quinta-feira, 18 de outubro de 2018

NOVIDADES AMADORA BD
EDITOR: ARTE DE AUTOR 

BOUNCER 
e
O CRIME DO EXPRESSO DO ORIENTE


À semelhança dos anos anteriores teremos novidades no Festival BD Amadora ( 26 Out a 11 Nov).
Vamos lá estar aos Sábados, Domingos e feriado e teremos muito gosto na vossa visita.
Os nossos lançamentos vão ser:

BOUNCER – Álbum Duplo https://we.tl/t-CyzZtMIhhd
Tomo 10 – O Ouro Maldito
Tomo 11 – O Espinhaço de Dragão
e
O CRIME DO EXPRESSO DO ORIENTE
https://we.tl/t-XBh95wt4Kx
Adaptação do romance de Agatha Christie

Todos os volumes vão estar disponíveis no nosso site a partir de amanhã em www.artedeautor.pt (envios a partir de dia 27 Outubro).








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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

LUÍS LOURO REGRESSA À BD COM “WATCHERS”!


LUÍS LOURO REGRESSA À BD
COM “WATCHERS”! 

O lançamento oficial foi ontem (16 de Outubro), 
para as livrarias. 

Watchers será lançado no Amadora BD - apresentado por Rui Zink, a 27 de Outubro deste ano, às 16:00 horas.

Texto de Hugo Jesus
Publicado em http://www.centralcomics.com/luis-louro-watchers/

Luis Louro (autor das séries O Corvo e Jim del Mónaco), está de regresso com um novo e original álbum de banda desenhada onde também assina o argumento: Watchers.

O meu nome é Sentinel. Sou um Watcher.
Esta é a minha cidade e eu sou o rei das visualizações.

Na sequência de êxitos como O Corvo, Alice, e Coração de Papel, que marcaram o panorama da BD nacional, Luís Louro, mais uma vez a solo, remete-nos para uma velha/nova Lisboa muito própria.

Com Watchers, Luís Louro comemora vários regressos. O seu regresso a solo, e o regresso a uma Lisboa muito própria como já nos habituou.

Mais uma vez num livro extraordinariamente visual, apresenta-nos uma Lisboa de tirar o fôlego de uma riqueza inimaginável, com veículos voadores, árvores a sair dos prédios, animais selvagens, e onde podemos encontrar (entre cerca de 200 referências e “easter eggs”) o saudoso autocarro 30 para a Picheleira, entre outros.

Uma Lisboa futurista, mas víntage!

Com um argumento que nos leva a explorar as profundezas da consciência humana, o estado da nossa sociedade e a refletir sobre as nossas prioridades.
Numa sociedade dominada pelas redes sociais, o que estaria disposto a fazer para conseguir mais visualizações e seguidores???

Esta é a história do “Sentinel”, um utilizador da plataforma online “People Watching”.
tal como os outros ele é um Watcher, mas não é um Watcher como os outros.
Numa demanda para estar sempre no topo acaba por entrar numa onda de crimes, dando azo a perseguição policial, ao nascimento de cultos, de hatters, num caminho alucinante e sem regresso…

Todos pelo menos por uma vez na vida já passamos por uma “encruzilhada” onde tivemos de tomar decisões importantes, de optar pelo caminho da esquerda ou o da direita, o comprimido vermelho ou azul… Tendo irremediavelmente de viver com essa decisão para o resto da vida.

Uma história que nos faz pensar, com uma forte crítica social, cheia de surpresas, sendo a maior o final… Ou devemos dizer os finais???

Sim porque provavelmente pela primeira vez na história da Banda Desenhada nos é apresentado um álbum com dois finais alternativos.

Numa edição dividida entre duas versões diferentes, a “vermelha” e a “Branca” cada uma com um final diferente.

Qual será o seu?

