domingo, 4 de agosto de 2013

GAZETA DA BD (10) – NA GAZETA DAS CALDAS – OS FANZINES DE BANDA DESENHADA

Imagem não publicada por falta de espaço - Nemo nº especial, Fevereiro de 1987

GAZETA DA BD (10)
NA GAZETA DAS CALDAS 
OS FANZINES DE BANDA DESENHADA

in Gazeta das Caldas, 2 de Agosto de 2013

Os fanzines são publicações amadoras, sem intenções de lucro, que versam sobre variados temas afectos à chamada cultura popular, desde a literatura popular (com especial ênfase no género policial), poesia, música, ficção-científica, banda desenhada, etc... A origem da palavra fanzine diz tudo: é a aglutinação da expressão inglesa Fanatic Magazine. Ou seja, magazine dos fanáticos, que por sua vez se designam pela abreviatura “fans” – descartando-se com esta abreviatura o sentido algo pejorativo que a palavra fanático possa ter.

Se bem que já existissem fanzines nos Estados Unidos, desde Outubro de 1919 – com o “Capitain Billy’s Whiz Bang”, sob a forma de pequenas folhas de anedotas, impressas em “stencil” e distribuidas gratuitamente nos hospitais, em Minneapolis, destinadas aos veteranos feridos –, o primeiro fanzine sobre banda desenhada que apareceu intitulava-se “The Story of Superman”, um número único publicado no Verão de 1952 por Ted E. White, em Falls Church, no estado da Virgínia, E.U.A., impresso em “stencil”. Na Europa, o primeiro fanzine foi publicado em 1962 pelo então recém criado Club des Bandes Dessinées, intitulado “Giff-Wiff”, também impresso em duplicador de “stencil”.

Em Portugal considera-se que os fanzines de BD surgiram em Janeiro de 1972, com o “Argon” dirigido por Ricardo Salomão e impresso a duplicador de “stencil”, com bandas desenhadas de jovens alunos do Liceu Nacional Gil Vicente. Isto segundo a moderna acepção do que é um fanzine, uma vez que houve por cá precursores precoces (mesmo a nível mundial) desde, pelo menos 1894, como foi o caso das produções estudantis de Leal da Câmara nesse ano.

O fanzine com maior longevidade editado em Portugal tem sido o “Boletim do Clube Português de Banda Desenhada”, cujo nº1 saiu em Março de 1977, tendo sido publicado em Abril deste ano o nº 136. Existiram no entanto fanzines que ficaram na história da BD portuguesa, como o “Nemo” (1ª e 2ª séries), editado por Manuel Caldas, na Póvoa de Varzim, entre Março de 1986 e Junho de 1998, só para dar um exemplo.

Claro que a grande maioria dos autores de banda desenhada em Portugal (como de resto, um pouco por todo o mundo) iniciaram-se publicando os seus primeiros trabalhos em fanzines, normalmente produzidos por eles próprios, sobretudo com o advento da fotocópia, que tornou a reprodução mais fácil. O grande boom da produção de fanzines ocorreu nas décadas de 1980 e 1990, se bem que ainda sejam produzidos bastantes hoje em dia. Isto embora actualmente os autores prefiram participar em publicações que, apesar de amadoras, se auto-definam como “revistas independentes” e não como fanzines, ainda que tecnicamente o sejam.

Para terminar (por agora) esta breve introdução ao mundo dos fanzines, temos que referir um nome que está indissociavelmente ligado a estas publicações. Trata-se de Geraldes Lino, ele próprio editor de fanzines (ou faneditor, com se define), mas também coleccionador, possuindo eventualmente a maior colecção de fanzines do país. Lino está a ultimar nesta altura o último número da sua série “Efeméride - Heróis de Banda Desenhada no Século XXI”, que já leva cinco títulos editados, a saber: “Nemo no Século XXI” (2005), “Príncipe Valente no Século XXI” (2007), “Super Homem no Século XXI” (2008), "Tintin no Século XXI” (2009) e “Corto Maltese no Século XXI” (2012). São fanzines de grande formato (A3 ao alto), com participações de um vasto leque de autores portugueses.

