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quarta-feira, 20 de julho de 2011

INAUGURA AMANHÃ A EXPOSIÇÃO “HISTÓRIA COM HUMOR – A HISTÓRIA DE PORTUGAL NA OBRA DE ARTUR CORREIA E ANTÓNIO GOMES DE ALMEIDA” – NO CNBDI – AMADORA

A exposição 
HISTÓRIA COM HUMOR – A HISTÓRIA DE PORTUGAL 
NA OBRA DE ARTUR CORREIA 
E ANTÓNIO GOMES DE ALMEIDA 
comissariada por João Miguel Lameiras, inaugura amanhã no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem (CNBDI), na Amadora, pela 17 horas.



Aqui fica uma biografia sumária de Artur Correia e um texto publicado por seu filho Artur Correia Junior na internet, que pode também ser visto AQUI.

José Garcês, Artur Correia e Servais Tiago

ARTUR CORREIA

Lisboeta, nasceu a 20 de Abril de 1932.
Cursou na Escola Industrial Machado de Castro e, aqui mesmo se iniciou no desenho, participando no jornal de parede.
Primeiros Trabalhos: Seminário Juvenil "O Papagaio".
Entre outras publicações para onde Artur Correia tem colaborado, contam-se:
"Foguetão", "Zorro", "Pisca-Pisca", "Fungágá da Bicharada", "Mundo de Aventuras" e "Correio da Manhã".
Foi porém, no "Cavaleiro Andante", que se demarcou com bandas hilariantes que ficaram famosas, como por exemplo: "As Aventuras de Dom Cebolinha", "Tufão no México", "O Roubo do Elefante Branco" ou "O Neto de Robin dos Bosques".

"...quando era miúdo lia o Sr. Doutor e entusiasmava-me sempre com as histórias de teatro que lá apareciam. Então, com os meus irmãos e os vizinhos montávamos um palco no pátio do sítio onde vivíamos, colocávamos uma grafonola a tocar, e a vizinhança assistia às nossas representações. A paixão pelo teatro, desde aí, nunca me largou. Na primeira oportunidade formámos um grupo na igreja da Encarnação, onde apresentámos várias peças. Como nessa altura eu estava já ligado ao Camarada e à Mocidade Portuguesa, onde fiz também teatro de fantoches, era com facilidade que arranjava bilhetes e ia ver teatro. E um dia fui assistir a uma peça que me deixou maluco. Era "As velharias de Scapin" de Moliére. Interpretada, entre outros, pelo Pedro de Lemos, no Teatro Nacional de D. Maria II. Não descansei enquanto não peguei nela e a passei para um "teatro" com um palco de 4 metros de lado por 3 de fundo! E metemos o mesmo número de personagens lá dentro! No DN consegui ainda formar um grupo cénico e, a par das hq's, ainda tinha tempo para fazer teatro, representávamos peças de Edgar Marques e da Anita Patrício, uma série de dramalhões de faca e alguidar, que divertiam muito as pessoas pois nós íamos para o palco brincar a sério... Ao passar para a Telecine, era eu que me encarregava de organizar toda a parte de diversão para as festas de Natal. Aí, no "plateau" da empresa, chegámos a apresentar a peça de Fernando de Paços atrás referida, que pertencia ao teatro do Gerifalto..."

Depois de terem trabalhado, durante alguns anos, na Telecine-Moro, o director de animação Artur Correia decidiu trabalhar por sua conta e risco, com a intenção de produzir e realizar desenhos animados de entretenimento e publicidade.

Assim nasceu a Topefilme, em 11 de Maio de 1973. A equipa da Topefilme alcançou muitos êxitos no domínio do filme publicitário recebendo numerosos prémios em festivais internacionais, como os que se efectuaram em Buenos Ayres, Nova Yorque, Lisboa, Cannes, etc..

Mas o maior êxito foi obtido em 1967, nas Jornadas Internacionais do Cinema de Animação de Annecy, com o primeiro prémio na categoria de publicidade atribuído a O MELHOR DA RUA.

A Topefilme teve assinalável experiência na produção e realização de filmes educativos, contendo mensagens acessíveis para todas as camadas de público.

Títulos em destaque: A DIFTERIA, PARA MAL NÃO FAZER HÁ MUITO QUE APRENDER, PEÃO VERDE OU PEÃO ENCARNADO, CANTIGA DO PASSEIO e A CASA...

Houve encomendas muito significativas, o que aconteceu com a Organização Mundial de Saúde, ao financiar A HIPERTENSÃO; e com os Estúdios Moro, de Madrid, ao financiar a CAMPANHA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES INFANTIS.

Outro ponto de destaque foi a produção e realização de O ROMANCE DA RAPOSA, em treze episódios de treze minutos, exemplar adaptação do belo romancinho infantil do mestre Aquilino Ribeiro.

