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quarta-feira, 5 de março de 2014

BDpress 409: A MORTE DE FRANÇOIS CAVANNA


François Cavanna (1923-2014): a França perdeu “um monumento nacional”

Público.pt, 30/01/2014 
Inês Nadais 

O fundador dos históricos Hara-Kiri e Charlie-Hebdo, publicações que descompuseram o até aí muito burgês (e muito “próprio”) humor francês, morreu a poucas semanas de fazer 91 anos.

François Cavanna tinha cada vez mais dificuldades em fazer-se obedecer pela caneta. Resolveu falar disso, da sua inimiga “Miss Parkinson”, em 2010, num livro de 280 páginas, Lune de Miel (Gallimard), que acabaria por ser o seu testamento – “É preciso estar-se sempre ocupado, se não pensa-se muito. Não se pode pensar. Eu mantenho-me ocupado, jurei a mim mesmo que vou voltar a ter uma caligrafia legível (…). Tenho de falar, ou então morro. E a minha palavra é a escrita. À mão. Enquanto puder escrever uma linha, estarei entre os vivos” –, embora tenha acabado por ser derrotado não pela doença de Parkinson mas pelas complicações pulmonares que se seguiram a uma fractura no fémur. Ia fazer 91 anos no dia 22, estava internado no Hospital Henri-Mondor, em Créteil, arredores de Paris, onde, muito boemiamente, só morreu depois de lhe ser concedido um “último desejo”: salsichas e uma cerveja.

Foi proletária a sua última refeição, tal como foi proletária a sua infância em Nogent-sur-Marne (era o filho único de um pedreiro italiano, e de uma dona-de-casa) e como viria a ser proletário o seu humor, que o próprio definiria como “um uppercut” apontado ao nariz empinado do humor bon chic, bon genre da França pré-Maio de 1968.

Mas isso, as aventuras, agora históricas, do Hara-Kiri e do Charlie Hebdo – publicações com as quais fundou, mais do que dois jornais, todo “um género”, como sublinha Delfeil de Ton, seu companheiro de ambas as redacções, na sua crónica semanal do Nouvel Observateur –, foi depois. Antes houve essa infância numa não muito “douce France” que se abespinhava com a forma como os filhos dos imigrantes estavam a mudar a língua para pior, a escola pública onde se apaixonou irremediavelmente pelos livros e, mesmo sendo filho de imigrantes, foi o melhor aluno (“Tive a sorte de ser filho de pobres, punham-nos na escola primária enquanto os pais iam trabalhar. Fui imediatamente arrebatado pela escrita, pela palavra impressa. Tornou-se um vício”, disse à AFP em 2008) e os empregos como funcionário dos correios e como pedreiro.

E também houve, porque entretanto a Europa estava partida ao meio e a França era território ocupado pelos nazis, os dois anos e meio no campo de trabalho de Baumschulenweg, na periferia de Berlim – foi colocado na fábrica de munições Graetz A.G., onde voltou a apaixonar-se, desta vez quase até à morte, por uma ucraniana, Maria Tatartchenko, que perderia de vista no final da Segunda Guerra Mundial. De tudo isso – a infância, a Alemanha, Maria – fez uma trilogia autobiográfica de grande sucesso popular: Les Ritals (1978), Les Russkofs (1979) e Maria (1985), respectivamente. Mas esses são apenas três dos seus livros: ao todo, escreveu quase 60.

É também por causa deles, dos livros onde se revelou uma espécie de Rabelais contemporâneo, que o Nouvel Observateur lhe chamou hoje “monumento nacional”. Mas o grande e verdadeiramente revolucionário contributo de François Cavanna para a cultura francesa foram mesmo as duas revistas que fundou com Georges Bernier, o ex-estucador e ex-paraquedista que conheceu no jornal Zéro e com quem passou seis anos a sonhar fazer um humor “bête et méchant”, um humor finalmente impróprio para os salões da burguesia parisiense, que fosse “uma forma cruel de dizer coisas cruéis sem as embrulhar”. O Hara-Kiri, de que foi um chefe de redacção lendário, saiu pela primeira vez a 9 de Setembro de 1960 e fundou, além de “um género”, uma geração sem precedentes de desenhadores e humoristas de imprensa – “comparável”, escreve o Le Monde, “à que fundou a comédia à italiana”. Entre os muitos que passaram pelo Hara-Kiri, Topor, Gébé, Cabu, Reiser, Wolinski, Delfeil de Ton.

Foram anos felizes, mas também anos difíceis: multas, censuras, interdições (a primeira logo dez meses depois do primeiro número, depois de o jornal mensal ter sido considerado “perigoso para juventude”, a segunda em Julho de 1966). “Hoje o Hara-Kiri é visto e admirado como um sucesso. Mas no período da sua maior difusão era unanimemente odiado pela imprensa e pelos artistas. Reprovavam-nos o nosso mau gosto. Éramos um grupo de bandidos, de marginais, de revoltados”, recordou, em 2010, numa entrevista ao mesmo Le Monde.

