terça-feira, 22 de Julho de 2014

BDpress #421 – DEPOIS DE THOR – A MULHER, A MARVEL ANUNCIA UM CAPITÃO AMÉRICA NEGRO


DEPOIS DE THOR, A MULHER, 
A MARVEL ANUNCIA 
UM CAPITÃO AMÉRICA NEGRO

Retomando o assunto que publicámos no sábado – THOR PASSA A SER UMA MULHER – e depois da triste notícia do falecimento de Estrompa (não esqueçam que o funeral é amanhã, às 14h00 no Crematório do Cemitério do Alto de S. João) – deixamos então aqui a segunda notícia referente às mudanças na Marvel: O CAPITÃO AMÉRICA PASSA A SER NEGRO.

Público, 17/07/2014 
Cláudia Carvalho 

Steve Rogers, o Capitão América, está a perder as suas forças e vê-se obrigado a passar o testemunho.

Apostada em chegar a um público mais abrangente, a Marvel anunciou mais uma reviravolta nas suas histórias. Depois de ter revelado que Thor passará a ser uma mulher, é a vez de também o Capitão América mudar. O mais patriótico dos super-heróis da gigante dos comics vai passar a ser um afro-americano.

A mudança vai acontecer no Outono, na mesma altura em que nos chegará também a história da nova Thor. À semelhança do que fez com a novidade sobre esta personagem, a Marvel publicou no seu site que está na altura de ter um novo Capitão América. E isto porque Steve Rogers, que quando fardado é Capitão América, está a perder as suas forças. E “se Steve Rogers já não consegue mais lançar o seu poderoso escudo, então tem de o passar a alguém que o consiga carregar no campo de batalha, acima das nuvens, para alturas maiores que nunca”, lê-se na notícia.

O Capitão América passará então ser Sam Wilson, também conhecido como Falcão. Esta sempre foi uma personagem negra e por isso o que mudará na nova história é que será Falcão o Capitão América. Segundo a Marvel, a escolha é exactamente de Steve Rogers que ao perceber ter perdido a vitalidade de outros tempos decide entregar o seu alter-ego ao amigo e parceiro de luta.

Estas novas aventuras do Capitão América estão entregues à dupla Rick Remender e Stuart Immonen, que promete que esta será uma mudança “excitante” e cheia de novidades. Na notícia no site da Marvel, Rick Remender mostra-se entusiasmado com esta nova fase da história, explicando que não é só importante que esta faça sentido, seja natural e “tenha uma lógica inerente ao universo”, como também é essencial que esteja “em constante mudança”, “mantendo o drama em alta”.

“Tenho-me divertido imenso a escrever o Sam. É uma atitude completamente diferente. O facto de ele não ser soldado muda um pouco as coisas. O Sam não vai ser o Steve”, garante o responsável pela história.

No mesmo sentido, o editor da Marvel, Tom Brevoort, lembra que o Falcão não é do mesmo tempo de Capitão América, que esteve “congelado” durante duas décadas, desde os finais da Segunda Guerra Mundial. “O Sam não cresceu nos anos 1930, ele é um homem moderno em contacto com os problemas do século XXI”, destaca Brevoort, para quem o novo Capitão América terá uma maior empatia com os mais desprivilegiados do que o anterior e isto devido à sua vida profissional – Sam foi assistente social. Para o editor da Marvel, Sam Wilson procurará fazer o bem mas o interessante da história será descobrir onde é que o novo e o antigo Capitão América divergem.

Como Falcão, Sam Wilson fez parte da recente filmografia de super-heróis, em Capitão América: O Soldado do Inverno. Para alguns fãs, como escreve o The Telegraph, esta mudança na história já era previsível. Importante é destacar que Steve Rogers não sai da história. Ele apenas já não está apto para lutar, mudando-se para a Mansão dos Vingadores, sempre a par dos passos do seu sucessor.

O Capitão América foi criado na década de 1940 por Jack Kirby e Joe Simon e conta a história de Steve Rogers, que depois de ter sido considerado inapto pelo Exército norte-americano se voluntaria para um novo programa governamental que visa criar uma nova estirpe de super-soldados. O objectivo deste programa é defender o mundo da H.I.D.R.A, uma organização nazi que defende a supremacia da raça ariana e pretende dominar o mundo.

