos formatos de revista infantil em relação com a tv, como será depois e com carácter bastante mais didáctico a Rua Sésamo, a segunda deixará uma marca indelével por via da explosão da novidade dos estilos gráficos, dos temas (a guerra colonial, preocupações sociais e debates ideológicos, a libertação sexual). Seria a versão nacional, e portanto menos duradoira.da pedrada no charco que constitui a francesa L'Echo des Savannes, mistura explosiva de humor provocatório, erotismo, música e violência. Seguiram-se-lhe as importantíssimas, cada uma no seu estilo, Fluide Glacial (1975, mais puramente humorística) e A Suivre (1978, mais experimental e literária). O estilo gongórico deVitor Mesquita (1939), em Eternus 9, ressoará durante anos como figura e trabalho principal, mas resistiram melhor as pesquisas de Isabel Lobinho (1947),o pessimismo de Massano (1948), o estilo de «Zíngaro» (1948) e Carlos Barradas (1948) ou as personagens de Zepe (1956).
O álbum
A forma moderna e em expansão de aceder às ficções de bandas desenhadas, seja recolhendo o folhetim antes publicado em revista, seja directamente editado em livro de grande formato – poderia bem ser Mário e Isabel, precisamente de Isabel Lobinho e Mário-Henrique Leiria, que estabelece belas e complexas relações entre texto e imagem, entre corpo e palavra, homem e mulher, mas há-de ser Wanya - Escala em Orongo, a ficção científica de Nelson Dias (1940) e Augusto Mota (1936-1993). Evocando logo na dedicatória William Blake, autor cuja literatura visual e poética é inseparável, esta saga de contornos míticos, com toada utópica e elegância formal, possui perfume muito da época. Foi pedrada no charco, sem descendência (os próprios autores fizeram apenas mais uma história num fanzine), cuja importância suscita ainda hoje debate. Terá sido apenas pretexto para fazer deambular mais uma heroína seminua, inspirada na vaga (supostamente) libertária que soprava de França? Ou mais uma tentativa para encontrar caminhos maduros para uma linguagem sempre em crise de identidade? Falamos de portugueses, raros, que os estrangeiros chegarão depois em catadupas (a Presença trará, em 1973, Zil Zelub entre outros; a Bertrand insistirá no Blake e Mortimer, Astérix, etc, antes das Edições 70 e a Meribérica inundarem o mercado com Alex Raymond, Hugo Pratt, Schuitten e Peeters, Moebius/Giraud, Franquin, Jijé, entre tantos outros).
O autor
Outro não poderá ser senão Samuel Azavey Torres de Carvalho (1924-1993), cuja assinatura na imprensa (A Mosca, do Diário de Lisboa, A Capital, Flama, Notícias da Amadora, Diário de Noticias, Expresso entre outros) será apenas Sam, simples e intimo como as suas figuras. Foi, além de escultor do absurdo, com torneiras que dão nós, o criador de algumas das personagens indispensáveis à crónica daqueles dias: o cínico Guarda Ricardo ou a melancólica Heloísa. Dono de um traço muito sintético e expressivo, aliás com tradições entre nós desde o modernismo, duplicado depois em repetitivas cenas dialogantes,foi fenómeno duradoiro de popularidade que deixou discípulos. A política terá sido o seu tema de eleição, mas não único: os comportamentos, os modos de falar, os tiques ficaram nas suas tiras cómicas, nas suas séries como insecto pré-histórico no âmbar. Se visto ao microscópio, está lá uma sociedade inteira. Em 1972, no Noticias da Amadora, um Guarda Ricardo passeia-se enquanto pensa em voz alta: «A ordem é uma coisa muito útil. Insinua-se em nós, subtilmente... E deixa-nos uma estranha sensação de felicidade.» Está agora, hirto, frente a uma secretária com papéis e alguém sentado: «Chefe, dê-me outra ordem, se faz favor!»
O fenómeno diz respeito à produção de fanzines (aglutinação das palavras fanatic e magazine, publicação de fanáticos), publicações auto-editadas com formato, periodicidade, distribuição e conteúdos variados e voláteis que buscarão dados e reflexões os mais diversos acerca da linguagem, heróis e autores preferidos, mas que se tornarão também espaços de liberdade criativa publicando inéditos. Na sua origem estão, por um lado a atenção crescente da academia, dos meios intelectuais e artísticos e, por outro, a necessidade de escapar a censuras e controlos do mais variado tipo. Entre nós,as primeiras experiências datam do início da década: Árgon (1972), surgido no Liceu Gil Vicente, em Lisboa,começou por publicar apenas histórias, mas logo incluiu informações; Saga (1972), do ABC Cineclube, deu guarida a vários ensaios enquanto reimprimia clássicos; Aleph (1973) anunciava-se como a primeira revista de estudos em banda desenhada. São apenas exemplos de um movimento sociológico de análise e produção, mas também de identitário de grupo, prenhe de subtilezas e variantes. Algumas publicações acabarão por se aproximar do formato profissional, no conteúdo e aspecto, enquanto outras se manterão laboratório experimental e recolha de obsessões. Ajudarão assim por várias vezes a definir as fronteiras (permeáveis) entre underground e mainstream, entre o mais conhecido/consagrado e a produção de culto. Nas suas páginas se encontrarão.assim, os focos de resistência ao gosto dominante, que se tornará em pouco tempo sinónimo de heróis e histórias oriundos do (pequeno) universo que se convencionou chamar franco-belga (e de que tantos exemplos foram sendo citados).
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