sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

REPORTAGEM – 392º ENCONTRO DA TERTÚLIA BD DE LISBOA –7 DE FEVEREIRO – CONVIADO ESPECIAL Patrik Chinita Caetano


REPORTAGEM
392º ENCONTRO 
DA TERTÚLIA BD DE LISBOA
7 DE FEVEREIRO
CONVIADO ESPECIAL 
Patrik Chinita Caetano 

  
Nasceu a 12/07/1989, na Suíça.

Licenciou-se em Desenho pela FBAUL em 2014 e completou o curso regido pela CgSociety em 2015, denominado Creating Comics, leccionado pelo Artista Australiano Tim Mcburnie.

Em 2015, criou o primeiro volume de uma BD sci-fi, Patient Ev-136 em colaboração com M.J. Lima (escritora), destinado a ser uma trilogia, lançado na Comic Con Portugal desse mesmo ano.

Criou curtas para as Antologias, Histórias do outro mundo (Escorpião azul) e H-alt vol. 2 e 3.
Em 2016 criou o livro de Bd, Quest For Tula e outras histórias de Fantasia pela editora Escorpião Azul.

Ganhou três prémios na categoria de Artes Visuais, entre eles o 1º lugar do prémio “Pilar Moreno Diaz de Pena”, concedido pela embaixada Espanhola em 2007, o prémio Anselmo de Andrade de Artes Visuais em 2008, e a menção Honrosa no 1º prémio de Arruda dos Vinhos em 2011.

Actualmente trabalha como artista freelancer em Ilustração e Banda desenhada.
Na calha estão a sequela do Patient ev-136 e a história completa de Quest for Tula em um volume de graphic novel extensa.

https://www.facebook.com/patrikcaetano - http://kurtadan.wix.com/patrikarte

A H- alt é uma revista digital gratuita de BD escrita em português e relacionada com as temáticas de ficção-cientifica, fantasia, realidade/História alternativa (ficção especulativa).
O objectivo desta publicação é divulgar e incentivar produção de pequenas histórias de BD. Existe também a preocupação que os vários participantes criem histórias em equipa (argumentistas, desenhadores, coloristas), com o propósito de incentivar o trabalho colaborativo.
Outro dos objectivos desta publicação é fomentar o surgimento de jovens talentos não ignorando em todo o caso autores mais experientes que desejem participar.

Existe também uma versão impressa correspondente à edição digital, acessível, por encomenda ou disponível em algumas livrarias (Leituria, El pep) ou em eventos.

Resumo: 23 Histórias de BD na edição nº4 da H-alt.
A imagem da capa é da autoria do ilustrador e concept artist Bruno Balixa. Surgem também vários trabalhos do artista ao longo da revista, além da secção Ilustra onde ele está em destaque. Temos também uma entrevista com Reinhard Kleist, um autor alemão com trabalhos de BD publicados em Portugal.
Na secção Descobrir é possível ver trabalhos de ilustração de Ana Pais.

Versão digital do nº4: https://issuu.com/h-alt/docs/ h-alt-n04-web.
H-alt - http://h-alt.weebly.com/ - thttps://www.facebook.com/h. alt.bd/
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COMIC JAM

Autores participantes:
1 - Patrik Caetano
2 - Bárbara Lopes
3 - Sharon Mendes
4 - João Monteiro
5 - Joana Duarte
6 - Gonçalo Carvalho

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FOTOS
(Álvaro)


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

EXPOSIÇÃO DE ORIGINAIS DE BD DE MOSI NA "TABERNA DO ANTERO" Caldas da Rainha



EXPOSIÇÃO 
DE ORIGINAIS DE BD DE MOSI 
NA "CASA ANTERO" 
BECO DO FORNO – CALDAS DA RAÍNHA

De 14/02 a 9/03/2017

Desde dia 14 e até 9 de Março, estão em exposição na Casa Antero (antiga Taberna do Antero) catorze originais de banda desenhada de Joana “Mosi” Simão. A exposição, montada por Bruno Caetano e José Hartvig de Freitas mostra catorze pranchas originais da trilogia Altemente editada pela Comic Heart.

Para além da série Altemente, que foi premiada com o Galardão de Excelência na Execução de Curtas, na Comic Con Portugal 2016, Mosi também participou na antologia Sobressaltos e publicou vários Fanzines. Desenvolveu também trabalhos na área da ilustração, destacando a capa do nº10 da revista Estante da Fnac.

Mosi foi Convidada Especial, no 376º Encontro da Tertúlia BD de Lisboa, realizado em 6 de Outubro do ano passado.

Já agora resta acrescentar que a “Casa Antero” (antiga Taberna do Antero), que comemorou recentemente 75 de actividade tem realizado várias exposições no seu espaço, seja de banda desenhada, ilustração, fotografia, etc... pelo que é já um espaço com alguma tradição nesta actividade, ainda que a área disponível se limite apenas a uma parede, que se pode ver nas fotos abaixo.