Ainda assim, o Hara-Kiri era inquestionavelmente um sucesso – ao ponto de, em Fevereiro de 1969, a direcção decidir lançar uma versão semanal da revista, o Hara-Kiri Hebdo, que em Novembro de 1970 faria com a morte de Charles de Gaulle a sua capa mais memorável (e mais escandalosa): “Bal tragique à Colombey: 1 mort”. Nova interdição, mas a vida continuava, agora sob outro nome igualmente mítico: Charlie Hebdo.

A chegada da esquerda ao poder em França marcou o declínio de ambas as publicações: o Charlie Hebdo desapareceria a 23 de Dezembro de 1981, poucos meses depois da tomada de posse de François Mitterand como Presidente da República, o Hara-Kiri continuaria a sair até Fevereiro de 1986.

À esquerda da esquerda

Entregue aos livros, à família e às suas muitas causas de esquerdista “à esquerda da esquerda”, François Cavanna acabou no entanto por nunca se afastar muito do mundo onde se fez como autor – mantinha, todos estes anos depois, o seu pequeno estúdio num rés-do-chão da Rue des Trois-Portes, no Quartier Latin, um estúdio que era tudo o que sobrou dos 650 metros quadrados onde o Hara-Kiri e o Charlie Hebdo tiveram as suas redacções e que, diz o Libération, “se dissolveram em bolhas de champanhe”.

Continuou a escrever em jornais – via-se, aliás, “a escrever até aos 100 anos” – e dispôs-se até a colaborar com uma crónica semanal quando, em 1992, Philippe Val relançou o Charlie Hebdo, que até hoje chega semanalmente às bancas francesas em versão “mais responsável, mais social-democrata”. Mas já não se revia completamente no humor do jornal que ele próprio fundou: “Nós pertencemos a uma esquerda desabrida, anarquista. Com um humor muito pouco caridoso. Entretanto os tempos tornaram-se cautelosos e a esquerda já não significa nada de muito preciso.” Em parte, o seu actual director deu-lhe razão hoje em declarações à RTL, depois de enfatizar que Cavanna esteve “na origem de uma mini-revolução na imprensa e na maneira de rir”: “Tornou-se adulto demasiado cedo, como contou em vários dos seus livros, e também se revoltou muito cedo contra tudo o que viu. Guardou essa raiva da adolescência até ao fim.”

Já depois da doença de Parkinson, mas ainda antes de morrer, deixou-se filmar por Denis Robert, jornalista do Libération, para o documentário Jusqu’à l’ultime seconde, j’écrirai, que nenhuma das grandes cadeias do audiovisual francês (France 5, ARTE, Canal+) quis coproduzir e acabaria por ser viabilizado em regime de crowdfunding. “Bizarramente, desde esta manhã, as mesmas grandes cadeias de televisão que me recusaram o tema não param de me telefonar”, comentou Robert ao Le Monde. O filme deverá sair em sala ainda este ano e nele, apesar de contracenar com Miss Parkinson, François Cavanna – grande cabeleira branca, “magnífico bigode gaulês” – voltará a ser “o homem bom e inteligente, o filósofo sempre pertinente” que foi, diz quem estava lá e viu, até ao tal último segundo.

Já depois da doença de Parkinson, mas antes de morrer, deixou-se filmar por Denis Robert, jornalista do Libération, para o documentário Jusqu’à l’ultime seconde, j’écrirai; o filme deverá sair em sala ainda este ano

O primeiro número da revista "Charlie Hebdo"


Hara Kiri #1


Cavanna 1975

Cavanna no seu gabinete do "Charlie Hebdo" em Outubro de 1978

Em 1987 in Paris, Francois Cavanna e Georges Bernier, ou "professeur Choron" comemoravam o 300º número da "Hara-Kiri", que eles fundaram

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O BDjornal #30 - AMANHÃ ESTARÁ À VENDA NO STAND PEDRANOCHARCO – XXIV FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DA AMADORA 2013


Ilustração de Nuno Saraíva, originalmente publicada em Há Fado nas tasquinhas e restaurantes da Mouraria, editado pela Associação Renovar a Mouraria, Dez 2012

O BDjornal #30
ESTARÁ AMANHàÀ VENDA
NO STAND PEDRANOCHARCO

XXIV FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DA AMADORA 2013

Do EDITORIAL alargado (não coube – nem metade – na 1ª página da edição impressa):

Era nossa intenção terminar a publicação do BDjornal com este #30, mas... chegámos à conclusão que, se calhar seria mais interessante terminar no #32, em 2015, quando se completarem 10 anos de edição – a sair precisamente no Festival de Beja, que foi onde o BDj nasceu: o BDjornal #1 saiu no 1º Festival de BD de Beja, publicando quase todo o programa do Festival. Assim, ainda teremos pano para mais algumas (duas) mangas... Já agora, em 2015 a Pedranocharco fará 20 anos. Um duplo aniversário a comemorar, portanto.

