segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

REPORTAGEM DO 414º ENCONTRO DA TERTÚLIA BD DE LISBOA (04-12-2018)

REPORTAGEM 
DO 414º ENCONTRO 
DA TERTÚLIA BD DE LISBOA 
(04-12-2018)

  
  
  

INICIAÇÃO À ARTE SEQUENCIAL
CURSO DE BD 

COMIC JAM

Os autores participantes:
Pg1
1) Daniel Maia, 
2) Patrícia Costa, 
3) Shania Santos, 
4) Maria João Claré, 
5) Mário André, 
6) António Coelho;

Pg2
1) António Pires, 
2) Álvaro, 
3) Susana Resende, 
4) Daniel Maia



FOTOs
(de Álvaro)































_____________________________________________________________

O curso Iniciação à Arte Sequencial foi a primeira formação completa de introdução à BD realizada no Concelho, surgido do convite da Câmara Municipal do Montijo, com o objectivo de dinamizar a vida cultural no município e oferecer à população uma plataforma para criação em narrativa visual. Perante a grande adesão registada, foi promovido um 2º curso, subsequente, cada um com quinze vagas preenchidas, donde resultou a formação certificada de vinte alunos, os quais utilizaram os módulos de atelier e os encontros seguintes para elaborar bandas desenhadas curtas, as quais serão publicadas numa antologia editada pelo municipio.

Os cursos, organizados por Eduardo Martins e coordenados pela formadora Susana Resende, teve a assistência de Daniel Maia, e contou com a presença dos autores Penim Loureiro e Paulo Monteiro, respectivamente nas aulas finais da 1ª e 2ª formação, onde realizaram breves colóquios sobre os seus percursos autorais e processos criativos, assim como apoiaram na revisão dos trabalhos dos formandos. Os cursos, de 40h cada, e com frequência gratuita, decorreram entre Maio-Julho 2018.
Motivados a participar no Concurso de BD dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada, quatro dos formandos puderam realizar novos trabalhos para o evento, sendo todos seleccionados e expostos no 29º AmadoraBD, e que viu consagrada a aluna/autora-estreante Patrícia Costa como vencedora do prémio único do Escalão A+.
Historicamente, o Montijo tem sido uma terra bastante vocacionada para a arte sequencial, tendo o apoio da Câmara Municipal em iniciativas promovidas por entusiastas locais, como o concurso de BD realizado em 1983, organizado por Paulo Aleixo e Carlos Pancadas, que contou com a presença de Eugénio Silva e de Geraldes Lino, e o salão ExpoBD’96, organizado por Daniel Maia, com as participações de Jorge Coelho e João Rodrigues, da livraria BDmania e das editoras Chili com Carne e Polvo. No início do novo milénio, foi criada uma Bedeteca na cidade e, posteriormente, um prémio de BD, o “Jovens Criativos 2008”, ambos entretanto descontinuados, mas que vieram a complementar as várias actividades aqui mantidas, como exposições e apoios à edição de autores locais, entre os quais se contam Daniel Maia, David Campos, (António) João Rodrigues, Jorge ‘RoD’ Rodrigues, Susana Resende e vários outros talentos.

Na sequência do Iniciação à Arte Sequencial, será promovido em 2019 um encontro mensal e uma 3ª formação, bem como outras iniciativas editoriais, como forma de incentivar os novos talentos a iniciarem um percurso autoral na comunidade de BD portuguesa.

Cadavres para Iniciantes #1
Integrado no 1º curso Iniciação à Arte Sequencial, no Montijo, o fanzine Cadavres para Iniciantes #1 é o resultado de um desafio colocado aos formandos, com vista à aplicação dos conhecimentos adquiridos e ao desenvolvimento de sinergia criativa entre o grupo, que assim realizou uma banda desenhada colectiva em sistema cadavre exquis. Para muitos dos alunos, esta edição marca a sua estreia editorial na produção de uma BD, sendo o trabalho proposto de modo a cada artista assinar meia página, dando continuação ou reinterpretando a prestação precedente, por um outro colega.