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sábado, 6 de outubro de 2018

NOVO LIVRO DE ÁLVARO 

CONVERSAS COM OS PUTOS 
e com os pais deles 

O autor dedica esta obra a todos os que diariamente se arrependem por não terem usado um contraceptivo naquele dia mas que, heroicamente nunca o admitiram.


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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

REPORTAGEM DO 412º ENCONTRO DA TERTÚLIA BD DE LISBOA 2 Outubro 2018 Convidada Especial: Cristina Alves

REPORTAGEM DO
412º ENCONTRO 
DA TERTÚLIA BD DE LISBOA 

2 Outubro 2018 

Convidada Especial: Cristina Alves 
E ainda temos a apresentação do concurso de BD 
Avenida Marginal 2018 por Marco Fraga da Silva. 





Cristina Alves

Geneticista de formação e consultora na banca como profissão, Cristina Alves sempre teve como paixão a leitura, principalmente de ficção especulativa (sobretudo ficção científica) e banda desenhada. Do ler ao escrever sobre o que lê foi um curto passo e actualmente critica e divulga em vários eventos nacionais e internacionais através de palestras, da página Rascunhos (https://osrascunhos.com ) e do programa, com o mesmo nome, na Rádio Voz Online. Colabora, também, com algumas editoras e eventos para a criação de antologias e atribuição de prémios nas áreas da ficção especulativa e banda desenhada.

Curriculum Vitae

2018 - Comic Con - Júri Galardões e Painel Daniel Rodrigues
2018 - Scifi LX - Palestras “Robots na ficção científica - catastróficos, ridículos e apocalípticos
2018 - Parcerias com editoras para crítica e divulgação
2018 - Rádio Voz Online - Programa Rascunhos

Projectos para o futuro

2018 - Palestras - Fórum Fantástico e Alenquer O Fantástico na literatura
2018 - Rádio Voz Online - entrevistas a vários autores
2019 - Publicação de revista de ficção especulativa

Contactos
E-mail - acrisalves@gmail.com
Webpage - https://osrascunhos.com / https://acrisalves.wordpress.com

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Neste Encontro da TBDL não houve Comic Jam

Presença de 23 tertulianos:

Álvaro
António Isidro
Carlos Gonçalves
Carlos Moreno
Célsia Alves
Cristina Alves
Diogo Campos
Dolores Abreu
Domingas Domingues
Geraldes Lino
Hugo Teixeira
Hugo Tiago
João Josué Salvado
João Vidigal
José Lucas
Lara Lopes
Luís Viegas
Marco Fraga da Silva 
Paulo Costa
Pedro Bouça
Policarpo
Rui Domingues
Simões dos Santos

Fotos de Álvaro e Hugo Teixeira:







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Projeto Avenida Marginal

O Projeto Avenida Marginal, fundado por Marco Fraga da Silva, nasce da vontade intrínseca de experimentar e de criar, focada nas áreas da BD e da Ilustração. A iniciativa engloba, atualmente, três componentes essenciais (Fig. 1): a organização de um concurso internacional de BD dirigido aos países da CPLP, trienal caracterizada como um concurso de ‘curtas metragens’ de BD em que os autores têm de sintetizar graficamente uma narrativa em apenas uma prancha; a componente editorial, que conta, até à data, com a publicação de dois fanzines de BD e Ilustração; e a terceira componente relacionada com a realização de exposições itinerantes e estratégias curatoriais, contando já com cinco exposições em vários locais do país.