Toalha de mesa com uma BD de Nuno Prates, que conta a história dos 75 anos da Casa Antero


Mosi como Conviada Especial no 376º Encontro da Tertúlia BD de Lisboa 
(foto de Álvaro - como só podia ser...)

Bruno Caetano e José de Freitas preparados para montar a exposição...




 
A montagem teve o seu quê de "profissional", em que Bruno Caetano até usou um nível para ter a certeza de que as molduras estavam direitinhas...



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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

BDpress #473 – Gazeta das Caldas 3 Fevereiro 2017 - Caldas recebe este ano o World Press Cartoon



BDpress #473

Gazeta das Caldas - 3 Fevereiro 2017 
Caldas recebe este ano 
o World Press Cartoon 


O salão mundial de desenho crítico e humor na imprensa, World Press Cartoon (WPC) vai passar a realizar-se nas Caldas da Rainha. A cidade quer transformar-se na capital da caricatura e do humor, sendo o primeiro passo acolher este evento que tem lugar entre o final de Maio e Julho. Este vai custar 180 mil euros à autarquia e ainda vai contar com apoio do Turismo do Centro.

Por Natacha Narciso
Foi assinado na segunda-feira entre a Câmara das Caldas e o cartoonista António, a realização deste evento que atrai a participação de cartoonistas de todo o mundo. Depois de um interregno que teve Iugar em 2016 por falta de condições financeiras, é nas Caldas que este certame passará a sediar-se, depois de passar por Sintra e Cascais. Em Slntra, no ano de 2009 o WPC associou-se à exposição de Bordalo Pinheiro que pertencia à Colecção Berardo.
Nas Caldas, será no CCC que se poderão conhecer os melhores cartoons publicados em 2016 em jornais e revistas com periodicidade regular e de venda ao público em todo o globo. Para Tinta Ferreira (Predidente da Câmara), este evento "vai atrair às Caldas os mais reconhecidos caricaturistas do mundo”.
Por outro lado, o edil referiu também que se pretendia que a cidade “se possa afirmar como a capital da caricatura”. Além da ligação a Bordalo Pinheiro até hoje, Caldas da Rainha passa a contar com a colaboracão de António, um dos principais caricaturistas portugueses contemporâneos para ajudar a fazer do humor, uma aposta para “pôr as Daldas no mapa nacional e internacional”.
Para a vinda do WPC, a autarquia vai investir 180 mil euros (mais IVA), atém do apoio logístico às várias vertentes deste evento. António também está entusiasmado com o regresso do WPC, que distingue os melhores desenhos de humor pubtlcados em 2016 nos vários países do mundo. O primeiro prémio chega aos 10 mil euros.
A gala do evento terá lugar na última semana de Junho ou primeira de Julho e contará com a presença dos vencedores.
Aliar a Caricatura à Cerâmica
“Caldas tem tudo para se tornar na capital do humor”, disse o caricaturista, que está apostado em ajudar a promover a cidade. Além do WPC, estarão associados eventos como exposições, workshops e partilha de experiências entre autores e alunos das escolas.
“A esta grande festa da caricatura poderiam também aliar-se as unidades industriais”, referiu o criador do WPC sugerindo que os desenhos vencedores possam ser transformados em peças de cerâmica.
O cartoonista está ligado às Caldas desde finais dos anos 80, altura em que veio ao Cencal fazer cursos de caricatura em cerâmica. Participou também ern homenagem a Bordalo Pinheiro e a Povinho. Desde há dois anos também está a colaborar com as Faianças Bordalo Pinhetro, na criação dos Figurões, cuja primeira série foi apresentada há dois anos na Assembleia da República.
A segunda série já está em preparação naquela empresa e é da responsabilidade do mesmo autor. Caldas da Rainha, a cidade com maior potencial a nivel nacional no campo do humor, uma vez que a evocação do seu nome em qualquer órgão de informação, produz de imediato um sorriso e isso é intransmissível.

“Em cinco anos eu mudo a imagem desta cidade”, disse António. O cartoonista tem mil ideias de como o humor, o desenho, a caricatura e a cerâmica poderiam conjugar-se para tornar as Caldas mais atractiva. Entre os projectos consta urn futuro museu da caricatura, dado que ainda não existe nenhum em Portugal.