No cinema, o Capitão América teve já dois filmes: Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) e Capitão América: O Soldado do Inverno, que se estreou este ano. A personagem faz parte ainda de Os Vingadores, filme de Joss Whedon que junta equipa de super-heróis da Marvel. O papel de Capitão América esteve sempre a cargo do actor Chris Evans.

Esta é assim a segunda grande novidade da semana, depois de a Marvel ter revelado que Thor passará a ser uma mulher a partir de Outubro. No entanto, parece que as surpresas não vão ficar por aqui, ou não terminasse a notícia da mudança no Capitão América com uma promessa do editor Tom Brevoort: "não estamos nem próximos do fim". "A mudança é uma das palavras de ordem do Universo Marvel, por isso há ainda mais sensacionais surpresas para vir."


___________________________________________________________

segunda-feira, 21 de Julho de 2014

PEQUENA HOMENAGEM A ESTROMPA

PEQUENA HOMENAGEM A ESTROMPA

Já sabemos que João Estrompa faleceu na 6ª feira, dia 18, pelas 19h00 e que o velório se realiza amanhã, 3ª feira, dia 22, a partir das 18h00, na Igreja de Arroios, na Rua de Arroios, ao Chile, e o funeral será na 4ª feira, no Cemitério do Alto de S. João, às 14h00, no Crematório.

Escreveu Geraldes Lino: Soube agora mesmo, pela Cristina, a outra filha do Estrompa, que cerca das 12h30 haverá uma missa na 4ª Feira, na Igreja de Arroios, e que só depois o carro funerário seguirá para o cemitério, onde o corpo será cremado cerca das 14h00.

(Informações de Geraldes Lino em http://divulgandobd.blogspot.pt/)

Como pequena homenagem a Estrompa, republicamos aqui as oito pranchas de UMA HISTÓRIA TRISTE, nas cores de origem, que foi publicada no BDjornal #5, a preto e branco, em Setembro de 2005. 



A seguir, prancha de Estrompa no fanzine Efeméride #6 
( parte 3 de 4 - ainda não publicado)


Ver aqui também a opinião do Marcos Farrajota:
 http://mesinha-de-cabeceira.blogspot.pt/2014/07/recordando-estrompa-13.html

AINDA VAMOS TER AQUI NO KUENTRO MAIS ALGUMAS COISAS DO ESTROMPA!!!

_______________________________________________________________________________

domingo, 20 de Julho de 2014

MORREU ESTROMPA (1942 – 2014)

Estrompa na Vilelivros (a loja do José Manuel Vilela), em 2 de Dezembro de 2003. 
Foto J. Machado-Dias.

MORREU ESTROMPA (1942 – 2014)

Ainda não conhecemos as circunstâncias (nem a data) da morte de João Estrompa, que nos foi comunicada ontem à tarde (19 de Julho) por Leonardo De Sá.

Aqui ficam a Biografia do autor, do Dicionário dos Autores de Banda Desenhada e Cartoon em Portugal, de Leonardo De Sá e António Dias de Deus e uma peça de Geraldes Lino publicada no Tertúlia BDzine #64, de 4 de Março de 2003. Deixo também o Tertúlia BDzine #63 com a história Batman, de Estrompa, editada nesse mesmo Encontro. Estrompa viria a ser Homenageado no 264º Encontro da Tertúlia BD de Lisboa em 7 de Novembro de 2006.
___________________________________________________________

José João Amaral Estrompa nasceu a 8 de Fevereiro de 1942, em Lisboa. Cursou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e começou a sua carreira como desenhador litógrafo. Foi um dos colaboradores gráficos das versões portuguesas de Tintin e Spirou, assim como dos álbuns da Colecção Banda Desenhada, da Bertrand. No Diário de Notícias Semanal teve a secção "Humor de Estrompa" (1982-83), colaborando em Pão Com Manteiga, Tintin, O Mosquito (5ª série), Jornal de Almada, Selecções BD, Notícias do Entroncamento. Publicou várias histórias e ilustrações em fanzines como Protótipo, Almada B.D. Fanzine, Banda, Comic Cala-te, Boom!!!, Classe Média, BD & Roll, Seasons of Glass, Vertigens, Cafénopark, e Shock Fanzine, sendo editor destes dois últimos. Um dos seus personagens carismáticos é o detective de paródia, "Tornado", numa Nova Iorque que mais parece o Bairro Alto ou o Cais do Sodré que o Bronx... Essa figura de gabardina voltou às investigações sumárias na 2ª série de Selecções BD, em 1999. Participou no álbum colectivo Entroncamento de BD's, em 1996, e em diversas exposições, tendo recebido prémios nas categorias BD e cartoon.

