segunda-feira, 7 de outubro de 2013

XXIV FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DA AMADORA – AMADORA BD – 2013 - O CARTAZ

XXIV FESTIVAL INTERNACIONAL
DE BANDA DESENHADA DA AMADORA 

AMADORA BD – 2013



O CARTAZ

Atenção: Já há cartaz do XXIV FIBDA/AmadoraBD 2013.
O cartaz desenhado por Ricardo Cabral já se encontra online, na página do Fecebook do AmadoraBD – AQUI 

Infelizmente, mais uma vez, a três semanas do início do Festival (25 de Outubro) AINDA NÃO HÁ PROGRAMA!!! Segundo consta, parece até que nem vai haver programa previamente anunciado à imprensa!

Já quanto ao cartaz, é uma amostra de mau design do GBNT – Gabinete de Design. O grande desenho de Ricardo Cabral ficou “tapado/truncado” pelas vinhetas informativas “abusivamente” colocadas em cima dele. Bastava uma simples transparência de 30 ou 40% no branco das vinhetas para não destruir/obliterar o desenho!!! Enfim, as más escolhas do FIBDA, como sempre...

Coloquei uma vinheta com o "Amadora BD" no meio do cartaz, com 40% de transparência no branco - só para ver - e vejam como ficava. Não se perdia a unidade do desenho...

Mas quanto a programação do Festival: nicles! Nada! 

Já cansa bater sempre nas mesmas teclas! Fiquemos portanto por aqui – até mais ver...

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domingo, 6 de outubro de 2013

COM O ZÉ DAS PAPAS (de Bordallo Pinheiro) 33 – SOPAS E CREMES

O Zé das  papas, de Raphael Bordallo Pinheiro

ZÉ DAS PAPAS - 33

SOPAS E CREMES

in Gazeta das Caldas 4 de Outubro de 2013

As sopas, a que a dieta medi­terrânica devolveu ao seu legítimo papel "regulador", constituíram, durante muito tempo, a única refei­ção nocturna.

São usualmente divididas em vários grupos, a saber: claras/consommés, espessas/aveludadas ou cremes/natas/purés, de verduras, especiais e nacionais.

A primeira colherada é nas sopas claras, caldos (carne, galinha, peixe e mariscos), consommés, servidos com alguma decoração. Os ingre­dientes básicos são ossos bovinos, carne de vitela, aves, caça, espinhas de peixes ou verduras como por exemplo cebola dourada, cortada ao melo e com uma casca para dar cor e condimento. O nome do caldo depende dos seus ingredientes, daí os caldo de carne, galinha, peixe e marisco.

Nos consommés temos o consommé de aves, o de caça e o consommé de peixes.

Refiro alguns dos derivados: o aurora, com puré de tomate e aipo, o brunesa, cujo nome advém do tipo de corte dos legumes, o alho porro, a cenoura e o aipo, colocando como decoração cerefólio, o cármen colori­do, com puré de tomate, adicionando pedaços de tomate, em cubos, tiras de pimento verde, arroz e folhas de salsa, o celestine com tiras de pan­quecas. Dos consommés derivados há-os com história, como o consom­mé Du Barry, preferido da condessa do mesmo nome, favorita de Luis XV de França, que leva flores de couve-flor e é aveludado com natas.

Consom­mé Du Barry

Metemos, agora, a colher nas sopas espessas/aveludados ou cre­mes/purés.

Pertencem a esta categoria todas as sopas engrossadas com verduras, arroz, farinha e grãos de cereais ou batata. Em algumas ocasiões utilizam-se natas, manteiga ou ovos para realçar o sabor da sopa.

Os aveludados são preparados com um roux (mistura de farinha e manteiga em partes iguais, mais ou menos escura conforme o tempo de cozedura) e refinam-se com uma ligação de natas, gema de ovo e leite.

Tendo como base os aveludados, podem confeccionar-se, também, os seguintes derivados: Velouté Agnes Sorel (favorita de Carlos VII, de França) - com cogumelos, tiras de língua de vaca cozidas e tiras de peito de frango, Velouté Argenteuil (localidade do Val d'Oise conhecida pelo cultivo de espargos), que leva pontas de espargos e folhas de ce­refólio como complemento, Velouté Hamilton (de cevada com curry e brunesa de verduras), velouté de Cogumelos, com cogumelos cortados finos e guisados, velouté de Marisco, com bisque (caldo de marisco).