Realizador e autor de banda desenhada. Colaborou já em diversas revistas infantis e juvenis. No ano de 1965 inicia a sua actividade no campo do cinema de animação, tendo dois anos depois conquistado prémios em Veneza e Annecy.. Foi, também já distinguido em Bilbao, Cannes, Hollywood, Argentina, Zagreb, Lucca e... na sua terra natal: Lisboa. Em 1972 trabalho num dos filmes de uma série do veterano Robert Balser, em Barcelona. Um ano depois cria o seu próprio estúdio de animação, a Topefilme, onde a par dos filmes publicitários sempre procurou incrementar o desenvolvimento da curta-metragem portuguesa para cinema e televisão. Fez parte de vários júris internacionais. Actualmente contribui para a formação de novos valores para o desenho animado na EPI — Escola de Imagem e no estúdio Neurones-Portugal.

"...tinha 15 anos e estava a acabar o curso na Machado de Castro quando o primeiro trabalho foi publicado n'O Papagaio. Naquela altura as condições de pagamento eram de 7 escudos e cinquenta centavos (3.5 centimos) por ilustração e 20 escudos (10 centimos) por página ou capa. Bom para a altura!...comecei por ilustrar contos. Além das HQ's, alargava juntamente com um talentoso moço chamado Soares, os desenhos das histórias do Tim-Tim para virem publicados na página central. Nós é que fazíamos os acrescentos para transformar uma página única numa dupla. Ocasionalmente lá fazia uma capa. Isto em 1947 / 1948..."

"... a minha primeira história aos quadradinhos para O Papagaio foi A Ilha dos Fantasmase directamente em pedra litográfica! Em finais de 1947 entrei como aprendiz de desenhador litógrafo na Litografia Tejo, tomando então contacto com o desenho em pedra litográfica. Haviam dois sistemas de impressão. O sistema da máquina plana que imprimia sobre pedra e o offset, que o fazia em chapa de zinco. Enquanto a pedra imprimia directamente no papel, a chapa passava o desenho a um rolo de borracha e daí ao papel. Por isso na pedra desenháva-mos ao contrário e na chapa às direitas. Aproveitei a familiarização com a pedra para desenhar as ilustrações e as Histórias aos Quadradinhos..."

"...como publicação independente O Papagaio fina-se em 1949 mas passa a ser inserido nas páginas da revista Flama, dirigida por Frei Diogo Crespo e Mário Simas. Em 1951, acaba..."

"...em 1950 transito da Litografia Tejo para o Diário de Notícias. Fernando Cruz, um primo meu, trabalhava no DN..Daí o convite para ingressar na secção de litografia, recém inaugurada no edifício do Marquês de Pombal..."

"...o meu trabalho era litografar em chapa as capas da Colecção Policial do DN e fazer as cores, também em chapa, do Diabrete, que logo terminou para ser substituído peloCavaleiro Andante. Resta acrescentar que, nessa altura, além de desenhar capas, fazia as montagens em offset e rotogravura, sistema em que era impressa a revista de cinema Estúdio na qual comecei logo no primeiro número com anedotas. Quando comecei, a minha primeira ideia foi passar para a redacção, pois eu entrava lá e via um ambiente extraordinário gerado em parte por duas fantásticas pessoas: o saudoso A. S. Müller e uma senhora, Maria Amélia Bárcia, de rara sensibilidade. Esta senhora, era o braço direito de A. S. Müller e acompanhou as edições do CA até à sua morte. Era este ambiente e sobretudo o mexer e ver as histórias que chegavam que me encantavam. E então fui pedir ao Sr. Müller se ele não se importava que passasse para a redacção para fazer paginação e ilustração. Ele deve ter simpatizado comigo, acedeu e conseguiu a minha transferência. E continuava a colaborar com cartoons para o Mundo Desportivo, anedotas para o Almanaque do Diário de Notícias, quer dizer, todas as publicações do DN e ainda para o Camarada."

Artur Correia com Giannalberto Bendazzi




O texto que Pedro Cleto escreveu sobre Romance da Raposa, pode ser lido AQUI, no seu blogue.
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Imagens da responsabilidade do Kuentro
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

FOTOGRAFIAS DO ALMOÇO ANUAL D'O MOSQUITO


ALMOÇO ANUAL D’O MOSQUITO
Restaurante Pessoa (Sábado, 17 de Janeiro de 2015)


Decorreu no passado dia 17 de Janeiro o tradicional almoço anual de O Mosquito, no Restaurante Pessoa (Antiga Casa Pessoa), na Rua dos Douradores – Lisboa. Aqui fica a lista dos presentes, convidados que não puderam comprecer e dos que nem responderam ao convite – lista fornecida por Leonardo De Sá. Evidentemente que, se os mais de 100 convidados tivessem comparecido em peso, o Restaurante Pessoa não teria capacidade para tanta gente – mesmo assim os 50 convivas que lá estiveram esgotaram a capacidade da sala, que foi servida por apenas um desgraçado de um empregado (o colega esteve doente) e em que a própria cozinha teve alguns problemas em despachar tanta refeição junta. 