O concurso de BD tem a sua génese na cidade da Horta, Açores, com organização do jornal homónimo Avenida Marginal, sendo lançado ao público em 2009, com o apoio do Laboratório de Arte e Comunicação Multimédia (Lab:ACM) do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) e da Bedeteca de Beja. Na primeira edição, a iniciativa é dirigida ao público nacional e em termos de formato afirma-se como um concurso de ‘curtas metragens’, procurando assim, uma vertente mais experimental em termos estéticos, plásticos e narrativos. Esta primeira edição superou as expectativas pela elevada qualidade dos trabalhos a concurso (Fig. 2). O júri – composto por Geraldes Lino, Marco Fraga da Silva, Paulo Monteiro e Susa Monteiro – avaliou uma pré-seleção de um total de cerca de 90 trabalhos. A primeira exposição colectiva teve lugar no Faial em 2009, no Museu Fábrica da Baleia – Observatório do Mar dos Açores, com cobertura televisiva da RTP Açores. No ano seguinte, em 2010, o concurso organizou, em parceria com a Bedeteca de Beja, uma exposição colectiva que integrou o VI Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja. Uma publicação digital foi disponibilizada online no website oficial do concurso de forma a promover a iniciativa e o trabalho dos artistas.

Na segunda edição (Fig. 3), em 2012, o concurso passa a ser internacional, direcionado a vários países lusófonos (Portugal, Brasil e PALOPS), mantendo a sua identidade de ‘curtas’ de BD apresentadas em prancha única. A exposição colectiva e entrega dos prémios decorreu no Palácio dos Aciprestes – Fundação Marquês de Pombal, em Oeiras. Uma segunda exposição foi organizada na Casa da Cultura de Beja, com o apoio da Bedeteca de Beja e do banda-desenhista Paulo Monteiro. Ainda na cidade de Beja, foi organizada uma exposição de BD para o II Encontro com Culturas 2012 – Comunidade de Países de Língua Portuguesa – que teve lugar no IPBeja, a qual contou com algumas das pranchas submetidas em ambas as edições do concurso Avenida Marginal. O júri manteve-se desde a primeira edição com uma única alteração, a substituição de Marco Fraga da Silva por Maristela Garcia, responsável da Gibiteca de Curitiba, vincando assim a internacionalização da segunda edição, que avaliou uma seleção de cerca de 150 trabalhos (Fig. 3). Em relação à edição anterior denota-se uma clara subida no número de participantes, justificada por uma campanha online mais intensa e pela internacionalização do concurso.

A terceira edição desta trienal, designada por Concurso Internacional de BD/HQ Avenida Marginal 2015 teve uma chamada de trabalhos até dia 30 de Março de 2016, dirigida a todos os países que integram a CPLP. Esta edição, organizada pelo Bode Expiatório, contou com o apoio da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, da Bedeteca de Beja, da Gibiteca de Curitiba, do Museu Bordalo Pinheiro e do Festival Amadora BD. Outras entidades, entre blogues e websites, deram apoio na divulgação da trienal como é o caso do Concurso de Ilustração Portuguesa Contemporânea, o Central Comics, o blogue Divulgando BD, a página Facebook Tertúlia BD de Lisboa, o blogue Uma Bedeteca Anónima, entre muitos outros. A exposição itinerante que resultou da mostra das melhores pranchas a concurso esteve patente em vários locais ao longo de três anos: Beja, Lisboa, Curitiba e Odivelas. Na cidade de Beja esteve no Estórias Tantas, onde integrou o Festival Internacional de BD de Beja de 2016. Em Lisboa esteve no Espaço Cultural Com Calma, em Benfica. No Brasil esteve na Gibiteca de Curitiba. Em Odivelas esteve na Biblioteca Municipal Dom Dinis.

A quarta edição está a decorrer até ao dia 25 de novembro de 2018. Neste momento está marcada uma mostra com as melhores pranchas das quatro edições no mês de março, na cidade da Horta (Açores), na Biblioteca Municipal da Horta. Esta mostra irá celebrar o décimo aniversário da trienal Avenida Marginal.

Outra importante vertente do Projeto Avenida Marginal é a sua componente editorial, que deu origem ao Espaço Marginal – Fanzine de Ilustração e Banda Desenhada, publicação multi-autor que assenta no diálogo profícuo entre obras de autores consagrados convidados, a par de jovens talentos emergentes, muitos deles estudantes de áreas criativas. Este fanzine consolida a aposta na relação, cruzamento e hibridação das linguagens da Ilustração e da BD que, ao longo das duas edições já publicadas, tem vindo a consolidar-se e a despertar o interesse dos autores por esta zona de fronteira entre áreas.

