domingo, 15 de julho de 2018

REPORTAGEM DO 409º ENCONTRO DA TERTÚLIA BD DE LISBOA

REPORTAGEM 
DO 409º ENCONTRO 
DA TERTÚLIA BD DE LISBOA
3 de Julho de 2018

CONVIDADO ESPECIAL 
ANDRÉ DINIZ 

  

André Diniz é argumentista e desenhador de BDs. Nasceu em 05/09/1975 no Rio de Janeiro, Brasil, e reside desde 2016 em Lisboa, Portugal.

Entre 2000 e 2005, publicou diversos trabalhos de sua autoria pela Nona Arte, sua própria editora. A partir de 2005, passou a publicar suas obras por outras editoras, somando mais de 30 títulos, alguns com argumentos seus em parceria com outros desenhadores, outros com desenhos e argumentos seus.

A partir de 2012, passou a ser publicado também na Europa, com sua BD “Morro da Favela”, publicada no Brasil, França, Inglaterra, Portugal e Polônia. Em Portugal, teve outros seis títulos já publicados e sua obra gráfica foi tema de exposições em 2013, 2014 e 2016. Em 2014, a arte de Morro da Favela foi tema de exposição no festival Étonnants Voyageurs, na França.

Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão Fawcett, 7 Vidas, O Quilombo Orum Aiê, Morro da Favela, Que Deus te Abandone, Matei Meu Pai e Foi Estranho, Olimpo Tropical e O Idiota. Seu título mais recente é Malditos Amigos, publicado em Portugal.

Web: http://www.andrediniz.net - Facebook: https://www.facebook.com/andre.diniz.58 - Email: adiniz9@gmail.com

COMIC JAM 

Os autores participantes: 

1. André Diniz
2. Henrique Coelho
3. Ana Saúde
4. João Paulo Sá-Chaves
5. Filipe Duarte
6. Álvaro


FOTOS
(de Álvaro)




















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quinta-feira, 5 de julho de 2018

O ESPIÃO ACÁCIO DE FERNANDO RELVAS LANÇADO NO XIV FESTIVAL DE BD DE BEJA


O ESPIÃO ACÁCIO 
DE FERNANDO RELVAS 
LANÇADO NO XIV FESTIVAL DE BD DE BEJA 

Edição Turbina/Mundo Fantasma 
120 págs – 24 x 32 cm – € 26,29

Depois de uma conversa com Fernando Relvas, no Festival da Amadora de 2010, abordei o José Manuel Vilela, alfarrabista com estaminé montado numa loja das escadinhas da Calçada do Duque, para lhe pedir emprestados todos os exemplares da revista Tintin que continham O Espião Acácio. Eram 57 revistas do Tintin publicadas de 15 de Julho de 1978 a 15 de Março de 1980, tendo sido interrompida por três vezes com histórias de Corto Maltese. Iniciei, logo no início de 2011, a digitalização de todas as páginas d’O Espião, prosseguindo depois com a morosa limpeza digital das mesmas.

A previsão era editar aquilo tudo em livro, num formato igual aos de Asterix.

A certa altura, tinha eu feito um largo intervalo na limpeza e restauração das páginas – já estavam concluídas 75 – propus ao Rui Brito a edição d’O Espião Acácio em álbum, numa edição conjunta da Polvo e Pedranocharco. Mas acabámos entretanto por saber que a Mundo Fantasma, do Porto, ia editar brevemente o livro.

Assim O Espião Acácio foi apresentado no XIV Festival Internacional de BD de Beja, pela Mundo Fantasma/Turbina. Capa dura, 24,5 x 32 cm – 120 págs. Na minha opinião, apesar da excelência da edição, a impressão em papel ligeiramente amarelado reduz um bocado o contraste apresentado em relação ao preto e branco original.

Lendo todas as páginas d’O Espião Acácio montadas em livro, não podemos deixar de notar a coerência gráfica de Relvas na produção desta história, ao ritmo de duas pranchas por semana, ao longo de cerca de dois anos.

Aqui fica a apresentação do livro. 


Página de apresentação:


APRESENTAÇÃO 

Nascido em 1952. Fernando Relvas chega ao 25 de Abril de 1974 com a simbólica idade de 20 anos. Se não foi com ele que se deu o 25 de Abril da BD Portuguesa – esse chegara seguramente com a revista Visão – foi dele então o seu "processo revolucionário em curso" e não será fácil. portanto. separar a obra do homem e das circunstâncias em que foi produzida.