Cadáveres para Iniciantes #1 reúne artes sequenciais por António Coelho, António Pires, Bernardo Aldeias, Capitolina Rabanete, Filipe Duarte, Mário André, Maria João Claré, Patrícia Costa, Rui Serra e Moura, Shania Santos, Tiago Martins, e pela formadora Susana Resende, a quem coube concluir o exercício narrativo. A edição foi realizada pelo Curso de BD do Montijo, em fanzine de formato A5, numa tiragem de 50 exemplares sem propósito comercial.

Cadavres para Iniciantes #1
(Curso de BD do Montijo)
Editor: Eduardo Martins
Direcção: Susana Resende
Autores: AA.VV.
Fanzine A5 | 12p | P/B
1ª Edição: Novembro 2018
Publicação Não-comercial

HUMANUS
Vários Autores

Esta é uma obra comemorativa dos cinco anos da Escorpião Azul como chancela de banda desenhada que publica maioritariamente autores lusos. Nele estão incluídos 37 autores entre desenhadores e argumentistas, desconhecidos e conhecidos que contribuíram com as suas 33 histórias dos mais variados estilos, para dar à luz do dia esta colectânea que homenageia a banda desenhada no seu todo e que quer dar uma visão mais abrangente daquilo que hoje se faz em Portugal.

Este livro conta com a participação dos autores: Rui Lacas, Andre Mateus, Filipe Duarte, Patrik Caetano, Susa Monteiro, Miguel Santos, Paulo Monteiro, Pepedelrey, Ricardo Lopes, Catarina Quintas, Mitsu, Fábio Veras, Álvaro, Derradé, Sharon Mendes, Rafael Sales, Jorge Deodato, Miguel Ángel Martín, Rita Alfaiate, Maf, Carlos Páscoa, Agonia Sampaio, João Vasconcelos, Joana Geraldes, Lança Guerreiro, Inês Garcia, João Monteiro, Catarina Teixeira, Mário Teixeira, Tiago Cruz, João Pinto, João Gordinho, Miguel Falcato e Picalima.

272 pág.|p/b|Brochado|
PVP 21€
ISBN: 978-989-99989-8-8 



domingo, 2 de dezembro de 2018

MORREU JORGE MAGALHÃES


MORREU JORGE MAGALHÃES 


Jorge Magalhães, morreu ontem à noite, dia 1 de Dezembro no Hospital de Cascais. Os textos biográficos que constam abaixo, são da autoria de Leonardo De Sá e de Geraldes Lino.

O mais prolífico dos argumentistas portugueses de banda desenhada das últimas décadas, Jorge Arnaldo Sacadura Cabral de Magalhães nasceu a 22 de Março de 1938, no Porto. Publicou o seu primeiro conto no Mundo de Aventuras, em 1959, e depois em O Mosquito (2ª série). A partir de 1961, teve uma prolongada estada em Angola, como funcionário público, tendo colaborado no Comércio de Luanda (foi coordenador da página juvenil Águia), Trópico, com textos sobre BD em A Província de Angola (1968) e outras participações no suplemento Bambi, para além de intervenções na rádio e numa companhia de teatro amador. Nesse período publicou na metrópole vários artigos no jornal República, assim como outras colaborações no Pisca-Pisca e nos fanzines Copra e Quadrinhos. De regresso ao continente, iniciou a sua actividade na Agência Portuguesa de Revistas em 1973, tornando-se no ano seguinte oordenador do Mundo de Aventuras (5ª série) e de outras revistas da editora, para as quais fez traduções e escreveu também contos, artigos, etc., em nome próprio ou sob diversos pseudónimos ("Roy West", etc.). A partir de 1976, começou a sua actividade como argumentista de banda desenhada, no Mundo de Aventuras, com "A Lenda de Gaia", quadriculada por Baptista Mendes, e depois em Quadradinhos (2ª série), Tintin, O Mosquito (5ª série), Jornal da BD, Jornal do Exército, BDN (suplemento do Diário de Notícias), etc. Trabalhou com os desenhadores Augusto Trigo, António Carichas, Catherine Labey, José Abrantes, Vítor Péon, Zénetto, Eugénio Silva, Fernando Bento, José Garcês, Ricardo Cabrita, João Mendonça, Carlos Alberto Santos, Rui Lacas, etc. Foi coordenador da totalidade da produção da Editorial Futura, incluindo O Mosquito (5ª série), dirigido por José Chaves Ferreira, assim como dos excelentes Cadernos de Banda Desenhada.