IMAGENS DO ÚLTIMO WORLD PRESS CARTOON
CASCAIS 2015

Os premiados no World Press Cartoon – Cascais 2015
Da esquerda para a direita: Cau Gomez /Brasil, Tchavdar Nikolov /Bulgária,
Shankar Pamarthy /Índia - Grande Prémio 2014, Sunnerberg Constantin /França,
Mohammad Ali Khalaji /Irão, Riber Hansson /Suécia, Dálcio Machado /Brasil e André Carrilho/Portugal

O trabalho vencedor, de André Carrilho:

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

392º ENCONTRO DA TERTÚLIA BD DE LISBOA – AMANHÃ 7 DE FEVEREIRO – CONVIADO ESPECIAL Patrik Chinita Caetano

392º ENCONTRO 
DA TERTÚLIA BD DE LISBOA
AMANHÃ 7 DE FEVEREIRO
CONVIADO ESPECIAL 
Patrik Chinita Caetano 

 
 
 
Nasceu a 12/07/1989, na Suíça.
Licenciou-se em Desenho pela FBAUL em 2014 e completou o curso regido pela CgSociety em 2015, denominado Creating Comics, leccionado pelo Artista Australiano Tim Mcburnie.

Em 2015, criou o primeiro volume de uma BD sci-fi, Patient Ev-136 em colaboração com M.J. Lima (escritora), destinado a ser uma trilogia, lançado na Comic Con Portugal desse mesmo ano.

Criou curtas para as Antologias, Histórias do outro mundo (Escorpião azul) e H-alt vol. 2 e 3.
Em 2016 criou o livro de Bd, Quest For Tula e outras histórias de Fantasia pela editora Escorpião Azul.

Ganhou três prémios na categoria de Artes Visuais, entre eles o 1º lugar do prémio “Pilar Moreno Diaz de Pena”, concedido pela embaixada Espanhola em 2007, o prémio Anselmo de Andrade de Artes Visuais em 2008, e a menção Honrosa no 1º prémio de Arruda dos Vinhos em 2011.

Actualmente trabalha como artista freelancer em Ilustração e Banda desenhada.
Na calha estão a sequela do Patient ev-136 e a história completa de Quest for Tula em um volume de graphic novel extensa.

https://www.facebook.com/patrikcaetano - http://kurtadan.wix.com/patrikarte

A H- alt é uma revista digital gratuita de BD escrita em português e relacionada com as temáticas de ficção-cientifica, fantasia, realidade/História alternativa (ficção especulativa).
O objectivo desta publicação é divulgar e incentivar produção de pequenas histórias de BD. Existe também a preocupação que os vários participantes criem histórias em equipa (argumentistas, desenhadores, coloristas), com o propósito de incentivar o trabalho colaborativo.
Outro dos objectivos desta publicação é fomentar o surgimento de jovens talentos não ignorando em todo o caso autores mais experientes que desejem participar.

Existe também uma versão impressa correspondente à edição digital, acessível, por encomenda ou disponível em algumas livrarias (Leituria, El pep) ou em eventos.

Resumo: 23 Histórias de BD na edição nº4 da H-alt.
A imagem da capa é da autoria do ilustrador e concept artist Bruno Balixa. Surgem também vários trabalhos do artista ao longo da revista, além da secção Ilustra onde ele está em destaque. Temos também uma entrevista com Reinhard Kleist, um autor alemão com trabalhos de BD publicados em Portugal.
Na secção Descobrir é possível ver trabalhos de ilustração de Ana Pais.

Versão digital do nº4: https://issuu.com/h-alt/docs/ h-alt-n04-web.
H-alt - http://h-alt.weebly.com/ - thttps://www.facebook.com/h. alt.bd/


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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Gazeta da BD #67 – Na Gazeta das Caldas – A Edição portuguesa de BD em 2016

Excerto da ilustração de Ricardo Cabral 
para o cartaz das 1ªs Conferências de Banda Desenhada em Portugal, Setembro de 2011
Gazeta da BD #67
Na Gazeta das Caldas
A Edição portuguesa de BD em 2016

Depois de publicado este meu texto na Gazeta das Caldas em 13 de Janeiro, dei com outros números das edições portugueas de BD em 2016, no blogue de Pedro Cleto que, no post com o título 
2016: Crescimento e Consolidação (http://asleiturasdopedro.blogspot.pt/2017/01/2016-crescimento-e-consolidacao.html), refere que foram publicados 205 livros de BD no ano passado. Recomendo vivamente a sua leitura, uma vez que além do texto de análise, apresenta gráficos esclarecedores sobre a edição de BD neste país!

Faltavam portanto 62 títulos à minha lista, fui pois à procura desses títulos e na intensa pesquisa que realizei, encontrei 225 livros editados, ou seja, mais 82 dos que tinha contabilizado para o texto publicado na Gazeta e, mais 20 do que Pedro Cleto refere.

E, eventualmente, ficaram a faltar-me ainda alguns títulos. Refiro, já agora, que a Devir foi o único editor que não respondeu ao meu pedido de uma listagem de livros editados em 2016. Assim, ainda é mais difícil realizar este tipo de análise.

Aqui fica então o texto publicado, mas com os números já corrigidos e a que acrescentei uma listagem de editores e livros publicados.