Dono de um traço esfuziante e experimentador insatisfeito. era também dotado de conteúdos e ideias: tinha olhar crítico e uma escrita mordaz. ironia e lucidez. olho clínico e diagnóstico rápido. Tinha verve e humor. acidez e ternura. acutilância e descontracção e foi com estas qualidades que Relvas espalhou pranchas por todas as publicações que souberam aceitar a sua imensa liberdade e a sua enorme independência intelectual. O que tinha que dizer, dizia-o e sabia fazê-lo, fosse o que fosse, saltava sempre à vista o seu grande talento e o explosivo e inebriante prazer da criação.

Desde as primeiras experiências no Estripador. na revista ecológica a Urtiga, ou no Chico – que desenhou para o semanário de esquerda "A Gazeta da Semana" – passando por este icónico e mítico Espião Acácio. e chegando ao irrequieto Cevadilha Speed e ao prodigioso Karlos Starkiller, ou à inconfundível Violeta, ou a dezenas de personas "relvianas" com que nos inquietou e seduziu, o autor produziu (instigado por uma jorna e uma paga semanal) centenas e centenas de páginas de uma banda desenhada aguçada, actual. e inovadora. Do policial negro à ficção científica, do humor desenfreado à candura dum traço destinado ao olhar infantil; da sua imensa paixão pela história (que ocasionou algumas das suas obras mais planeadas e mais sofridas) à caricatura do momento, da sátira politicamente incorrecta ao nonsense mais nonsense que qualquer outro nonsense. o autor a tudo nos sujeitou. a tudo se sujeitou, a tudo se entregou e tudo nos entregou.

Assim, Relvas trilhou um caminho que ainda hoje é raro na BD Portuguesa, foi o profissional único e indiscutível que atravessou o fim dos anos 70 e as prodigiosas décadas de 80 e 90 e, desde então, resistiu o mais que pode ao deserto, experimentando e criando os seus oásis. Nunca abdicou do acto corajoso e visionário de procurar viver da sua arte. Numa luta permanente pela dignificação da sua profissão – e esse foi o seu feito maior: combinou uma vida bem vivida com uma obra intensa e imensa no seu significado simbólico e desbravador para a BD em Portugal.

Fernando Carlos Nunes de Melo Relvas foi, é e será, infindavelmente, um autor de uma imensurável qualidade, deixando escrito na História de Portugal o seu maior testemunho: a sua múltipla obra (ainda hoje, por alguns, pouco conhecida e valorizada) que urge redescobrir e divulgar no infinito do seu legado.

Júlio Eme + Margarida Mesquita

Prancha 1 - pág. 8 do livro
Pág. 30

Bibliografia do autor:


BIBLIOGRAFIA FERNANDO RELVAS

1975 participação no fanzine-revista "O Estripador" e publicação do fanzine "O Gorgulho"

1976 Chico no semanário Gazeta da Semana, publicado posteriormente em livro com o título Gazeta da banda – Água Mole, Sociedade Cooperativa. SCARL

1977 Uki, o Pequeno Esquimó · Espaço 99112 · Chin Lung, o Justiceiro do Rio Amarelo revista Fungagá da Bicharada
1978 As Cabras de Isaac na revista ecológica A Urtiga

1978-80 O Espião Acácio na revista Tintin

1980 Viagem ao Centro da Terra · Rosa Delta Sem Saída, na revista Tintin. Esta última publicada em álbum, incluindo também Slow Motion, com edição da Polvo em 2013 · O Controlador Louco · O Povo de Ferro, revista Mundo de Aventuras

1981 L123 · Cevadilha Speed, na revista Tintin, recolhidos em 1998 num álbum publicado pela Associação do Salão Internacional de Banda Desenhada do Porto

1982 Slow Motion · Kriz 3, revista Tintin · Os Planetas Mostram-lhe o Misterioso Mundo da Astrologia revista Pão Com Manteiga

1982·83 Concerto para Oito Infantes e Um Bastardo no semanário Sete, republicado parcialmente em 2002 com o nome do personagem Jaca na revista Comix da Devir

1983 Niuiork · Sabina, no semanário Sete

1983-84 Ai, Este Chavalo Seria Tão Barilo Se... · Herbie de Best · Sangue Violeta · Tax Diver, no semanário Sete. As duas últimas e Sabina recolhidas em álbum da EI Pep em 2012