 Fanzine Nemo, #1 - Março de 1986
 Boletim do Clube Português de Banda Desenhada, #136 - Abril de 2013
 Efeméride - Heróis de Banda Desenhada no Século XXI #5 - Corto Maltese - 2012

Nota: Os dados referentes ao historial dos fanzines que constam neste texto, foram (de forma muito sumária) recolhidos no “Dicionário Universal da Banda Desenhada” de Leonardo De Sá, Pedranocharco Publicações, Caldas da Rainha, 2010 e no “Dédalo dos Fanzines – o Catálogo das publicações Amadores de Banda Desenhada em Portugal” de Leonardo De Sá e Geraldes Lino, Edições Temporárias, Lisboa, 1997.

 Efeméride - Heróis de Banda Desenhada no Século XXI #6 (a sair este ano) - Mandrake, de Miguel Montenegro

Efeméride - Heróis de Banda Desenhada no Século XXI #6 (a sair este ano) - Batman, de Luís Louro

Imagem não publicada por falta de espaço - Efeméride - Heróis de Banda Desenhada no Século XXI #6 (a sair este ano) - Fantasma, de Hermínio


 ______________________________________________________________

sábado, 3 de agosto de 2013

BDpress #378: LÉONARD INVENTA VOLTA À FRANÇA – Pedro Cleto no J.N.


HERÓI DE BD
INVENTA VOLTA À FRANÇA
LIVRO PROTAGONIZADO POR LÉONARD É ÁLBUM OFICIAL DO 100.º TOUR DE FRANCE

Jornal de Notícias, secção Desporto, 22 de Julho de 2013

F. Cleto e Pina

A Volta à França deste ano tem um “álbum oficial” de BD, “Tour de Génie” (Le Lombard), que divertirá os aficionados do ciclismo e será publicitado ao longo das etapas da prova. Protagonizado por Léonard, herói dos quadradinhos remotamente inspirado no célebre Leonardo da Vinci, de quem herdou o génio inventivo, narra com humor a (suposta) criação da principal prova ciclística mundial.

Ambientadas na Idade Média, as anacrónicas e divertidas peripécias originadas pelas geniais e desastrosas invenções de Léonard, contam como co-protagonista com o seu preguiçoso discípulo, simultaneamente ajudante (para o serviço pesado ou arriscado), cobaia e vítima dos inventos.

Será ele, aliás, quem percorrerá centenas de quilómetros em cima de uma bicicleta, numa prova com muitos pontos de contacto com as actuais corridas. Na verdade, o génio inventor não se limitou a criar a prova rainha do ciclismo mundial, mas dotou-a desde logo de todas as características que lhe são reconhecidas: as enormes montanhas, os velozes sprints, a caravana publicitária, a camisola amarela, os beijos ao vencedor e, claro, o doping e o respectivo controlo, que terão importância fundamental no desfecho da história!

“Léonard”, criado por Turk e De Groot em 1975, teve três álbuns editados em Portugal pela Meribérica/Líber, nos anos 1980.


 
 
 

_______________________________________________________

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

REVISTAS DISNEY – AGOSTO – DIVULGAÇÃO

REVISTAS DISNEY
AGOSTO 2013

DAS PUBLICAÇÕES DISNEY RECEBEMOS O MATERIAL QUE SE SEGUE PARA DIVULGAÇÃO

Este mês de agosto traz 6 edições imperdíveis: 4 Comix + BIG + Hiper #9! E embora os “Mágicos de Mickey” tenham chegado ainda no final do mês de julho, eles continuam a sua odisseia de fantasia pelas páginas das edições regulares semanais do mês mais quente do ano. Em agosto não falta nada: histórias clássicas, sagas imperdíveis e o mesmo humor e boa disposição tão características das trapalhadas de Mickey, Donald, Tio Patinhas, Pateta e muitos, muitos mais!!! Sente a emoção, ri até chorares e delicia-te com as bandas desenhadas que todos querem.