Cumprindo uma promessa feita no ano passado, não falaremos este ano do Festival da Amadora no BDjornal. Ao fim de vinte anos a apontar o que nos parecia não estar bem realizado no FIBDA, sem grandes resultados, chegámos à conclusão de que não valia a pena o esforço inglório (porque para criticar é preciso ver, analisar e perceber o que está menos bem e podia estar melhor - o que dá algum trabalho). As pessoas neste país, gostam mesmo é que se diga apenas bem das realizações, ignorando, ou reagindo muito mal às críticas construtivas que se lhes fazem.

A matéria sobre o web magazine Aces Weekley, que o brtânico David Lloyd (o desenhador de V for Vendeta) se lembrou, em boa hora, de iniciar, com dezenas de desenhadores de vários países e que, a partir de 14 de Outubro, passou a integrar o português Carlos Páscoa, é um daqueles projectos fascinantes que nos entusiasmam. Pena que, como o próprio Lloyd diz, na pequena entrevista que lhe fizemos sobre Aces Weekley, o público afecto à banda desenhada ainda não esteja habituado (e não só em Portugal, como pensávamos que era) a consumir revistas – ou livros - publicados online (pagos, já agora, como os impressos, mas muito mais baratos porque não têm as despesas de impressão). Magazines de BD publicados na internet em Portugal, ocorre-nos apenas o The Lisbon Studio Mag (gratuito), apesar de conhecermos uma série de autores a utilizar o meio para publicar histórias em episódios.

Prosseguindo o trabalho de entrevistar autores portugueses de Banda Desenhada, iniciado no BDjornal #26 – em que apesar do “portugueses” incluimos também uma entrevista com um brasileiro (Julio Shimamotto) – era fundamental entrevistar Nuno Saraiva, o único autor que neste país trabalha exclusivamente para periódicos. Com apenas dois álbuns criados de raíz para esse fim (os outros são compilações ou participações colectivas), Nuno Saraiva desenvolve um trabalho semanal metódico, profissional quanto baste, produzindo tanto bandas desenhadas curtas como ilustrações, para os periódicos que contratam os seus serviços. Construiu a sua “imagem de marca” a que chamámos “o burlesco satírico-erótico”, depois da colaboração com Júlio Pinto (iniciada com Zé Inocêncio, n’O Inimigo e depois com Filosofia de Ponta, n’O Independente) e, mesmo depois da morte deste jornalista, publicitário, activista político, argumentista... continuou nessa linha, que tem contribuído para o seu reconhecimento como autor a nível nacional.

Depois o texto de Nuno Franco sobre Chantal Montellier, a autora francesa conhecida como a “Georgette Orwell” da BD franco-belga, justamente pelos temas que aborda, sempre a denúncia do estado policial, da exclusão dos desfavorecidos, em suma da sociedade com toda a sua espécie de injustiças e de ditaduras mas também abordando o sofrimento ditado por doenças incuráveis... Trata-se da primeira mulher a colaborar como autora na mítica revista Métal Hurlant e isso quer dizer muita coisa.

Os temas de crítica ou de História da BD/Ilustração formam um bloco de qualidade de topo, como é apanágio dos colaboradores habituais do BDjornal:

O texto de João Miguel Lameiras (este não censurado pela DC Comics) sobre Lanterna Verde/Arqueiro Verde, que devia ter saído como está nesta edição do BDj, no volume 10 da colecção DC Comics editada pela Levoir em colaboração com o jornal Público. A apreciação crítica de João Ramalho-Santos a Les Ignorants, de Étienne Davodeau. A longa prelecção analítica de Pedro Moura sobre os super-heróis. Também a continuação da história dos Pioneiros do Modernismo Português, com a biografia do ilustrador Correia Dias, por Osvaldo Macedo Sousa. A leitura de Anos Dourados, de Marco Mendes, por Sara Figueiredo Costa. Ou as apreciações das leituras de Pedro Cleto.

E não podia faltar Tex Willer, com a continuação de Desenhadores de Tex – Ensaios Biográficos (parte 3), ou a apreciação de Pedro Cleto ao Tex Gigante #27 – A Cavalgada do Morto...

Depois as colaborações do Brasil, com destaque para a qualidade analítica de Edgar Indalécio Smaniotto, sobre o que se vai publicando no Brasil, de e sobre Histórias em Quadrinhos, mas também com a estreia no BDjornal de Ezequiel Guimarães (em parceria com o nosso já conhecido Júlio Scheneider).