O número zero, publicado em 2013 e apresentado publicamente no IX Festival Internacional de BD de Beja, é editado pelo Lab:ACM, com organização de Ana Lopes e Marco Fraga da Silva, lançando as bases desta edição internacional lusófona: a exploração do cruzamento entre as áreas da BD e da Ilustração com uma produção artesanal seriada. A capa, produzida em serigrafia, é ilustrada por Ana Lopes com produção do mestre serígrafo e docente António Inverno e paginação de Ana Velhinho.

A publicação caracteriza-se pelo formato quadrado (20 x 20 cm), com um miolo de 64 páginas na primeira edição, que contou com um total de 31 participantes. Foram vários os autores, entre docentes, discentes e alumni do IPBeja, a par de outros autores convidados que contribuíram com a sua criatividade e gosto pela Ilustração e pela BD. O fanzine incluiu, ainda, um artigo do bloguista Geraldes Lino sobre a Tertúlia de BD de Lisboa, fundada pelo próprio. Esta edição é nomeada para melhor fanzine nacional no 24º Festival Internacional de Banda Desenhada de Amadora 2013, tendo ainda integrado a exposição de Geraldes Lino sobre fanzines, que fez parte da programação oficial do festival.

O sucesso deste número experimental motivou a organização para a criação de uma nova edição em 2014 – uma versão mais alargada (76 páginas) em termos de número de autores e obras. Geraldes Lino voltou a estar presente com um texto sobre fanzines biográficos, que reafirma a vontade de manter um espaço de reflexão nesta publicação. Nesse ano, além de integrar a exposição do Festival Amadora BD, a segunda edição do Fanzine Espaço Marginal é premiada na categoria de melhor fanzine nacional, galardão, que segundo a organização do referido certame distingue edições, publicadas em Portugal e em língua portuguesa, que tragam novidade artística ao meio editorial.

As duas edições do fanzine tiveram uma tiragem de 120 exemplares numerados, com capa serigrafada a cores e miolo impresso a preto e branco. Deste modo, a publicação constitui um objeto de colecionador de edição limitada, com um circuito de distribuição entre autores, bibliotecas e eventos especializados como festivais e feiras ligadas ao sector. As suas versões digitais encontram-se disponíveis gratuitamente numa das plataformas de disseminação do projeto. (https://issuu.com/avenidamarginal)

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sábado, 29 de setembro de 2018

NOVA COLECÇÃO DE ÁLBUNS DE BD COM O JORNAL PÚBLICO EM PARCERIA COM A ASA - LARGO WINCH

BDpress #490 

NOVA COLECÇÃO DE ÁLBUNS DE BD 
COM O JORNAL PÚBLICO EM PARCERIA COM A ASA 

LARGO WINCH 
UM JOVEM AVENTUREIRO 
NA ALTA FINANÇA MUNDIAL 


É um dos maiores êxitos de vendas da banda desenhada franco-belga, que agora será objecto, pela primeira vez em Portugal, de uma edição integral em 11 álbuns – dez deles duplos – com 13 histórias inéditas em Portugal. O herói é o jovem dono de um dos maiores impérios industriais e financeiros do mundo.

Textos de Carlos Pessoa

Elegante e desenvolto, corajoso e audaz, mas sobrerudo rico, Largo Winch tem tudo para ser uma estrela de primeira grandeza. E assim é, mas só depois de herdar um conglomerado de empresas multinacionais avaliado em 10 mil milhões de dólares...