Este mês, a diversão não vai ser demais!!!


 

 


 


 

___________________________________________________________


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

ÀS QUINTAS FALAMOS DO CNBDI NO KUENTRO (18) – O BOLETIM BD'INFORMAÇÃO #4 – AS EXPOSIÇÕES (9) – DESENHAR A MÚSICA – DE JOSÉ GARCÊS + O TEXTO DE JOSÉ RUY “AMIGOS DO CNBDI” (15)


ÀS QUINTAS FALAMOS DO CNBDI - 18

O BOLETIM BD'INFORMAÇÃO #4

AS EXPOSIÇÕES (9)
DESENHAR A MÚSICA – DE JOSÉ GARCÊS
27 de Janeiro a 25 de Maio de 2004

Em Janeiro de 2004 inaugurou-se a 9ª exposição na Galeria do CNBDI: Desenhar a Música - de José Garcês, tendo sido editado o respectivo Catálogo (o único que não possuímos) e o Boletim BD'Informação #4. Dado não possuirmos este Catálogo, optámos por transcrever aqui alguns dos textos do BD'Informação #4 sobre José Garcês e a Exposição propriamente dita. Fica também o texto sobre a Associação de Autores de BD (que nunca se concretizou), pelo interesse documental.


Ilustrações de José Garcês - Imagens do Boletim BD'Informação #4

O 4º BD'Informação revela o trabalho contínuo que o Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem [CNBDI] promove ao nível das potencialidades da Banda Desenhada como veículo privilegiado na divulgação de linguagens artísticas. Nesta edição, o destaque vai para a exposição "Desenhar a Música", onde, a par do talento indiscutível das pranchas de José Garcês, agradecemos a colaboração científica do Museu da Música.

Além disso, vai ainda ser apresentada informação acerca da realização do 2º Encontro de Autores de BD, Ilustração, Cartoon/Caricatura e Cinema de Animação. No próximo encontro, serão propostos os estatutos de uma associação, ambição antiga daqueles profissionais. O desafio está lançado, e o BD'Informação apresenta-se cada vez mais como uma peça na construção contínua do projecto de Banda Desenhada no Município da Amadora, onde o desenvolvimento da vertente editorial é uma aposta na resposta às constantes solicitações de informação sobre a nona arte.

A Vereadora do Pelouro da Cultura
Maria João Bual Salvado

José Garcês

José Garcês nasceu em Lisboa em 1928, fez o curso de Artes Gráficas da Escola e Decorativas António Arroio, sem nunca deixar esmorecer o sonho de poder criar o seu caminho artístico. A vocação para o desenho e as artes gráficas em geral, desde cedo se manifestaram, tendo recebido o seu primeiro prémio com apenas 15 anos de idade. A partir de então participou em praticamente todas as publicações e iniciativas de banda desenhada que se realizaram em Portugal.

Os trabalhos que lhe granjearam maior reconhecimento fê-los no âmbito da banda desenhada histórica, na dedicação à ilustração animal e às construções de armar. Mas, José Garcês não é apenas um desenhador de histórias aos quadradinhos. O empenhamento, a dedicação e a preocupação de grande rigor documental que dedicou à sua arte fizeram com que fosse sempre muito solicitado para trabalhar nos mais variados domínios.

Para além desta relação com o Mosteiro da Batalha, encetada em 1980, com uma mostra sobre Alabastros Medievais Ingleses, a que se seguiu A Música no Século XV, participou na XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura (1983), desenhou uma colecção de selos para os CTT, fez ilustração animal para o Museu de História Natural da Faculdade de Ciências e especializou-se em temáticas náuticas e militares, sendo de sua autoria o desenho de uniformes militares publicado pelo Ministério da Defesa Nacional em 1960.