Presentes (49 convivas):

Alexandre Correia Gonçalves
Américo Coelho
António Amaral + Fernanda (esposa)
António Gomes de Almeida
António Martinó Coutinho
António Perdigão
Antonio Wanderlei dos Santos Amorim (desenhador brasileiro)
Artur Correia + Maria Belmira (esposa)
Aurélio Lousada + Alexandre (filho)
Baptista Mendes
Carlos Gonçalves
Catherine Labey
Dâmaso Afonso
Geraldes Lino
Helder Jotta
Hermínio Rabasquinho
João Amaral
João Artur Mamede (“Jartur”)
João Manuel Mimoso + Mary (esposa)
Joaquim Talhé
Joel Lima + Catarina (filha) e João Reis (companheiro)
Jorge Machado-Dias
Jorge Magalhães
Jorge Silva
José Coelho
José Manuel Vilela
José Menezes
José Ruy + Maria Fernanda (esposa)
Leonardo De Sá
Luciano Neves
Luís Cruz Guerreiro
Luís Valadas
Manuel Barbosa Filgueira (irmão de um amigo do Saul Marques Ferreira)
Mário Correia
Máximo Ribeiro
Monique Roque
Romeu Pinto da Silva
Rui Mendes
Saul Marques Ferreira
Zé Manel + Isabel (esposa) + Duarte (filho)

Não puderam estar presentes (35):

Abílio Pereira (marido da Maria José Pereira)
António Baptista Lopes
António Manuel Lopes Carvalho (“Tó Mané”, neto do Tiotónio)
António Milhano
Augusto Trigo
Carlos Alberto Santos
Carlos Bretes
Carlos Costa
Clara Botelho
Dias da Silva
Eugénio Silva
Fernando Cardoso
Francisco Padiña
Jacqueline Lima (mulher do Joel Lima)
José da Luz
José de Matos-Cruz
José Garcês
José Oliveira
José Pires
Lia Fernandes
Luís Salvado
Maria Augusta Gandra Medenha (mãe da Marina Teixeira Coelho)
Maria da Conceição Cardoso Lopes
Maria Fernanda Santos (filha do Ilberino dos Santos)
Maria Hélia Viegas (“Chinha”, filha da Tia Nita)
Maria José Cardoso Lopes
Maria José Pereira
Marina Teixeira Coelho
Onofre Varella
Paulo Duarte
Ricardo Leite
Servais Tiago
Sousa Santos
Victor Emanuel
Vítor da Silva

Convidados que não deram resposta nem apareceram (14):

Álvaro Augusto Teixeira Lopes
António J. Ferreira
Carlos Pessoa
Carlos Rico
Emílio Ricon Peres
Fernando Maia Henrique
Guilherme Valente
João J. Monsanto
Luiz Beira
Margarida Antunes (mulher do José Antunes)
Osvaldo de Sousa
Paulo Cambraia
Pedro Mota
Ricardo Neto


AS FOTOS DE DÂMASO AFONSO E CATARINA LIMA:

Romeu Pinto da Silva e Américo Coelho

João Artur Mamede (“Jartur”) e Saul Marques Ferreira
Ao fundo: Baptista Mendes, António Gomes de Almeida, José Ruy e Maria Fernanda (esposa), Artur Correia e Maria Belmira (esposa)

Joaquim Talhé

José Coelho e Luís Valadas

Rui Mendes e João Reis

Joel Lima e Catarina (filha)

Manuel Barbosa Filgueira, Luciano Neves, João Manuel Mimoso e Mary (esposa)

Baptista Mendes e António Gomes de Almeida

Máximo Ribeiro, Zé Manel e Helder Jotta

Isabel e Duarte (esposa e filho de Zé Manel) e José Menezes

Máximo Ribeiro e Zé Manel

Jorge Magalhães, António Martinó Coutinho e Carlos Gonçalves

Catherine Labey

Dâmaso Afonso

Alexandre Correia Gonçalves (neto de Raul Correia)

Máximo Ribeiro, Zé Manel, Helder Jotta, Alexandre Correia Gonçalves, Isabel, Duarte e José Menezes

Baptista Mendes e António Gomes de Almeida

Artur Correia e Maria Belmira (esposa)

José Ruy e Maria Fernanda, sua esposa

José Ruy, Jorge Machado-Dias, Aurélio Lousada e Alexandre (filho)