1984 VAST em O Mosquito (53 série)

1984-85 Karlos Starkiller · A Sombra de Xizhakt Rabin, no semanário Sete, republicado em álbum pelas Edições Baleia Azul e Bedeteea de Lisboa em 1997

1985 Participação na colectiva As Fantásticas Aventuras de Godofredo Leitefresco no jornal Pau de Canela

1985/86 Nunca Beijes a Sombra do Teu Destino no semanário Sete

1986 A Noite das Estrelas · Soviet Sex, no semanário Sete

1987 O Diabo à Beira da Piscina, no semanário Sete

1987 Edgar, O Mistério da Travessa dos Meninos de Deus · A Costa do Marisco · Karlos Starkiller & El Papagaio · A Perversa Sobranceria do Hermetismo no Saber · O Atraente Estranho · A Missão, no semanário Sete

1988 O Umbral Lumioso, no semanário Sete

1989 O Rei dos Búzios, na revista Sábado, retomado e republicado em 1999 em CD·Rom, editado por Boa Memória Produções Multimédia e incluído na revista Biblioteca publicada pela Câmara Municipal de Lisboa

1990 África Nossa no jornal O Combate

1991 Gulf Stream na revista LX Comics

1993 Em Desgraça Edições Asa

1993/94 Fecho de Emissão na revista TV Guia

1994 Testos Torres Contra Cara Dread · Cacilda, O Regresso do Hipopótamo, no jornal O Inimigo. A primeira foi remontada e republicada na revista Quadrado em 1995

1995 O Nosso Primo em Bruxelas, Livros Horizonte · Çufo, Grupo de Trabalho do Ministério da Educação para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses · O Ananás que Ri auto-edição

1997 Retoma O Ananás que Ri no Diário de Notícias

1998 Participa na exposição que representou a Banda Desenhada Portuguesa no Festival de Angoulême. No respectivo catálogo publica-se uma prancha inédita: Malubambu Chez Marreco no jornal GrandAmadora, republicados posteriormente em 2001 na Phylactêre, newsletter da Livraria Dr.Kartoon

1999 Pai, pisa? participação no livro comemorativo dos 25 anos da revoluço · Uma Revolução Desenhada o 25 de Abril e a BD, editado pelas Edições Afrontamento, Bedeteca de Lisboa, Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra e Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra

2000 publica uma história sem título na revista Selecções BD

2001 Palmyra publicação em print-on·demand na Lulu, de uma história inédita anteriormente designada Iva Jau e o Dr. Manga Ink Flow · O Urso Vai a Espanha (novela) · The Green Fish, The Hanging Man, Gospodin Sofer e Skarpin, na revista Costa, tudo publicações originais em blogs e depois publicadas em print-on-demand na Lulu

2003 Fernando Relvas parte para a Croácia com a artista plástica croata Nina Govedarica – com quem havia casado em 2002

2008 The Chinese Master Spy e The Persian Ambassador, também publicações originais em blogs, depois reunidas e publicadas em print·on·demand na Lulu com o título Li Moon Face, em 2010 e editado em 2011 em português pela Pedranocharco

2010 Regresso a Portugal para realizar a curta metragem Fado na Noite

2010 The World of Miss Li – web comic

2012 Realização da curta de animação Fado na Noite

2014 Nau Negra – The Last Black Ship, álbum publicado em inglês pela El Pep

Links para matérias sobre Fernando Relvas publicadas aqui no Kuentro2:

http://kuentro.blogspot.com/2017/04/gazeta-da-bd-71-herois-da-bd-portuguesa.html
http://kuentro.blogspot.com/2017/11/morreu-fernando-relvas-1954-2017.html
http://kuentro.blogspot.com/2017/12/gazeta-da-bd-86-na-gazeta-das-caldas-em.html
http://kuentro.blogspot.com/2017/12/ainda-sobre-relvas-resposta-de-viriato.html
http://kuentro.blogspot.com/2017/11/o-regresso-do-urso-entrevista-com.html
http://kuentro.blogspot.com/2014/05/fernando-relvas-para-uma.html
http://kuentro.blogspot.com/2017/01/reportagem-retrospetiva-fernando-relvas.html


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sábado, 30 de junho de 2018

409º ENCONTRO DA TERTÚLIA BD DE LISBOA

409º ENCONTRO 
DA TERTÚLIA BD DE LISBOA 
3 de Julho de 2018 

CONVIDADO ESPECIAL 
ANDRÉ DINIZ 





André Diniz é argumentista e desenhador de BDs. Nasceu em 05/09/1975 no Rio de Janeiro, Brasil, e reside desde 2016 em Lisboa, Portugal.