Por fim, as reportagens dos Salões de BD de Moura e Viseu, dos Festivais de BD de Beja e da Corunha e do Iberanime LX2013.

Enfim, muita matéria para leitura.

ÍNDICE DE MATÉRIAS

4 – Aces Weekly – o magazine de BD da era digital, com uma curta entrevista com David Lloyd, J. Machado-Dias e Carlos Páscoa
9 – Carlos Páscoa na Aces Weekly – The Statue, J. Machado-Dias
10 – Nuno Saraiva – Para uma Bio-bibliografia, J. Machado-Dias
24 – Entrevista com Nuno Saraiva, J. Machado-Dias
33 - Lanterna Verde/Arqueiro Verde - Uma saga de uma era de mudança, João Miguel Lameiras
38 – Uma palavra sobre Super-Heróis, Pedro Moura
45 – Catálogo para uma releitura, Anos Dourados de Marco Mendes, Sara Figueiredo Costa
46 – Chantal Montellier, Nuno Franco
54 - Exercícios (possíveis) de interdisciplinaridade – “Les Ignorants”/”The Initiates”
de Étienne Davodeau, João Ramalho-Santos
58 - Fernando Correia Dias e os Pioneiros do Modernismo, Osvaldo Macedo de Sousa
65 – Astronauta – Magnetar, Pedro Cleto
66 - IR$ Team #1 – Football Connection, Pedro Cleto
67 – Le Client, Pedro Cleto
68 – Tex Gigante #27 – A Cavalgada do Morto, Pedro Cleto
70 – Os Desenhadores de Tex – Ensaios Biográficos (3), J. Machado-Dias
87 - Resenha Teórica – Série Quadrinhos Poético-Filosóficos, Edgar Indalécio Smaniotto
88 – HQ Brasil – Seguindo seu próprio Camiño di rato, Edgar Indalécio Smaniotto
90 – Entrevista com Mureno Burattini, Ezequiel Guimarães e Júlio Scheneider
92 – XVIII Salão Internacional da Banda Desenhada de Moura, J. Machado-Dias
95 – IX Salão Internacional de Banda Desenhada de Beja, Diogo Campos
99 – XVIII Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, Luís Beira, Carlos Almeida, José Carlos Francisco
103 – Iberanime LX2013, Pedro Trabuco
105 – XVI Viñetas Desdo o Atlántico, Diogo Campos

COLABORAÇÕES: Carlos Páscoa, Clara Botelho, David Lloyd (textos originais sobre Aces Weekly), Diogo Campos, Edgar Indalécio Smaniotto, Ezequiel Guimarâes, João Miguel Lameiras, João Ramalho-Santos, José Carlos Francisco, Julio Schneider, Luís Beira, Carlos Almeida, Nuno Franco, Nuno Saraiva, Osvaldo Macedo de Sousa, Pedro Cleto, Pedro Trabuco, Pedro Vieira Moura, Sara Figueiredo Costa

  
  

O material de DogMendonça e Pizzaboy III - a sair durante o XXIV AmadoraBD -, enviado por Filipe Melo, chegou-nos mesmo em cima do fecho desta edição do BDjornal...

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

O BDjornal #27 E A NOVELA GRÁFICA "LI MOONFACE", NAS LOJAS FNAC

O BDjornal #27 e a novela gráfica Li Moonface, de Fernando Relvas já estão (finalmente) nas lojas FNAC por todo o país!!!



AS 15 LOJAS:

FNAC ALFRAGIDE
C. C. Alegro Alfragide - Loja 52
Av. dos Cavaleiros
2790-045 Alfragide

FNAC ALMADA
Almada Forum
Caminho Municipal, nº 1101 - Loja nº 1.49
Vale de Mourelos
2800 Almada

FNAC ALGARVESHOPPING
Algarveshopping
Lugar da Tavagueira - Loja A 006/105, Guia
8200-417 Albufeira

FNAC BRAGA
Shopping Braga Parque - loja323
Quinta dos Congregados - S.Vitor
4710-427 Braga

FNAC CHIADO
Armazéns do Chiado
Rua do Carmo, nº 2 - Lojas 407
1200-094 Lisboa

FNAC CASCAISHOPPING
C. C. Cascaishopping
Est. Nac. nº 9, Centro CascaiShopping - Loja nº 0084/85
2645-543 Alcabideche

FNAC COLOMBO
C. C. Colombo
Avª Lusíada - Centro Colombo - Loja A - 103
1500-392 Lisboa

FNAC VASCO DA GAMA
C. Vasco da Gama
Av. D. João II, Lote 1.05.02
1990-094 Lisboa

FNAC COIMBRA
Forum Coimbra - Loja 1.03
Quinta de S. Gemil
Planalto Sta. Clara
3044-520 Coimbra

FNAC MADEIRA
Madeira Shopping
Caminho Sta Quitéria, 45 - Loja 1001
9024-501 Funchal