Grande parte da sua obra foi doada à cidade da Amadora e encontra-se no arquivo de originais do CNBDI.

Pela importância que assumiu na promoção da Nona Arte, pela qualidade artística multifacetada que desenvolveu numa carreira de grande coerência, José Garcês foi homenageado pela Câmara Municipal da Amadora com a Medalha de Ouro Municipal e, em 1999, com a atribuição do Troféu Honra Zé Pacóvio e Grilinho. Data ainda desse ano a realização de uma exposição retrospectiva na Galeria Municipal Artur Bual. Na sequência dessa homenagem foi editada uma monografia, em 2002, a que foi dado o título As Fases Diversas, da autoria de Leonardo De Sá e António Dias de Deus.

Nota: O Kuentro dedicará o próximo Às Quintas Falamos do CNBDI no Kuentro ao 4º título da Colecção NonArte, precisamente José Garcês – As Fases Diversas, de Leonardo De Sá e António Dias de Deus.

Desenhar a Música

A abordagem da banda desenhada quer enquanto expressão artística, com uma estrutura narrativa própria, quer na sua relação com todas as outras formas de arte, inciuindo, as mais próximas como a iiustração, a caricatura e o cinema de animação tem sido um dos eixos norteadores do trabaiho desenvoivido no Centro Nacionai de Banda Desenhada e Imagem, e também um dos seus maiores desafios.

Neste sentido, entrados no quinto ano de actividade do CNBDI e, continuando, a linha de orientação assumida, pareceu-nos oportuno encetar uma nova relação, desta vez com a Música, com vista à organização de uma exposição de grande divulgação de um autor português para públicos de todas as idades, animando-a de forma a trabalhar com as escoias em gerai, e as de música em particular e, sobretudo, dotá-la de informação, adequada e rigorosa, sobre a música e os instrumentos musicais representados nas pranchas.

O apoio científico, fundamental num projecto com estas características, foi assegurado através de um protocolo estabelecido entre a autarquia e o Museu da Música, que desde o primeiro encontro se manifestou inteiramente disponível e nos apoiou com informação escrita e iconográfica especialmente produzida e seleccionada para Desenhar a Música.

Também a firma Diapasão aderiu à iniciativa e cedeu os instrumentos musicais que os mais jovens têm à sua disposição. Um agradecimento ainda aos Segreis de Lisboa que nos facultaram a sua música para a realização do diaporama sobre os instrumentos musicais dos sécs. XV e XVI.

Associação de Autores
Encontro dia 26 de Fevereiro

A criação de uma Associação de Autores de Banda Desenhada, Ilustração, Cartoon/Caricatura e Cinema de Animação é o objectivo central do grupo de trabalho que se constituiu em Outubro, no âmbito do Festival Internacional de BD da Amadora, e por proposta de diversos autores.

Na primeira reunião, que se realizou no Auditório Municipal, e que contou com mais de 40 autores, ficou decidida, entre outras propostas, a criação de um fórum de discussão na Internet (http://br.groups.yahoo.com/group/CriadoresImagem/) que, até ao momento, registou inúmeras opiniões e propostas para que a Associação seja uma realidade a breve tempo. Agora, e para dar sequência ao trabalho desenvolvido ao longo destes meses, realiza-se no dia 26 de Fevereiro, pelas IA.30 horas, no Centro Nacional de BD e Imagem, o segundo encontro de autores que servirá para apresentação da Carta de Intenções do Autor, que é um documento no qual se referem os interesses e necessidades dos autores, discussão dos futuros estatutos da Associação, tendo por base soluções encontradas em outros países e, igualmente, a Indicação dos autores que vão integrar os órgãos sociais da Associação.

Neste sentido, fica, desde já, o convite a todos os autores para que compareçam no CNBDI por forma a, em conjunto, se discutir mais amplamente a constituição da Associação, um projecto que ao longo dos últimos anos tem sido debatido mas não levado à prática, por diversos motivos.