Editou, desde há alguns anos, vários fanzines especializados: Fandaventuras, Fandwestern, e outros. Tem mais de duas dezenas de álbuns publicados, desde 1985. Publicou artigos sobre banda desenhada em diversos fanzines, bem como no Especial Quadradinhos de A Capital e outras secções especializadas em jornais, assim como nas publicações de sua responsabilidade.

Colaborou com textos para as Edições Época de Ouro, tendo assegurado a coordenação de O Mosquito: 60º Aniversário (1996). Para as Edições Rodrigues Chaveiro coordenou a revista de reedições americanas Heróis Inesquecíveis, em 1997-98. Representou Portugal, juntamente com José Ruy, na 1ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em 1989. Recebeu inúmeros prémios. É redactor-em-chefe e coordenador da 2ª série de Selecções BD, da Meribérica/Liber, desde o início da revista em Novembro de 1998.

In Dicionário dos Autores de Banda Desenhada e Cartoon em Portugal, de Leonardo De Sá, NonArte – Cadernos do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, Edições Época de Ouro, 1999.
__________________________________________________________

Jorge Arnaldo Sacadura Cabral de Magalhães,22 de Março de 1938, Porto.
Tem textos vários, incluindo contos, publicados nas revistas debanda desenhada Mundo de Aventuras, Mosquito (2ª série e 5ª série), Pisca-Pisca, Jornal da BD, Heróis Inesquecíveis, Selecções BD (2ª série), sendo chefe de redacção desta última, e nos fanzines Copra e Quadrinhos.
Foi coordenador da revista Mundo de Aventuras (5ª série), e em 1976 iniciou-se como argumentista em "A Lenda de Gaia", com desenhos de Baptista Mendes.
Fez argumentos para grande número de desenhadores, designadamente Augusto Trigo, Catherine Labey, Vítor Péon, Zenetto, Eugénio Silva, Fernando Bento, José Garcês, Ricardo Cabrita, Carlos Alberto, Rui Lacas, entre outros.

Tem co-autoria com Augusto Trigo nosseguintes álbuns:
Wakantanka (1º e 2º volumes, 1985 e 1988 respectivamente), Ranger, 1988, Excalibur, 1988
Lendas de Portugal (1º e 2º volumes, 1988 e 1989), Fez o argumento, para a curta desenhada por Trigo, Um Lusitano na Corte do Rei Artur parao livro Vasco Granja. Uma Vida...1000 Imagens, editado em Maio de 2003.

Co-autoria com Catherine Labey
Contos de Entre Douro e Minho, 1989
Contos de Guerra Junqueiro, 1990
Contos de Anderson, 1991
Lendas de Portugal, 1991
Contos dos Irmãos Grimm, 1992
Novos Contos das Mil e Uma Noites, 1994

Co-autoria com José Garcês
O Tambor, 1992

Co-autoria com João Mendonça
Joaninha dos Olhos Verdes, 1993

Co-autoria com Fernando Bento
Regresso à Ilha do Tesouro, 1993

Co-autoria com Ricardo Cabrita
Contos do Sul, 1993

Co-autoria com AAVV (Catherine Labey, Eugénio Silva, José Garcês, Carlos Alberto
Contos das Ilhas, 1993

Co-autoria com Rui Lacas
Maldita Cocaína, 1994
----------------------------------------
Créditos:
A foto de Jorge Magalhães foi-me cedida por Machado-Dias, do blogue Kuentro, que, por sua vez, terá aproveitado o trabalho fotográfico de algum texiano, visto o ilustre argumentista estar a manusear ostensivamente um álbum do Tex.