FNAC MAR SHOPPING
Mar Shopping
Avenida Oscar Lopes
Leça da Palmeira
4450 Matosinhos

FNAC GAIASHOPPING
C. C. GaiaShopping
Avª dos Descobrimentos, 549 - Loja 206
4404-503 Vila Nova de Gaia

FNAC STª. CATARINA
Edifício Palladium
Rua Stª Catarina, 73
4000-449 Porto

FNAC NORTESHOPPING
C. C. NorteShopping
Rua Sara Afonso, 205 - Loja nº 206
4460-841 Senhora da Hora

FNAC VISEU
C. C. Palácio do Gelo
Quinta da Alagoa - Loja 118
3500-606 Viseu
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sábado, 11 de junho de 2011

O BDjornal #27, A NOVELA GRÁFICA "LI MOONFACE" DE FERNANDO RELVAS E O "DICIONÁRIO UNIVERSAL DA BANDA DESENHADA" DE LEONARDO DE SÁ, À VENDA NOS POSTOS HABITUAIS...




Os dados indicados abaixo estão também nas páginas do Kuentro, cujos links se encontram aqui no início da coluna do lado direito, onde também se podem consultar indicações sobre o modo de efectuar compras online, através do email bdjornal@gmail.com

Chamamos a atenção de que já se encontra (também aqui na coluna da direita)
o Catálogo Pedranocharco - 2ª fase - a partir de 2004.

O BDjornal #27, de Maio 2011, a novela gráfica LI MOONFACE, de Fernando Relvas e o DICIONÁRIO UNIVERSAL DA BANDA DESENHADA - pequeno léxico disléxico, de Leonardo De Sá, estão à venda nas seguintes lojas, para quem o quiser adquirir em mão:

ALMADA

A Livraria
Rua Luís de Queiroz

BRAGA

Livraria Centésima Página
Casa do Rolão - Avenida Central, 118-120

CALDAS DA RAINHA

Papelaria Vogal
Av. 1º de Maio

Papelaria Alex – Centro Comercial Avenida
Av. 1º de Maio

COIMBRA

Livraria Dr. Kartoon
R. da Manutenção Militar, 15

FIGUEIRA DA FOZ

Galeria Tubo D'Ensaio
Rua 9 de Julho, 19ª, 1º

FUNCHAL

Livraria Sétima Dimensão – Galerias 5 de Outubro
Rua 5 de Outubro, 58 - loja P

GUIMARÃES

Livraria A. M. Pinto Santos, Lda.
Rua de Sto. António, 137 r/c

LISBOA

Kingpin Books
Rua Quirino da Fonseca, 16 B

Livraria Tema - Restauradores
Av. da Liberdade, 9 - loja 1

Livraria Tema – Centro Comercial Colombo
loja 2003

Livraria Letra Livre
(Na Galeria Zé dos Bois)
Rua da Barroca, 59 - Bairro Alto

Vilelivros
Calçada do Duque, 19 A

PORTO

O Lobo Mau (ex-Central Comics)
Rua do Bonjardim 618 C
Galerias D. Henrique

Mundo Fantasma
Av. da Boavista 267 – 1º - loja 509-510

UNICEPE
Pr. Carlos Alberto 128-A

Livraria Utopia
Rua da Regeneração, 22


SÓ O DICIONÁRIO UNIVERSAL DA BANDA DESENHADA:

Livraria Almedina Arrábida Shopping
Praceta Henrique Moreira, 244
Arrábida Shopping, Loja 290
4400-475 VILA NOVA DE GAIA

Livraria Almedina Atrium Saldanha
Atrium Saldanha - 2º Piso, Loja 71
1050-094 LISBOA

Livraria Almedina Estádio Cidade de Coimbra
Estádio Cidade de Coimbra | Rua D. Manuel I, nºs 22 e 23
3030-320 COIMBRA

Livraria Almedina Centro de Arte Moderna
Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian, Rua Dr. Nicolau
Bettencourt, Nº 8
1050-078 LISBOA

Livraria Galileu
Av. Valbom nº 24 A
2750-508 CASCAIS

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

O BDjornal #26 E O DICIONÁRIO UNIVERSAL DA BANDA DESENHADA JÁ ESTÃO À VENDA NAS LOJAS FNAC


O BDjornal #26 e o DICIONÁRIO UNIVERSAL DA BANDA DESENHADA já estão à venda nas lojas FNAC, assim como nos pontos de distribuição da Pedranocharco.