Entre 2000 e 2005, publicou diversos trabalhos de sua autoria pela Nona Arte, sua própria editora. A partir de 2005, passou a publicar suas obras por outras editoras, somando mais de 30 títulos, alguns com argumentos seus em parceria com outros desenhadores, outros com desenhos e argumentos seus.

A partir de 2012, passou a ser publicado também na Europa, com sua BD “Morro da Favela”, publicada no Brasil, França, Inglaterra, Portugal e Polônia. Em Portugal, teve outros seis títulos já publicados e sua obra gráfica foi tema de exposições em 2013, 2014 e 2016. Em 2014, a arte de Morro da Favela foi tema de exposição no festival Étonnants Voyageurs, na França.

Entre seus trabalhos mais conhecidos, estão Fawcett, 7 Vidas, O Quilombo Orum Aiê, Morro da Favela, Duas LuasQue Deus te Abandone, Matei Meu Pai e Foi Estranho, Olimpo Tropical e O Idiota. Seu título mais recente é Malditos Amigos, publicado em Portugal.

Web: http://www.andrediniz.net
Email: adiniz9@gmail.com

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segunda-feira, 25 de junho de 2018

REPORTAGEM DO 408º ENCONTRO DA TERTÚLIA BD DE LISBOA – 5 JUNHO 2018 (A TBDL FEZ 33 ANOS) – HOMENAGEADO – LUÍS LOURO

REPORTAGEM DO 408º ENCONTRO 
DA TERTÚLIA BD DE LISBOA
5 JUNHO 2018 (A TBDL FEZ 33 ANOS)

HOMENAGEADO
LUÍS LOURO 





Luís Louro representa um ideal para muitos jovens que pretendem realizar banda desenhada. É o autor que vingou em termos de popularidade e aceitação (crítica e entre os seus pares), no domínio da ficção e da obra de autor. Venceu pela qualidade do seu trabalho, pelo esforço, dedicação e profissionalismo, e conseguiu afirmar-se de uma forma muito complicada: quando se quis demarcar do estilo de banda desenhada praticado pelos grandes clássicos portugueses, pretendendo enveredar pela obra de ficção, Louro decidiu-se a apostar no formato do álbum franco-belga, entrando assim em competição directa com os grandes autores franco-belgas traduzidos no nosso país.

Entre 1985 e 2000, o período em que se afirma como um autor fundamental, Louro publicou quinze álbuns originais individuais, quatro reedições a cores de álbuns anteriormente publicados a preto e branco, e englobou ainda o elenco do colectivo “O Síndroma de Babel e Outras Estórias”. Representou Portugal em diversos festivais internacionais de banda desenhada, do Japão ao Brasil. A sua obra foi publicada nos principais jornais portugueses e nas revistas de BD, esteve exposta nos principais festivais de banda desenhada (incluindo cerca de dez edições do Amadora BD), e foi distinguida com alguns dos mais representativos prémios e troféus nacionais.

A sua criação mais conhecida, ‘Jim del Mónaco’ tomou forma, em colaboração com Tozé Simões, e depressa se tornou num enorme sucesso de popularidade. De tal maneira que a editora Asa experimenta a transição da série para o álbum a cores, uma opção que parecia reservada aos grandes clássicos da BD. Também a cores, a série é um sucesso, levando à reedição colorida dos primeiros álbuns. De resto, a transição de Luís Louro para o universo da côr dera-se pouco tempo antes, com uma outra série: “Roques e Folque”, de novo em colaboração com Tozé Simões.

Descolando da colaboração com Tozé Simões, Luís Louro inicia nos anos 1990 um novo período (mais intimista) do seu percurso como autor, com os álbuns “O Corvo”, “Alice” e “Coração de Papel”.

Depois de “Coração de Papel” de 1997, Luís Louro regressou em 2000 com “Cogito Ego Sum” que é um conjunto de histórias curtas em que o erótico e o humor se encontram. “O Halo Casto” é uma fantasia em colaboração com Rui Zink, centrada no divertimento de uns anjos com os destinos e fatalidades humanas. Com João Miguel Lameiras e João Ramalho Santos, Louro dá forma de BD ao universo (que povoava algumas ilustrações soltas) de uma África fantástica onde pedaços de rocha flutuam no espaço e o animal e o mecânico se fundem, dando origem a versões cyberpunk das espécies tradicionais. É Éden 2.0 (Booktree).