A EDIÇÃO PORTUGUESA DE BD EM 2016
225 ÁLBUNS EDITADOS 
SENDO 35 DE AUTORES PORTUGUESES


É difícil realizar uma listagem de todos os álbuns de BD editados em Portugal anualmente, mas chegámos a alguns resultados para 2016. A dificuldade está em que, sendo todos (ou quase todos) os álbuns referenciados na internet, muitos deles, especialmente os editados por pequenos editores, não apresentarem as datas de edição.

Só à conta da distribuição com o jornal Público, as editoras Asa e LeVoir publicaram 63 títulos durante o ano, beneficiando da promoção nas páginas do jornal, não só com artigos de fundo sobre as colecções, assim como a publicidade garantida todos os dias, anunciando o próximo álbum a ser distribuido.

Esta iniciativa do Público tem uma história interessante e que, porventura, a maior parte dos bedéfilos nacionais não conhecerá. O projecto começou em 2003, quando a catalã Silvia Reig, responsável pelo marketing do jornal Público, deu início a uma aventura que continua ainda hoje, decorridos catorze anos, sendo responsável por dezenas de álbuns de BD editados, primeiro pela Verbo, depois pela ASA, a que se juntou mais tarde a LeVoir, fundada pela própria Silvia Reig em 2010.

Na génese do projecto esteve também o jornalista Carlos Pessoa que, com o seu conhecimento do mercado editorial de BD, foi essencial para o desenvolvimento das coisas. Deste modo o Público começou por distribuir uma colecção de álbuns de As Aventuras de Tintin, editada pela Verbo, a partir de Novembro de 2003, da qual foram vendidos cerca de 50 mil álbuns. Um recorde absoluto em vendas de BD neste país! O jornalista refere também que o livro de que foi autor e que acompanhou o lançamento da colecção, As Aventuras de Tintin no Público – Guia de Leitura, vendeu só por si 35 mil exemplares “(...) o que é notável para um álbum que fala sobre BD mas não tem bandas desenhadas e muito poucas imagens – apenas as capas dos álbuns”. Seguiram-se, com distribuição do Público, em 2004, As Aventuras de Corto Maltese, com álbuns editados pela Meribérica, que já não atingiram sequer os 20 mil exemplares nas vendas, o que não deixa de ser também notável.

Apesar de não me ter sido possível (por falta de respostas) saber qual a média de vendas das actuais colecções distribuídas com o Público, podemos sempre pensar que elas são muito mais altas do que as das outras edições (normais) nesta área.

Em 2016, além das séries Super Heróis DC, Novelas Gráficas 2 e Sandman, num total de 41 títulos, a LeVoir editou também mais dois ou três álbuns, entre eles A Casa, de Paco Roca, livro ao qual tinha sido atribuido, em Maio, o Premio Nacional del Cómic 2015 no país vizinho. As edições Asa contribuiram também para as colecções do Público do ano, com 22 títulos.

Os restantes 20 editores foram responsáveis pela colocação no mercado de mais 79 álbuns (32 de autores portugueses), o que proporcionou uma “enchente” de 142 títulos de BD no mercado nacional. Como foi a primeira vez que abordei este assunto, não faço ideia como foram os anos anteriores, para comparação.

Claro que nenhum editor consegue uma distribuição tão abrangente no território português como o Público. Daí que muito raramente se consigam encontrar títulos editados por pequenos editores em cidades medianas, como Caldas da Rainha, onde apenas encontrei (para além das distribuições com o Público), Democracia, editado pela Bertrand e Vampiros, pela Tinta da China. Isto mesmo existindo nesta cidade uma Livraria Bertrand, no Centro Comercial La Vie.

O quadro geral de álbuns editados em 2016, de que consegui informação, foi portanto o seguinte:
Asa/Público – Colecção Bernard Prince – 4 (completando em Janeiro de 2016 a série iniciada no ano anterior).
LeVoir/PúblicoColecção Super Heróis DC – 15
Asa/PúblicoColecção Jonathan – 10
LeVoir/PúblicoColecção Novela Gráfica 2 – 15
LeVoir/PúblicoColecção Sandman – 11
Asa/PúblicoColecção Os Túnicas Azuis – 8 (o resto da colecção continua em Janeiro de 2017)

Tudo isto somado traduz-se portanto num total de 225 álbuns publicados – cerca de 19 livros/mês –, sendo 39 de autores portugueses – cerca de 3 livros/mês.

Aqui fica a listagem por editores

Espero que no final deste ano de 2017 consiga uma listagem mais pormenorizada e fiável de toda a banda desenhada editada em Portugal.

Tenho que agradecer aos seguintes blogues ou sites, a quantidade de informação, que os seus autores/editores publicam diariamente (ou quase) e que me forneceram muitas das pistas para encontrar e/ou datar muitas das edições:



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