Combinando aventura, acção, sexo e intriga nos ambientes sofisticados da alta finança internacional, a série (argumento de Jean Van Hamme e desenho de Philippe Francq), é uma das criações de banda desenhada franco-belgas de maior sucesso, com vendas acumuladas desde a sua criação, em 1990, superiores a 10 milhões de exemplares. Só em língua francesa, cada novo título (15 álbuns até à data) vende em média mais de 600 mil cópias, valor que apenas é superado por outras séries de grande públioo, como Astérix, Titeuf, Tintin ou XIII.

Em Portugal, os primeiros quatro títulos foram publicados pela Bertrand entre 1993 e 1996, sem êxito suficiente para editar os restantes. Mais tarde, foi a Gradiva quem voltou a pegar na série, tendo publicado os dois títulos seguintes, H e Dutch Connection. Teve ainda presença pontual em colecções anteriores da parceria PÚBLICO-Edições Asa.

Pensado para ser um herói de BD, Largo Winch viu a luz do dia em romances policiais no final dos anos 70 do século passado. As vendas não foram más (cerca de 10 mil exemplares vendidos por titulo), mas "não suficientes para viver", admitiu Van Hamme numa entrevista.

Em 1989, o argumentista volta à ideia original, publicando as aventuras de BD directamente em álbum. O sucesso foi imediato: o primeiro volume vendeu 50 mil exemplares, dando início a uma escalada de vendas que nunca mais parou.

Adaptada para televisão (em 2001, foi exibida na SIC) e cinema (duas longas-metragens, em 2008 e 2011) e utilizada em numerosas campanhas publicitárias, a série foi também explorada numa linha de produtos derivados (cartões telefónicos, artigos de papelaria, roupa, jogos vídeo e online, etc.).

Philippe Francq, desenhador da série, é um criador que obtém com Largo Winch o primeiro grande sucesso da sua carreira. Van Hamme, em contrapartida, é um "veterano'" argumentista que regista no seu currículo um punhado de criações de grande êxito – Thorgal, XIII (ambas já publicadas no âmbito das colecções PÚBLICO-Edições ASA), SOS Bonheur e Largo Winch, entre outras.

Como explicar que tudo aquilo em que toca se transforme em ouro? Em declarações ao PÚBLICO em 2001, por ocasião do lançamento de um dos álbuns de Largo Winch no mercado português, Van Hamme começou por reagir desta forma: "A questão é boa, mas não sei se há uma resposta." Contudo, não iludiu a questão: “Tento escolher personagens que não ganhem sempre. São pessoas com fraquezas que as tornam mais humanas e próximas dos leitores. O Super-Homem não tem muita piada, pois ganha sempre e pode fazer tudo..."

Van Hamme tenta também nunca se esquecer que o principal "é contar de forma simples histórias que, por vezes, são complicadas". Outro requisito consiste no que descreveu como "fazer cinema em papel", ou seja, "contar histórias às quais eu próprio me ligue de imediato". E como a sua preocupação é que as histórias de que gosta "correspondam às que o público quer", Van Hamme define-se a si próprio como "um autor de vocação popular, incapaz de abordar os grandes temas psicologistas, pessoais...”

Até chegar a Largo Winch foi um pequeno passo que o argumentista não hesitou em dar: "O tema tem uma actualidade social e económica evidente. A série fala de um capitalismo de rosto humano, como aconteceu um pouco entre os anos 30 e 60 do século XX, mas não do capitalismo do século XIX ou dos nossos dias.

No caso de Winch, a sua grande vantagem é ser o seu principal accionista; pode dar-se ao luxo de perder dinheiro pois não há um conselho de administração que o possa demitir...”

Graças à parceria entre o PÚBLICO e as Edições Asa, ficará em breve (o primeiro álbum saiu na passada quarta-feira, dia 26) disponível a totalidade das aventuras da série, numa oolecção de 11 álbuns (10 duplos e um simples com a última aventura de Largo Winch, a primeira que já não é escrita por Van Hamme, mas pelo seu sucessor, Eric Giacometti).


 





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