In Dicionário dos Autores de Banda Desenhada e Cartoon em Portugal, de Leonardo De Sá e António Dias de Deus, NonArte – Cadernos do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, Edições Época de Ouro, Costa de Caparica 1999.

Acrescentemos também que Estrompa participou na Mutate & Survive (Colecção Chili Com Carne #2; 2001), na Lx Comics nº 13 (Tornado – Só me Saem Dukes!), em Outubro de 2002 e Vasco Granja: Uma Vida... Mil Imagens, em 2003. Colaborou ainda no BDjornal #5, de Setembro de 2005, com as sete pranchas de Uma História Triste - que republicaremos aqui amanhã, na íntegra.



Com Luís Louro, no FIBDA 2005
__________________________________________________________



BIOGRAFIA DE ESTROMPA
AUTOR DE BD 
E TORNADO 1989
O SEU HERÓI PREDILECTO 

por Geraldes Lino

José João Amaral Estrompa nasceu em Lisboa, em mil novecentos e quarenta e dois (mas parece ter a idade do Tornado, desde que rapou a barba). Frequentou a Escola António Arroio, sem ter concluído o respectivo curso. A sua área profissional foi sempre a Publicidade e Artes Gráficas. Nas revistas Tintin, Pão com Manteiga, DN Semanal, Mosquito (5ª série) e Selecções BD (1ª série) publicou cartoons e bedês cómicas, de uma página, com animais de características antropomórficas – Pink (um gato) e Smaile (um cão que tem um gato amigo chamado Smool). Mas a sua maior produção é mesmo nos fanzines, com destaque óbvio para os numerosos episódios da sua série de referência, o Tornado 1989 – este já com duas merecidas promoções: ao fazer dez anos de existência (1999) teve publicação na revista Selecções BD (2ª série), surgindo posteriormente em álbum editado pela Bedeteca de Lisboa. Foi de igual modo nos fanzines que, embora de forma esporádica, Estrompa fez viver a comportamentalmente subversiva Família Darling.

Sempre com a fusca calibre 69 pronta a entrar em acção, uma beata permanente ao canto da boca, chapéu, gravata amarela sobre camisa de seda azul (apesar de a série sempre ter sido publicada a preto e branco, sabemos que são essas as suas cores, graças às descrições do narrador), mais as suas inseparáveis luvas de genuína pele de porco – tão inseparáveis que nem nas cenas de sexo as tira ! –, Tornado 1989 é um dos raros heróis fixos da banda desenhada portuguesa. Com a particularidade de ter nascido e vivido até há pouco unicamente nas páginas dos fanzines – Banda, Comic Cala-te, BD & Roll, Shock, Almada BD Fanzine, CaféNoPark, Seasons of Glass, Boom e Tertúlia BDzine, por onde já se espalham duas dezenas de episódios. O seu aparecimento em Julho de 1999, no nº 2 (2ª série) da revista Selecções BD correspondeu à oportunidade de saltar das publicações amadoras para uma profissional. Três anos depois, Tornado voltou a ter a oportunidade de mostrar-se em suporte de prestígio, a colecção LX Comics editada pela Bedêteca de Lisboa.

Estrompa, o autor (argumento e desenho) do Tornado 1989, considera-o como que “um cavaleiro andante do asfalto”. Ternuras cúmplices de criador... Do que não há dúvidas é que, seja no nome, seja no aspecto físico, ou até no vestuário, ele tem semelhanças com Torpedo 1936, personagem de referência na banda desenhada espanhola, criada pelo traço de Jordi Bernet sob o argumento de Enrique Sanchez Abulí. Quando Estrompa viu pela primeira vez o Torpedo, em 1985, nos álbuns da entretanto extinta Editorial Futura, apercebeu-se que ele lhe fazia voltar à memória as imagens de alguns actores que o tinham impressionado na infância, uns tais Humphrey Bogart, James Cagney, Edward G. Robinson... Daí a criação de Tornado 1989, anti-herói que o autor admite ter desenhado um tanto à maneira de pastiche do Torpedo, embora sejam de sua autoria, enquanto argumentista, as diferentes e muito especiais características de malandro profissional evidentes no Tornado – o qual tem sido um pouco de várias coisas: polícia, mas também ladrão, detective, dono de um bar em Casablanca... – versatilidade que lhe confere uma personalidade desconcertante e muito própria.

