


Não foram só os irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá os únicos brasileiros presentes no Festival de BD de Beja. No domingo, dia 30, esteve também por lá Allan Goldman, que desenhou a BD “Coulrophobia” (sob argumento de Wilson Vieira), publicada no BDjornal #25. Allan Goldman, que está a passar uma temporada em Portimão com os pais e daí a facilidade de ter conseguido deslocar-se a Beja, trouxe consigo uma mão cheia de revistas ARCO Nº1, com “Comando V” (52 págs.), uma HQ desenhada por ele, sob argumento de JJMarreiro.




A ARCO Nº1, com o “Comando V”, pode ser adquirida via email: contato@laboratorioespacial.com ou central_comandov@yahoo.com.br – o preço de capa é de € 4,00. Mais informações em www.laboratorioespacial.com
Fabio Civitelli recebeu dos textianos portugueses uma peça (idealizada por Carlos Moreira) comemorativa dos seus 25 anos a desenhar Tex. Ei-lo com Carlos Moreira e o grupo texiano que estava em Beja no domingo. Na foto de conjunto pode ver-se também (o segundo a contar da esquerda) Dorival Vítor Lopes, o editor da Mythos, a casa que edita Tex no Brasil.

E o fim da Festa...



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FIM DE FESTA EM BEJA
F. Cleto e Pina
Até domingo, ainda é possível visitar as 21 exposições propostas pelo VI Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, que durante 15 dias animou a pacata cidade alentejana. Satisfeito com a forma como tudo decorreu, Paulo Monteiro, o seu director, estima que o número de visitantes poderá “atingir os 8 milhares”. Últimas oportunidades, portanto, para apreciar a arte de Fabio Civitelli (que há 25 anos desenha Tex), dos gémeos brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá ou dos menos sonantes Hippolyte, Dame Darcy ou Igor Hofbauer, o que comprova uma das linhas condutoras do evento desde o seu início: “juntar autores consagrados e alternativos no mesmo espaço”.
Isso não impede que Beja seja também espelho do que se vai fazendo por cá aos quadradinhos - 10 novos títulos foram lançados durante o festival, como o JN destacou esta semana – sendo também possível apreciar as pranchas de Jorge Coelho, Miguel Rocha, Regina Pessoa, João Fazenda ou do The Lisbon Studio, em exposições com a mesma montagem sóbria mas cuidada, em que apenas ressalta a ampliação de um ou outro desenho, para que sejam os originais a ter todo o destaque.
Da edição deste ano, Paulo Monteiro destaca o primeiro fim-de-semana, em que estiveram presentes todos os convidados, “que foi um momento mágico, com uma atmosfera muito boa”. A par da sua programação vasta e diversificada, esse é um dos pontos mais positivos do festival que, como resultado da sua média dimensão, possibilita e incentiva um intenso convívio, sendo possível com facilidade estabelecer uma conversa informal, trocar experiências ou até jogar uma partida de bilhar com o seu autor preferido!
Neste último fim-de-semana, destaque para o concerto de sábado, às 23h, na galeria do Desassossego, e para a festa de encerramento, no domingo, às 19h, mais uma oportunidade de convívio que inclui sorteio e leilão de edições e a apresentação de novos projectos.
Ao JN Paulo Monteiro revelou que a sétima edição terá lugar “de 30 de Maio a 12 de Junho de 2011” e que “já há está confirmada a presença do italiano, alternativo, Andrea Bruno, e do português Alberto Varanda, há anos radicado em França, onde tem desenvolvido a sua carreira”.
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Viva Machado-Dias!
ResponderEliminarOs meus parabéns pela excelente reportagem, bastante detalhada e representativa do que foi o Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, reflectindo na perfeição o que foram esses dias! ;)
Abraços!
Paulo Marques
Quem é o parolo vestido de cowboy?
ResponderEliminarE quem é o parolo que quer saber?
ResponderEliminarVá lá, deixem-se de parolices...
ResponderEliminarParolices anónimas, ainda por cima!!!
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