Resposta de Jorge Magalhães:
Caríssimo Geraldes Lino,

Muito obrigado, em meu nome e no do Augusto Trigo, pelas amáveis e extensas referências deste blogue ao nosso trabalho em comum na área da BD.
A título de curiosidade, informo que a foto em que estou a ler uma revista do Tex (edição da Mythos) foi tirada aqui em Cascais, num ameno dia de inverno, pela Catherine Labey e postada pela primeira vez no Tex Willer Blog (de onde o Machado-Dias a deve ter sacado). Portanto, o crédito da mesma deve ser atribuído à Catherine.
Outro assunto: os títulos publicados na colecção "Lendas de Portugal em Banda Desenhada" (da Asa) são três e não dois, sendo o terceiro "A Moura Cassima". Talvez por gralha, indicaste entre as obras que realizei com a Catherine umas tais "Lendas de Portugal" que nunca existiram. Com ela só fiz, para a Asa, os "Contos Tradicionais" e os "Contos para a Infância", entre os quais os de Andersen (não Anderson), que foram reeditados em 2005, no bicentenário do H. C. Andersen.
Na primeira daquelas colecções, também fiz a adaptação dos "Contos Tradicionais de Entre-Douro e Minho" para o Renato Abreu, outro jovem desenhador (na altura) com quem gostei muito de trabalhar.
Nos prémios atribuídos pelo CPBD a A. Trigo, assinalo-te outra pequena "gralha": Desenhador Revelação do Ano de 1981 (e não de 1984).
Acho que a tua lista está bastante extensa e detalhada, mas é claro que haveria ainda mais coisas a registar, como por exemplo outra "curta" que fiz com o Trigo para o álbum da Moura Salúquia, editado pela C.M. de Moura em 2009 (com coordenação de Carlos Rico).
E há outras histórias encetadas em várias épocas (e incompletas), que para o caso não interessam... pois provavelmente nunca verão a luz da publicidade.
Ultimamente, ando a ver se consigo estabelecer uma lista dos (muitos) textos que escrevi em revistas e jornais angolanos, alguns deles sobre banda desenhada (isto ainda em 1967-68). Mas perdi muitas dessas peças (ao voltar para Portugal, em 1973), como por exemplo a colecção do "Angola Infantil" (que era um suplemento do jornal "Comércio de Luanda"). Foi neste suplemento que saiu a 1ª versão de "O Príncipe Olaf", anos depois publicada em livro na colecção "Galo de Oiro", da Portugal Press. E também um trabalho a que dei o título "Os Heróis de Coração de Papel", dedicado, já se vê, aos principais heróis da BD... e do qual escrevi cerca de 15 capítulos (entre 1971 e 1972).
Nalguns casos, fiquei com cópias dactilografadas (na minha velhinha Olivetti) desses escritos, o problema é conseguir encontrá-las no meio de tanta papelada que acumulei ao longo dos anos. Coisa que tu sabes tão bem como eu :-)
Um grande abraço, com os agradecimentos e a velha amizade do
Jorge Magalhães

In Divulgando Banda Desenhada (http://divulgandobd.blogspot.com/2016/06/augusto-trigo-jorge-magalhaes-em.html), em 20 de Junho de 2016, por Geraldes Lino


 Foto publicada no Tex Willer Blog

 Jorge Magalhães e Fabio Civitelli. Foto publicada no Tex Willer Blog, em que José Carlos Francisco realiza uma grande entrevista com  Magalhães, in http://texwillerblog.com/wordpress/?p=6659

Mário João Marques e Jorge Magalhães debatendo os conteúdos da revista nº 6  do Clube Tex Portugal




sábado, 1 de dezembro de 2018

A REVISTA #9 DO CLUBE TEX PORTUGAL JÁ ESTÁ NO “PRELO”

A REVISTA #9 
DO CLUBE TEX PORTUGAL 
JÁ ESTÁ NO “PRELO” 

Dezembro marca o regresso da revista do Clube Tex Portugal, um projecto feito por sócios e dirigido a todos os sócios do clube português, focando os mais variados temas em redor de Tex e do western em geral.