Tornado foi criado graficamente em 1989, pormenor em destaque no nome de guerra com que se apresenta. Ao longo da sua existência tem-se constatado que ele possui tendências, humorísticas e críticas, diferentes da do respectivo modelo. Os constantes apartes, brejeiros ou sardónicos, que intercalam os diálogos e pensamentos da personagem, bem como os comentários mordazes do narrador, criam à série, por sua vez, uma textura interventiva que rareia nas suas congéneres. Aliás, Estrompa, o seu manipulador literário e gráfico, envolve-o nas mais insólitas peripécias, desde obrigá-lo a fazer-se passar por travesti (a “menina” Tornada, no episódio Torpedo contra Tornado), a deixá-lo apanhar uma doença venérea (no episódio Uma História de Cowboys), até não o poupar a uma cena imprópria para um protótipo de machão latino: a de ser sodomizado por dois ou três “gorilas”, às ordens dum mafioso com voz cavernosa e cara de Marlon Brando (episódio O Padrinho). Estas e outras situações insólitas, conferem-lhe uma dimensão ficcional de grande originalidade no universo da banda desenhada portuguesa, tornando-o num anti-herói exemplar.

Para quem entrar pela primeira vez em contacto com Tornado, há que esclarecer que o seu nome real é Bogarte – para os amigos já foi Garte, passou depois a ser Bogey, mas, para as “girls”, foi sempre e apenas o Boga. Tornado é simples alcunha, criada por ele expressamente para a bófia, mas serve igualmente para os tansos e “nalfabétus”, conforme diz no seu português rasca em ocasionais confidências. Quanto à idade, tem a que aparenta : quarenta sombrias “prima-beras” – assim escreve o seu “biógrafo” Estrompa – completadas num qualquer mês do signo de Carneiro; no que se refere ao local de nascimento, os elementos fornecidos na sua apresentação (Banda nº 10, Agosto de 1990) não são minimamente credíveis, visto que mencionam em simultâneo, dois locais geograficamente bem distantes: Nova Iorque e Casal Ventoso! Será que, afinal, é português de origem, embora naturalizado americano? Com efeito, ele conhece bem Lisboa, tão bem que até gosta, como diz a certa altura, “de ir beber um uísque com gêlo a uma espelunca ali p’rós lados do Parkmayer” (citação textual). Mesmo a sua divulgada filiação – pai polaco, mãe italiana, emigrantes – poderá ter sido forjada, para despistar a bófia. Onde estará a verdade ? Alguma vez se virá a saber ?

Estrompa & Tornado formam uma dupla muito sabidona, sempre com trunfos escondidos na manga...

Editor : Geraldes Lino – Tiragem 500 exemplares

Este nº foi dedicado ao ciclo Quem é quem no Tertúlia BDzine, que incluiu a biobibliografia de Estrompa, deu especial relevo à sua personagem “Tornado 1989”

in Tertúlia BDzine, Nº 64, 4 Marco 2003 – Distribuição gratuita na Tertúlia BD de Lisboa


À direita, Estrompa e João Miguel Lameiras...

_____________________________________________________________________


sábado, 19 de Julho de 2014

BDpress 420: AFINAL NÃO FOI SÓ LAERTE – THOR: O SUPER-HERÓI AGORA É UMA MULHER


NÃO É SHE-THOR. NÃO É LADY THOR. NÃO É THORITA. 
É MESMO THOR!!!

THOR: O SUPER-HERÓI QUE AGORA É UMA MULHER

Público, 16/07/2014 

Marvel anuncia a mudança de sexo de uma das suas personagens mais mediáticas.

Thor, um dos mais conhecidos super-heróis da Marvel, vai sofrer uma mudança inesperada e surpreendente. A gigante dos comics anunciou nesta terça-feira que na nova série de banda-desenhada, que sairá em Outubro, Thor vai ser uma mulher.