Nota do Kuentro: Claro que esta Associação nunca foi avante!!!

Capa do Catálogo da Exposição (reprodução cedida por Dâmaso Afonso)

AS FOTOS DA EXPOSIÇÃO
Do arquivo de Dâmaso Afonso






 ___________________________________________________________

No blogue As Leituras do Pedro, de Pedro Cleto, pode ler-se AQUI uma entrevista com José Garcês, de onde foram "sacadas" as fotos abaixo.



___________________________________________________

AMIGOS DO CNBDI (15)
José Ruy



Em Abril de 2011, o serão «Às Quintas Falamos de BD» foi dedicada ao SAM, o autor da famosa personagem «O Guarda Ricardo», que se publicou durante bastante tempo no jornal «Notícias da Amadora» e no «Epresso». O seu nome completo era Samuel Azavey Torres de Carvalho.

O Sam era um dotado criador de coisas sem senso. Conheci-o quando estava na Bertrand, na instalação da Venda Nova. Ele trabalhava na «Sorefame» e era amigo do António Ramos, o editor, passando normalmente pela redação nos fins de tarde, fazendo parte de uma tertúlia parecida com a que se formara nas Edições O Mosquito nos anos 40 do século XX. Espantava-se como as legendas da revista «Tin-Tin» eram feitas manualmente, e admirava a destreza do Mário Correia a executá-las. Dizia que se não visse, não acreditava, julgando que esse trabalho era feito à máquina. Juntava-se a ele o José Galvão, que hoje também recorda esses saborosos encontros.

O Sam criava objetos que não serviam para nada, a não ser para provocar o riso a quem os via, como um funil com o bico voltado ao contrário e com a ponta tapada, uma cadeira com falta de uma perna ou sem fundo, uma torneira cuja peça de abertura terminava num nó, impedindo a passagem de qualquer líquido e objetos do género, fruto da sua fértil imaginação.

Mas a sua popularidade ficou a dever-se à figura do «Guarda Ricardo» realizado em traços simples e cheios de movimento, em tiras curtas onde contava pequenas histórias sempre oportunas a propósito de situações vividas no cotidiano. Começou a sua publicação no «Notícias da Amadora em 1971 e depois continuou no semanário Expresso. Mas tinha já publicado outras personagens da sua imaginação, como «Eloisa» na Flama e no Jornal do Comércio.

O ator e encenador Mário Viegas realizou uma série de pequenos filmes inspirados nos cartoons do Sam.

Na apresentação esteve também o diretor do Notícias da Amadora, que na altura tinha já suspendido a sua publicação que se mantivera estoicamente desde 25 de Outubro de 1958.

O grande interesse nestas sessões tem sido sempre a presença de alguém que se recorda de peripécias desconhecidas do grande público ou vai acrescentando mais algum pormenor ao assunto em foco, o que enriquece o evento e lhe empresta um colorido especial.

Como apoio às palestras há sempre uma projeção em vídeo dividindo-se a sessão em duas partes, uma em que os apresentadores vão acompanhando as imagens dando explicações, e depois quando os assistentes passam a participar diretamente. Então o evento transforma-se em verdadeira tertúlia e todos no final saem com maior conhecimento do assunto, incluindo por vezes os próprios palestrantes.

Quanto a mim é a este facto que se deve o êxito comprovado de «Às Quintas Falamos de BD» e como os temas têm sido de grande interesse, o público mantém-se fiel.

Afinal a BD ou HQ está presente em praticamente todos os assuntos que se queiram abordar. Encontra-se sempre um relacionamento a este género de narrativa qualquer que seja o tema escolhido, e a provar isso é a lista de eventos realizados já entre 2011 a 2013 e que irei dando nota nestes escritos.

Na sessão a seguir a esta, a última realizada em 2011, focou-se o aliciante tema: «Novos Caminhos para a BD».

Vejamos no que resultou…

(continua...)

___________________________________________________

 
Locations of visitors to this page