segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

37º FESTIVAL INTERNATIONAL DE BANDE DESSINÉE DE ANGOULÊME – PRÉMIOS + BDPRESS (RECORTES DE IMPRENSA) #111 – TEXTO DE PEDRO CLETO NO JORNAL DE NOTÍCIAS



Os prémios do Festival de Angoulême foram ontem conhecidos: o GRANDE PRÉMIO foi para Baru (ou, de seu verdadeiro nome, Hervé Baruléa), que foi um dos principais destaques da XI Edição do Salão Internacional de BD do Porto, em 2001. Pedro Cleto fez-lhe uma entrevista, que pode ser lida AQUI.

Ficam os prémios desta edição do FIBDA (eh, eh…) e o texto de Pedro Cleto publicado hoje no Jornal de Notícias.


Baru, Grande Prémio Cidade de Angoulême 2010.



De cima para baixo e da esquerda para a direita:
GRANDE PRÉMIO ANGOULÊME 2010
PRÉMIO DO PÚBLICO
PRÉMIO DO JÚRI
PRÉMIO MELHOR SÉRIE
PRÉMIO AUDÁCIA
PRÉMIO BD ALTERNATIVA
PRÉMIO PATRIMÓNIO
PRÉMIO INTERGERAÇÕES
PRÉMIO JUVENTUDE
PRÉMIO OLHARES SOBRE O MUNDO
PRÉMIO REVELAÇÃO








Jornal de Notícias, 1 de Fevereiro de 2010

GRANDE PRÉMIO DE ANGOULÊME PARA BARU

F. Cleto e Pina

Após quatro dias intensos, o 37º Festival Internacional de BD de Angoulême encerrou ontem com uma boa notícia para os amantes da 9ª arte: Hervé Baruléa, conhecido como Baru, foi distinguido com o Grande Prémio de Angoulême, pelo que irá presidir à edição de 2011, que se antevê desde já como popular e com uma banda sonora de rock and roll.

Autor militante, à margem de correntes e estéticas, mas também consagrado, popular e original, Baru, distinguido duas vezes com o prémio para melhor álbum por “Le Chemin de l’Amérique” (1991) e “L’Autoroute du Soleil” (1996), possui um traço não muito atraente mas extremamente eficaz e dinâmico, com que conta histórias de gente simples, muitas vezes marginal, com os (sub)mundos do boxe e da música como fundo recorrente.

Nascido em 1947, iniciou-se como autor de BD na revista “Pilote” em 1982, foi convidado de honra do XI Salão Internacional de BD do Porto em 2001 e três dos quatro tomos de “Les années Spoutnik”, uma BD autobiográfica sobre a sua infância, foram editados no nosso país pela Polvo.

Entretanto, entre os 3599 novos álbuns lançados em França em 2009, o festival, entre outros, distinguiu: Álbum do Ano “Pascal Brutal - T3 : Plus Fort Que les Plus Forts” (Fluide Glacial), de Riad Sattoufd, uma série que poderá vir a ser editada pela ASA; Prémio Especial do Júri: “Dungeon Quest” (L’Association), de Joe Daly; Prémio da Série: “Jérome K. Jérome Bloche” (Dupuis), de Alain Dodier; Revelação: “Rosalie Blum - T3, Au Hasard Balthazar!” (Actes Sud), de Camille Jourdy; Património: “Paracuellos – Intégrale” (Fluide Glacial), de Carlos Giménez.
 
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