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

LANÇAMENTO – APRESENTAÇÃO DO DICIONÁRIO UNIVERSAL DA BANDA DESENHADA: pequeno léxico disléxico NO 21º AMADORA BD 2010 – DIA 6 (AMANHÃ-SÁBADO) ÀS 15h30

Tal como noticiámos no último post aqui no Kuentro, será lançado amanhã, sábado, dia 6 de Novembro pelas 15h30, no Auditório do 21º Amadora BD (piso inferior do Fórum Luís de Camões, na Brandoa), o Dicionário Universal da Banda Desenhada – pequeno léxico disléxico, da autoria do investigador Leonardo De Sá e editado pela Pedranocharco Publicações. A apresentação da obra será feita pelo jornalista do Público, Carlos Pessoa, que é também o prefaciador do livro.

O Dicionário Universal da Banda Desenhada – pequeno léxico disléxico é um glossário enciclopédico que ajuda a compreender os termos e expressões empregues em vários países, assim como os assuntos e detalhes relacionados com a banda desenhada a nível internacional.

Trata-se de um livro essencial para conhecermos melhor o mundo dos quadradinhos, nos seus significados e na sua história, com a abordagem também de muitos outros temas próximos da BD – como a caricatura, o cartoon, as colecções de cromos ou as fotonovelas.


Recordamos que o Dicionário Universal da Banda Desenhada – pequeno léxico disléxico, de Leonardo De Sá, estará à venda no 21º Amadora BD, no stand Pedranocharco, dias 6 e 7, ao preço especial de lançamento de €12,00 (preço posterior: € 16,00).

Formato 16 x 23 cm, 202 págs. + capas, p&b c/ capa a cores.

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

LANÇAMENTO DIA 6, NO 21º AMADORA BD DO "DICIONÁRIO UNIVERSAL DA BANDA DESENHADA - pequeno léxico disléxico", DE LEONARDO DE SÁ

Será lançado no próximo Sábado, dia 6 de Novembro pelas 15h30, no Auditório do 21º Amadora BD (piso inferior do Forum Luís de Camões), o Dicionário Universal da Banda Desenhada – pequeno léxico disléxico, de Leonardo De Sá, editado pela Pedranocharco Publicações.


O Dicionário Universal da Banda Desenhada – pequeno léxico disléxico foi publicado parcialmente no BDjornal, entre os números 14 (Junho de 2006) e 25 (Maio de 2010). Os leitores do BDjornal sabem de que tipo de obra exaustiva se trata, mesmo tendo o conjunto sido inteiramente revisto para a publicação em livro.

Para o público em geral, convém talvez fazer uma pequena apresentação.

Como diz o próprio autor na Introdução: “O presente glossário enciclopédico comporta várias centenas de termos internacionais comentados e, quando relevante, colocados no seu contexto histórico, relativos aos quadradinhos e processos ou géneros afins — o que já tinha efectuado anteriormente com o investigador António Dias de Deus para o livro Os Comics em Portugal: Uma História da Banda Desenhada (1997), mas então de forma substancialmente mais simples. Mantive o estilo que adoptámos nessa primeira versão — entre a brincadeira, o duplo sentido e a seriedade enfadonha que caracteriza a maior parte dos dicionários —, porque me parece coadunar-se mais perfeitamente com a matéria estudada...

Para além das locuções portuguesas e estrangeiras próprias da BD, acrescentei muitas outras que têm com ela estreitas relações, a nível literário, gráfico, editorial, mediático ou outro — mas deixei, no entanto, de fora os vocábulos técnicos do desenho e aqueles que são de utilização demasiado limitada, por me parecerem de interesse mais restrito para a matéria em análise (…)”

Trata-se portanto de um léxico que ajuda a perceber do que falamos, quando referimos determinados assuntos relacionados com banda desenhada, quer se chame bande dessinée, comics, histórias aos quadradinhos, histórias em quadrinhos, fumetti, tebeos, mangás, manhwas, etc… Mais ainda, trata-se de um dicionário enciclopédico sobre a matéria – e por isso mesmo, de certa forma, um léxico disléxico: Leonardo De Sá explica em detalhe, ao longo das 202 páginas e das 378 entradas – com a ajuda de 123 ilustrações – do Dicionário Universal da Banda Desenhada – pequeno léxico disléxico, o significado das palavras e expressões, recorrendo à sua história e evolução. Daí também o seu grande interesse.

Vejamos também o que diz o jornalista do Público, Carlos Pessoa, no Prefácio ao livro: “Falta responder a uma questão prática: para que serve este livro? Basta desfolhá-lo para constatar que não é, obviamente, uma obra destinada a leitura corrida – como o seria uma sequência de textos de análise sobre autores, heróis, publicações ou escolas gráficas, por exemplo. Todavia, não se limita a ser uma mera fixação conceptual de termos e expressões – isso também lá está, obviamente – que dão sentido ao título. Leonardo De Sá foi mais longe, proporcionando informação substancial e detalhada sobre aspectos relevantes da própria banda desenhada, em termos históricos, estéticos ou outros (…) o que merece ser realçado é o contributo que a obra dá para sabermos do que falamos quando falamos de histórias aos quadradinhos (…)