Velouté Agnes Sorel - em cima, início da preparação - em baixo, o resultado final

Velouté Argenteuil

Escolhi uma sopa emblemática para fecho de crónica.

Tive em atenção o papel da França no panorama gastronómico interna­cional. Tive, igualmente, em conta a nome de Paul Bocuse, considerado a alma da "nouvelle cuisine"!

Descendente de uma linhagem de restauradores e cozinheiros, que viveram nas margens do Saône a partir de 1765, Paul Bocuse criou, por ocasião da entrega da Legião de Honra que lhe foi atribuída, pelo Pre­sidente da República francesa Valéry Giscard d'Estaing, e pela primeira vez a um cozinheiro, a sopa Eliseé, nome da residência oficial. A sua história é simples: numa jornada de caça na Alsácia, inspirado na empada de frango inglesa, outro cozinheiro, Paul Haeberlin, serviu a Paul Bocuse uma trufa coberta por um folhado ligeiro. Bocuse também não esqueceu o caldo de frango e de vaca que provara com camponeses de Ardêche que a acompanhavam de trufas raladas. "Apenas misturei as duas receitas", disse a Valéry Giscard d'Estaing quando lhe contou a história.

Soupe Elisée de trufas negras

João Reboredo
joaoreboredo@gmail.com

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sábado, 5 de outubro de 2013

352º ENCONTRO DA TERTÚLIA BD DE LISBOA – ANO XXVIII – 1 DE OUTUBRO DE 2013


352º ENCONTRO 
DA TERTÚLIA BD DE LISBOA
ANO XXVIII
1 de Outubro de 2013

CONVIDADO ESPECIAL
Miguel Costa Ferreira

A LESMA - um conto de Miguel Costa Ferreira

O Tertúlia BDzine #179

COMIC JAM 

1 – Miguel Costa Ferreira
2 – João Sequeira 
3 – Pepedelrey
4 – Ana Saúde 
5 – Quico Nogueira
6 – Nuno Duarte

TERTULIANOS QUE MARCARAM PRESENÇA NO DIA 1 DE OUTUBRO DE 2013:
1. Álvaro
2. Ana Saúde
3. António Isidro
4. Carla Costa
5. Cátia Alves
6. Cristina Costa Amaral
7. Falcato
8. Filipe Duarte
9. Helder Jota
10. Hugo Moreira
11. Hugo Tiago
12. Inês Ramos
13. João Amaral
14. João Antunes
15. João Sequeira
16. José Abrantes
17. Luís Nogueira (Quico)
18. Manuel Valente
19. Miguel Costa ferreira
20. Moreno
21. Nuno Duarte 
22. (Outro) Nuno Duarte
23. Pedro Bouça
24. Pedro Vieira
25. Pepe del Rey
26. Sá Chaves
27. Simões dos Santos
28. Sónia Oliveira
29. Victor Jesus

ALGUMAS FOTOS
(fotos de Cristina Amaral - podem ver-se mais fotos AQUI


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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

BDpress #390: NOVO ASTERIX COM OS NOVOS AUTORES – NAS LOJAS A 24 DE OUTUBRO


A AVENTURA DE ASTÉRIX E OBÉLIX NA VELHA ESCÓCIA 
ESTÁ QUASE A CHEGAR ÀS LIVRARIAS

Cláudia Carvalho 
Público online, 02/10/2013 

Apresentação do livro, o primeiro sem Uderzo, aconteceu esta quarta-feira em Paris. 
Livro chega às lojas a 24 de Outubro.

Começou a contagem decrescente para o lançamento mundial da nova aventura de Astérix e Obélix, desta vez por terras escocesas. Astérix entre os Pictos, o 35º volume da colecção e o primeiro livro sem Albert Uderzo, e com a assinatura da jovem dupla Jean-Yves Ferri e Didier Conrad, chega às lojas no dia 24 deste mês. Foi esta quarta-feira apresentado em Paris.

Albert Uderzo, Anne Goscinny, Jean-Yves Ferri e Didier Conrad

Apesar de já não ter o nome nesta história, Albert Uderzo, de 86 anos, e que começou a contar as aventuras de Astérix e Obélix em 1959 com o já falecido René Goscinny, esteve presente na apresentação deste novo livro, que terá uma tiragem de cinco milhões de exemplares e será publicado em 107 línguas e dialectos (incluindo o mirandês). Ao seu lado, em Paris, estiveram, claro, os autores de agora: argumentista Jean-Ives Ferri e o ilustrador Didier Conrad. A dupla contou ao longo deste tempo com Uderzo por perto, que supervisionou o trabalho.