António Perdigão, Geraldes Lino, o desenhador brasileiro António Wanderlei dos Santos Amorim - mais conhecido por "Delei" (amigo de Luís Cruz Guerreiro), Luís Cruz Guerreiro, João Amaral, Baptista Mendes e António Gomes de Almeida



 Mary - esposa de João Mimoso e José Manuel Vilela

 Jorge Silva, Rui Mendes e João Reis

Foto de Catarina Lima

Joel Lima e Catarina (filha) e Leonardo De Sá

José Coelho, Luís Valadas e Mário Correia

José Ruy faz uma pequena intervenção no final do almoço (foto de Catarina Lima)

José Ruy e Leonardo De Sá (foto de Catarina Lima)


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terça-feira, 23 de outubro de 2018

ARTUR CORREIA EXPOSIÇÃO EVOCATIVA DE HOMENAGEM AO AUTOR


ARTUR CORREIA
EXPOSIÇÃO EVOCATIVA 
DE HOMENAGEM AO AUTOR

Artur Costa Correia 


(Lisboa, 20 de Abril de 1932 – Lisboa, 1 de Março de 2018) 


No ano em que Artur Correia (1932-2018) nos deixou, o AmadoraBD irá prestar-lhe homenagem com uma exposição evocativa, comissariada por Luís Salvado e com cenografia de VA Studio. Sete décadas de trabalho dedicado à BD. Uma mostra que leva muito a sério, o talento de um grande autor cuja vocação era fazer rir os outros.

Nascido a 20 de Abril de 1932, em Lisboa, Artur Costa Correia cursou a Escola Industrial Machado de Castro, onde "editou" o seu O Príncipe (espécie de fanzine em originais, sem tiragem), com Vítor Silva, e participou no jornal de parede Alerta (1943-44). Publicou desenhos ainda como leitor da revista O Papagaio, em 1947, e logo no ano seguinte teve aí as suas primeiras histórias aos quadradinhos impressas. Outras ainda podem ser encontradas no Camarada (2ª série), Cavaleiro Andante e seu suplemento O Pajem, Norte Infantil (do Diário do Norte), Fagulha, Pisca-Pisca, Fungagá da Bicharada, etc. Tem ilustrações diversas em João Ratão, Guião, Lusitas, Picapau, Almanaque do Diário de Notícias, Colecção Alvo, Colecção Oásis, Obras-Primas Ilustradas, Foguetão e seu suplemento Bip-Bip, Zorro, Nau Catrineta (do Diário de Notícias), etc. A convite de Marcello de Moraes foi trabalhar em 1965 na Telecine, dedicando-se ao desenho animado, e fundou a Topefilme juntamente com Ricardo Neto, em Maio de 1973, recebendo prémios em Veneza, Annecy, Lugano, Cannes, Hollywood, etc. Participou como actor em vários grupos de teatro. Colaborou no Almanaque O Mosquito da Futura, assim como nos fanzines Banda, Shock, Almada B.D. Fanzine. Para além dos livros que ilustrou e dos jogos que desenhou, tem vários álbuns de banda desenhada infantil editados: Aventuras de João e Cebolinha (1985) na Editorial Futura e sobretudo nas Edições Asa, com várias Histórias da Avózinha (1991-92) e também histórias dos principais clubes de futebol, numa colecção Era Uma Vez (1992-93), com argumentos de Manuel Dias. Realizou também banda desenhada publicitária, para a Milupa Portuguesa, e diversos álbuns didácticos para a Sismet, A Agua Que Bebemos (1981), Esta Palavra Concelho (1984) e Este Concelho de Oeiras (1985), com textos de Maria Alberta Menéres. Auto-editou com o argumentista António Gomes de Almeida, em 1989, o álbum O País dos Cágados, uma história cuja publicação se iniciara na revista Cágado, em 27 de Janeiro de 1978, e no semanário Tempo, em 1983. Tem várias narrativas gostosas no álbum de receitas A Roda do Tacho, de 1994, e colaboração em publicações da Nestlé assim como na revista Atlantis, da TAP - Air Portugal, em 1999.

Por Leonardo de Sá in Dicionário dos Autores de Banda Desenhada e Cartoon em Portugal (edição 1999)
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Atraído para o desenho pela banda-desenhada, levado para o cinema de animação por influência, muito jovem, do cinema clássico da Disney, tinha no humor, na História e nos contos tradicionais portugueses as suas grandes motivações criativas. Disso são exemplo, na banda desenhada, História Alegre de Portugal e Super-Heróis da História de Portugal, este premiado como Melhor Álbum no Amadora BD 2005, ou, no cinema de animação, o supracitado O Romance da Raposa e A Nau Catrineta (2012), o seu último filme, baseado no álbum também por si assinado e adaptado do Romanceiro de Almeida Garrett.








 
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