Tudo o que ficou dito realça a singularidade do trabalho de Leonardo De Sá e ajuda a compreender o que distingue este livro de outras tentativas de fixar a “linguagem” específica deste meio de expressão. Este Dicionário é uma obra de consulta que deve figurar em qualquer biblioteca básica sobre banda desenhada. Seja qual for o uso que dele se faça, é garantido que trará ao conhecimento dos seus leitores mais do que uma surpresa (…)”

Listagem das 378 entradas:




Algumas das 202 páginas:










O "Dicionário Universal da Banda Desenhada – pequeno léxico disléxico", de Leonardo De Sá, estará à venda no 21º Amadora BD, no stand Pedranocharco, dias 6 e 7, ao preço especial de lançamento de €12,00 (preço posterior: € 16,00).


Formato, 16 x 23 cm, 202 págs.+capas, p&b c/ capa a cores.
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O "Dicionário Universal da Banda Desenhada – pequeno léxico disléxico", pode ser também adquirido através do email bdjornal@gmail.com

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O BDjornal #26 JÁ ESTÁ NA RUA!!!

A capa, com ilustração de Diniz Conefrey
E algumas páginas:






EDITORIAL

Conheci Diniz Conefrey no início da década de 1990, quando ele publicava bandas desenhadas no fanzine Dossier Top Secret (de que fui co-editor nos últimos cinco números). Daí para cá encontrámo-nos esporadicamente em diversas alturas, mas foi no Festival de Beja deste ano, vendo-o com Maria João Worm na banca do Mercado do Livro, que tive a sensação de quanto ele é um autor mal conhecido (diria mesmo mal-amado) do público português. E no entanto é um dos nossos melhores autores. Após alguma pesquisa na internet, encontrando uma entrevista que deu ao jornalista brasileiro Matheus Moura e lendo o que escreveu no seu site Quarto de Jade, decidi realizar um amplo dossier sobre este autor, ampliando e remontando a entrevista atrás referida e mostrando ao público algumas das suas pranchas.

Quanto a Fernando Relvas (há longos anos auto-exilado na Croácia), havia o desejo de publicar no BDjornal matéria sobre ele. O texto de Diniz Conefrey no Quarto de Jade, foi decisivo para se avançar com um trabalho alargado, mostrando algumas pranchas significativas do autor, a começar pela recordação d’O Espião Acácio, publicado na revista Tintin nos anos 70 do século XX. A intenção agora é realizar também uma grande entrevista com Fernando Relvas, a publicar numa das próximas edições do BDj.

A aproximação ao mundo da Banda Desenhada brasileira – as Histórias em Quadrinhos (HQ), como eles lhe chamam e que pessoalmente prefiro em vez do francesismo que nós usamos – já vem desde 2008, quando publicámos HQs com argumentos de Wilson Vieira e desenhadas por Fred Macedo. Nesta edição o material brasileiro aumenta, tal como vem aumentando o interesse do público brasileiro pelo BDjornal e pelo que se faz por cá.

Chamamos a atenção para A Prancha Desaparecida de Tintin, em Tintin no País dos Sovietes, que nunca foi incluída nos álbuns entretanto editados ao longo dos anos (nem mesmo na edição que a Asa acaba de colocar no mercado) e que Leonardo De Sá foi buscar ao primeiro volume dos Archives Hergé, de 1973. Vale a pena conhecer a história.

SUMÁRIO

4 – O VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA, A CELEBRAÇÃO DA BANDA DESENHADA, Diogo Campos
6 – VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA, ALGUNS PROBLEMAS, ALGUMAS REFLEXÕES, J.Machado-Dias
7 – JÚLIA KENDALL – REQUIEM PARA UMA CRIMINÓLOGA?, Pedro Cleto
10 – DINIZ CONEFREY, J. Machado-Dias, Pedro Vieira Moura, João Ramalho Santos
10 – DINIZ CONEFREY – BIOBIBLIOGRAFIA
18 – NO QUARTO DE JADE – ENTREVISTA COM DINIZ CONEFREY, Matheus Moura e J.Machado-Dias
24 – BD – PRANCHAS DIVERSAS DE DINIZ CONEFREY
38 – FERNANDO RELVAS – O ABISMO DO AUTOR, Diniz Conefrey
43 ­– BD – PRANCHAS DIVERSAS DE FERNANDO RELVAS
52 – TINTIN – E NÃO TINTIM, EDITADO PELAS EDIÇÕES ASA, J.Machado-Dias
53 – A PRANCHA DESAPARECIDA DE TINTIN, Leonardo De Sá
54 – MISCELÂNEA EDITORIAL, Sara Figueiredo Costa
55 – APRESENTAÇÃO DE AUTORES
56 – EFEMÉRIDE NAS HQ-BRASIL – CHET, EDIÇÃO COMEMORATIVA
57 – BD – LUAR DO SERTÃO, Wilson Vieira (arg.) e Angelo Roncalle (des.)
65 – BD – APACHE, Tony Fernandes (arg. e des.)
84 – BD – ANA, Carlos Henry (arg. e des.)
88 – FOOTNOTES IN GAZA – JOE SACCO, Pedro Vieira Moura
90 – PROMESSAS DE AMOR A DESCONHECIDOS ENQUANTO ESPERO O FIM DO MUNDO – PEDRO FRANZ, Pedro Vieira Moura
92 – PROJECTO ZONA, Pedro Vieira Moura
94 – TEX AO REDOR DO MUNDO, José Carlos Francisco
96 – HQBRASIL – HUMOR E SUPER-HERÓIS BRASILEIROS: ALGUMAS HQS REPRESENTATIVAS, Edgar Indalécio Smaniotto
98 – HQBRASIL – RESENHA: A SAGA DOS SUPER-HERÓIS BRASILEIROS, Edgar Indalécio Smaniotto
99 – COMICS – A HISTÓRIA REPETE-SE, Pedro Bouça
100 – CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO BENTO – 1910-2010, J.Machado-Dias