Mas se se esperavam novidades sobre esta viagem que leva Astérix e Obélix a passarem o Canal da Mancha e a subirem à antiga Escócia, onde conhecem os guerreiros Pictos, em Paris apenas se ficou a conhecer a capa do livro. Também já foi dada a conhecer a capa portuguesa.

“Ao mais puro estilo tradicional, Astérix entre os Pictos é uma viagem épica a uma terra cheia de tradições e história”, disse na apresentação o argumentista Jean-Yves Ferri, revelando que nesta aventura os gauleses vão “ao coração da Escócia, onde conhecerão guerreiros aterradores e antigos clãs de Pictos e descobrirão o whisky, as gaitas de foles, as origens da Muralha de Adriano e do Monstro de Loch Ness”. Tudo, explicou, respeitando sempre “o ritmo e o jogo de palavras” dos fundadores da série.

Já Didier Conrad falou de como teve de imitar os traços originais de Uderzo, para que este livro não se descolasse dos anteriores, podendo decepcionar os fãs. “O Asterix é um mito”, disse o ilustrador, acrescentando que ter a oportunidade de desenhar as aventuras de Astérix e Obélix é “algo de extraordinário”. “Um sonho de criança tornado realidade.”

Foi em 2011 que Albert Uderzo anunciou estar “um pouco cansado” depois de 52 anos a desenhar, acreditando também que estava na altura de passar a sua criação a artistas mais jovens que pudessem continuar a história. No entanto, esta quarta-feira na apresentação em Paris, Uderzo admitiu que na altura chegou a temer que as suas personagens viessem a morrer sem a sua assinatura. O que se prova agora que não aconteceu, pelo menos para já. E isto, porque, explicou o francês, o universo Astérix tem “uma identidade muito forte”.

Jean-Ives Ferri (Argélia) e Didier Conrad (França) nasceram em 1959, o ano em que Uderzo e Goscinny revelaram Astérix na revista Pilote.

No entanto, o primeiro livro, Astérix, o gaulês, só saiu em 1961, dando início a uma das mais bem-sucedidas séries de banda desenhada, com mais de 350 milhões de livros vendidos em todo o mundo e traduzidos para mais de uma centena de idiomas.

A parceria entre Uderzo e Goscinny terminou em 1977 com a morte do argumentista, mas o nome de ambos foi sempre mantido na assinatura das histórias.



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terça-feira, 1 de outubro de 2013

60 ANOS DA HISTÓRIA DE PORTUGAL EM CROMOS – 5ª feira, 3 de Outubro – NA BIBLIOTECA NACIONAL


60 ANOS DA
HISTÓRIA DE PORTUGAL 
EM CROMOS
NA BIBLIOTECA NACIONAL

MOSTRA | 3 - 31 outubro | 18h00 Sala de Referência | Entrada livre


Mostra comemorativa dos 60 anos da primeira edição da História de Portugal em cromos (outubro de 1953), uma coleção de 203 cromos vendidos em envelopes-surpresa, que teve edições sucessivas até 1973. Esta mostra inclui os originais da capa da caderneta e de alguns cromos, várias edições das próprias cadernetas e os respetivos envelopes-surpresa, e ainda diversos impressos e publicações que reproduziram ilustrações da coleção.

O seu ilustrador é Carlos Alberto Santos, hoje um reputado pintor especializado em temas históricos, estando representado em coleções privadas e museus em Portugal e no estrangeiro. Nascido em 1933, começou o seu percurso artístico muito jovem como desenhador. Em 1953, após três anos de trabalho, completou a História de Portugal para a Agência Portuguesa de Revistas. A publicação constituiu o maior êxito da conhecida editora no campo do cromo e tem hoje um estatuto mítico nas memórias dos que a colecionaram durante os 20 anos em que foi vendida.

A mostra é organizada por Leonardo De Sá, perito em banda desenhada e ilustração, e João Manuel Mimoso, colecionador de cadernetas de cromos. Será acompanhada de um catálogo em formato e-book e inclui um encontro com o autor Carlos Alberto Santos e com os organizadores da mostra, no dia 18 de Outubro.

Os mesmos especialistas têm em preparação uma exposição alargada sobre O Cromo em Portugal, para novembro de 2014, igualmente na BNP.




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