Ainda retoma a personagem do Corvo em mais dois álbuns (um deles em colaboração com Nuno Markl), antes de se afastar da BD.

Felizmente, regressa em 2015, retomando a parceria com Tozé Simões, e a personagem Jim del Mónaco.

Pedro Mota

ÁLBUNS PUBLICADOS

JIM DEL MONACO (LOURO & SIMÕES)

1 – JIM DEL MONACO – 1986, Ed. Futura
2 – MENATEK HARA – 1987, Ed. Futura
3 – O DRAGÃO VERMELHO – 1988, Ed. Futura
4 – EM BUSCA DAS MINAS DE SALOMÃO – 1989, Ed. Futura
5 – A CRIATURA DA LAGOA NEGRA – 1991, Ed. ASA
6 – A GRANDE ÓPERA SIDERAL – 1991, Ed. ASA
7 – BAJA ÁFRICA – 1993, Ed. ASA

REEDIÇÕES A CORES E COM NOVAS CAPAS

1 – O ELIXIR DO AMOR – 1992, Ed. ASA
2 – O DRAGÃO VERMELHO – 1992, Ed. ASA
3 – MENATEK HARA – 1992, Ed. ASA
4 – EM BUSCA DAS MINAS DE SALOMÃO – 1993, Ed. ASA
5 – LADRÕES DO TEMPO – 2017, Ed. ASA

ROQUES & FOLQUE (LOURO & SIMÕES)

1 – O IMPÉRIO DAS ALMAS – 1989, Ed. ASA
2 – A HERANÇA DOS TEMPLÁRIOS I - 1990, Ed. ASA
3 – A HERANÇA DOS TEMPLÁRIOS II – 1992, Ed. ASA

O CORVO

1 – O CORVO – 1994, Ed. ASA
2 – O CORVO – O REGRESSO – 2003, Ed. ASA,
3 – O CORVO – LAÇOS DE FAMÍLIA – 2007, Ed. ASA, ARGUMENTO DE NUNO MARKL
4 – O CORVO (REEDIÇÃO) – 2007, Ed. ASA,

ÁLBUNS SOLTOS (LUÍS LOURO)

1 – ALICE
1995, Ed. ASA
2 – CORAÇÃO DE PAPEL
1997, Ed. ASA
3 – COGITO EGO SUM
2000, MERIBÉRICA/LIBER
4 – COGITO EGO SUM 2
2001, Ed. BOOK-TREE

ÁLBUNS SOLTOS ( COM VÁRIOS ARGUMENTISTAS)

1 – O HALO CASTO – ARGUMENTO DE RUI ZINK
2000, Ed. ASA,
2 – EDEN 2 – ARGUMENTO DE JOÃO MIGUEL LAMEIRAS/JOÃO RAMALHO SANTOS,
2002, BOOK-TREE
ABC DAS COISAS MÁGICAS – EM RIMA INFANTIL – TEXTO DE ROSA LOBATO DE FARIA
2004, ASA EDITORES
FADAS LÁUREAS – ILUSTRAÇÕES COM TEXTOS DE 29 AUTORES CONVIDADOS
2004, PRIME BOOKS

ÁLBUNS COLECTIVOS

1 – ENTRONCAMENTO DE BD’S
EDIÇÃO DE: NOTÍCIAS DO ENTRONCAMENTO, 1996
2 – O SÍNDROMA DE BABEL E OUTRAS ESTÓRIAS
EDIÇÃO DE: C.M.A. E RECREIOS DESPORT. DA AMADORA
1996, “CONTRASTES”
3 – HISTÓRIA DA BD PUBLICADA EM PORTUGAL (2ª PARTE)
EDIÇÃO DE: EDIÇÕES ÉPOCA DE OURO, 1996
4 – UM SÉCULO DE BANDA DESENHADA PORTUGUESA
EDIÇÃO DE: EDIÇÕES ÉPOCA DE OURO, 1998
5 – SETE HISTÓRIAS EM BUSCA DE UMA ALTERNATIVA
EDIÇÃO: GRAL (MINISTÉRIO DA JUSTIÇA)
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COMIC JAM 

Os autores intimados a participar na BD foram:
1 - Luís Louro
2 - João Mascarenhas
3 - Lança Guerreiro
4 - Gastão Travado
5 - Quico Nogueira6 - Álvaro (este acabou a coisa mais tarde em casa)


FOTOS
(de Álvaro)





















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