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sexta-feira, 28 de maio de 2010

O BDjornal #25 VAI ESTAR AMANHÃ NO FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDA DESENHADA DE BEJA 2010

A Pedranocharco vai estar amanhã, 29 de Maio, em Beja, claro. Com alguns livros: BANG BANG ULTIMATE 1, de Hugo Teixeira, ALGUÉM DESARRUMA ESTAS ROSAS, de José Carlos Fernandes, FORMAS DE PENSAR A BD – ENTREVISTAS, de Nuno Pereira de Sousa, SEXO, MENTIRAS E FOTOCÓPIAS, de Álvaro, etc… e as revistas MODAFOCA #1, BDVoyeur #1 e #2.

Mas também, e sobretudo, com um novo BDjornal, o #25.


Fica aqui o Sumário deste novo BDjornal:

4 – O VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA – 2010, J. Machado-Dias
5 – HERMANN HUPPEN, J.Machado-Dias
15 – BIBLIOGRAFIA DE HERMANN HUPPEN, J.Machado-Dias
17 – QUATRO QUESTÕES A PEDRO SILVA, DA VitaminaBD, J. Machado-Dias
18 – EL ETERNAUTA, OU AS MUITAS VIDAS DE JUAN SALVO, João Miguel Lameiras
21 – FABIO CIVITELLI, José Carlos Francisco
22 – ENTREVISTA COM FABIO CIVITELLI, conduzida por José Carlos Francisco, João Miguel Lameiras, Gianni Petino e Júlio Schneider
25 – OS COMICS DE AVENTURAS, Pedro Bouça
26 – DICIONÁRIO UNIVERSAL DA BANDA DESENHADA, Leonardo De Sá
30 – PRIDE OF BAGHDAD, Pedro Vieira Moura
31 - FÁBULA DE BAGDAD, Pedro Cleto
32 – NIKO HENRICHON - Biografia
32 – THE LISBON STUDIO - ENTREVISTA COM PEPEDELREY, J. Machado-Dias
34 – CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO BENTO
36 – BD – BEAU GESTE – 2 PRANCHAS DE FERNANDO BENTO
38 – ENTREVISTA COM NELSON MARTINS, J. Machado-Dias
39 – BANDAS DESENHADAS e BIOGRAFIA DE ALLAN GOLDMAN
40 – BD – Preview de TOUT SUR LES CÉLIBATAIRES, de Valéry der Sarkissian (arg.) e Nelson Martins (des.)
44 – BD – Preview de MAHOU EXPRESS, de Hugo Teixeira (arg. e des.)
49 – BD – COULROPHOBIA, de Wilson Vieira (arg.) e Allan Goldman (des.)
57 – BD – O CEIFEIRO, de Wilson Vieira (arg.) e Fred Macedo (des.)
67 – DANS MES YEUX e DIEU EN PERSONNE, Pedro Cleto
68 – LULU FEMME NUE, Pedro Cleto
69 – LISBONNE: DERNIER TOUR, Pedro Vieira Moura
71 – TARZAN DOS MACACOS, Pedro Vieira Moura
75 – APONTAMENTOS: GREETINGS FROM CARTOONIA, Sara Figueiredo Costa
76 – ALAN MOORE, TECNOXAMANÍSMO E HISTÓRIAS EM QUADRINHOS, Edgar Indalécio Smaniotto
77 – PARA O ALTO E AVANTE, Edgar Indalécio Smaniotto
79 – BLUE SEED, Carina Santos
80 – CARDCAPTOR SAKURA, Carina Santos
81 – IBERANIME LX2010, Pedro Trabuco
82 – ANICOMICS LISBOA 2010

Algumas páginas:








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