Segundo a Marvel, esta personagem vai mudar de sexo numa tentativa de chegar a mais leitores, nomeadamente, a mais mulheres. “Thor será o oitavo título a ter uma protagonista feminina e tem como objectivo falar directamente a uma audiência que durante muito tempo não foi o target dos livros de banda-desenhada na América”, lê-se no comunicado da empresa, que divulga ainda imagens da nova heroína.

E uma coisa é certa, o Thor, deus do trovão, filho de Odin, que conhecemos já não vai voltar. “Não é She-Thor. Não é uma Lady Thor. Não é Thorita. É THOR. É o THOR do universo da Marvel”, diz Jason Aaron, que será responsável pela escrita da história, garantindo na nota da Marvel que esta nova personagem será um Thor “diferente de qualquer Thor que já tenhamos visto”. A ilustração ficará a cargo de Russel Dauterman.

Por responder ficam ainda algumas perguntas. Quem é afinal esta nova heroína que segura o poderoso martelo? De onde é que ela vem e como é que aparece na história? Qual é afinal a sua ligação ao longínquo reino de Asgard e ao universo Marvel?

Outro dos mistérios é a imagem que a Marvel divulgou do "antigo Deus do Trovão", sugerindo que este continuará na história mas de outra forma. Chamam-lhe "Unworthy Thor" (Thor não digno, numa tradução livre) e, em vez do martelo, a personagem tem um machado.

Será preciso esperar até Outubro para descobrir. Mas o editor da Marvel, Will Moss deixa uma pista: “A inscrição no martelo de Thor diz o seguinte: ‘Quem quer que tenha este martelo, se Ele for digno, possuirá o poder de Thor’. Pois bem, está na altura de actualizar esta inscrição”. Para Will Mossa, esta será "uma das mudanças mais chocantes e emocionates" do universo da Marvel.

No entanto, o norte-americano escreve ainda que esta mudança continua a tradição da Marvel em criar personagens femininas fortes como Tempestade ou Viúva Negra.

A personagem de Thor foi criada originalmente da década de 1960 por por Stan Lee e Jack Kirby. É uma das “três grandes” personagens da Marvel, ao lado de Capitão América e o Homem de Ferro, como nota a empresa no comunicado.

No cinema, Thor foi interpretado pelo actor australiano Chis Hemsworth e teve direito a dois filmes: Thor (2011), realizado pelo inglês Kenneth Branagh, e Thor: O Mundo das Trevas (2013), de Alan Taylor. Esta personagem faz ainda parte de Os Vingadores, de Joss Whedon e que chegou aos cinemas em 2012. À semelhança do que acontece com outros filmes de super-heróis da Marvel, quando estes chegaram aos cinemas foram um sucesso de bilheteiras, arrecadando muitos milhões de euros.



_______________________________________________________________

E NÃO É TUDO!!!
AMANHÃ:

O CAPITÃO AMÉRICA 
PASSA A SER NEGRO!!!


_______________________________________________________________

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

GERALDES LINO EM CALDAS DA RAINHA – CONVERSA SOBRE FANZINES NO MUSEU DA CERÂMICA E SARDINHADA NO FORMIGAL


GERALDES LINO EM CALDAS DA RAINHA
CONVERSA SOBRE FANZINES NO MUSEU DA CERÂMICA 
E...
SARDINHADA NO FORMIGAL

Infelizmente estive com um pequeno problema de saúde e não consegui ficar, para assistir e participar na conversa que decorreu no Museu da Cerâmica em Caldas da Rainha no passado dia 16. Mas fotografei tudo – a exposição de fanzines e o grupo que ia conversar sobre o tema, ao ar livre, tive que sair logo de seguida... No dia seguinte, já estive em condições de realizar a sardinhada no Formigal, prometida há muito tempo a Geraldes Lino.

Aqui fica a reportagem fotográfica:

À direita: Paulo Meireles (o promotor da coisa) e Geraldes Lino...


A SARDINHADA

Clara Botelho, o pai dela (Arq. Rafael Botelho) e Geraldes Lino...

______________________________________________________________________

E... já agora, Pedro Cleto estará hoje na FNAC 
do Gaiashopping para falar sobre 
HERÓIS CLÁSSICOS DA BD


______________________________________________________________________

 
Locations of visitors to this page