As capas de Rossano Rossi para a revista nº 9 do Clube Tex Portugal 

Este nono número terá novamente 52 páginas e apresentará novamente duas versões para a sua capa, desta vez do magnífico desenhador Rossano Rossi. Este ano os leitores portugueses tiveram oportunidade de o conhecer devido à sua presença no 14º Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, onde foi uma das estrelas presentes no evento português. Rossano Rossi respondeu prontamente às nossas solicitações, com informações, sugestões e com o envio de dois desenhos. A capa principal trará Tex e Carson, num saloon, a brindar aos 70 anos de vida editorial, mas com duas belas ilustrações optou-se novamente (tal como aconteceu com as revistas nº 2 que teve duas capas de Fabio Civitelli, nº 3 que teve duas capas de Luca Vannini, nº 4 que teve duas capas de Enrique Breccia, nº 5 com duas capas de Maurizio Dotti, nº 6 com duas magníficas capas de Massimo Rotundo, nº 7 com duas belas capas de Stefano Bliglia e nº 8, desta vez com duas capas de Pasquale Del Vecchio) por fazer a revista com duas capas diferentes, uma original com Tex e Kit Carson no saloon e uma alternativa, com Tex e Carson cavalgando em frente ao Territorial Bank.

Capa principal da revista nº 9 do Clube Tex Portugal 

Neste nono número para além das magníficas capas de Rossano Rossi, destaque ainda para as colaborações exclusivas dos consagrados autores Bruno Ramella, Michele Benevento, Bruno Brindisi e Moreno Burattini (que nos apresenta as aventuras de Tex no Grande Norte). Neste número regressam os textos do director Mário João Marques (com um dossier dedicado a Rossano Rossi), de José Carlos Francisco (que nos fala dos guiões “desenhados” de G. L. Bonelli), do Jesus Nabor (que escreve sobre velhos lobos do mar, selvas cruéis e dinossauros), do Sandro Palmas (que nos mostra que depois de um aniversário de Tex a SBE já se prepara para um novo centenário), do Júlio Schneider (que escreve sobre os durões que também riem), do Jorge Magalhães (que escreve sobre os Tex da sua infância), do Rui Cunha (que aborda o mítico duelo no O. K. Corral) e do nosso correspondente internacional Thiago Gardinali (com um fantástico artigo sobre a Grande Mostra dedicada ao Mito Tex, em Milão).

Capa variante da revista nº 9 do Clube Tex Portugal 

Nota do Clube Tex Portugal a todos os sócios: 

Como habitualmente, os sócios do Clube Tex Portugal (com excepção dos sócios menores) com as quotas do mês de dezembro pagas, terão direito a receber gratuitamente um exemplar da revista. Dado que este 9º número será publicado com duas versões da capa, o exemplar gratuito será o da versão com desenho de Tex e Kit Carson no saloon.

Adicionalmente, sem qualquer limite, os sócios podem adquirir mais exemplares da revista, quer da versão oficial quer da versão alternativa, sendo o preço unitário de 10 euros.

Deste modo, todos os sócios que desejem adquirir exemplares da revista, devem informar desde já (e impreterivelmente até ao dia 3 de Dezembro) o Clube Tex Portugal, na forma de comentário ao post do Tex Willer Blog: http://texwillerblog.com/wordpress/ ou escrevendo para José Carlos Francisco (josebenfica@hotmail.com), indicando o nº de exemplares pretendido para cada versão da capa e procedendo ao respectivo pagamento na conta do Clube Tex Portugal ou através de paypal, enviando o comprovativo desse mesmo pagamento.

Design e paginação de Jorge Machado-Dias


 
Locations of visitors to this page